quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Argentina goleia o Brasil em justiça
Deve ser parte da superioridade ética, sustentada por intelectuais anônimos, do tango sobre o samba ou do drama em relação ao fatalismo do trágico.
Enquanto isso, no Brasil, a verdade aparece como uma infiltração. O assassinato, em Porto Alegre, de um militar ligado ao terrorismo fardado do DOI-Codi levou à descoberta de documentos importantes, que a polícia de Porto Alegre, nada republicanamente, vazou para o grupo RBS.
Um dos documentos prova que o deputado petebista Rubens Paiva esteve preso nas instalações cariocas infernais do DOI-Codi.
As nossas forças armadas têm mentido sobre isso há décadas. Assim como se mentiu durante anos sobre o assassinato de Vladimir Herzog, transformado em suicídio, o único enforcamento ajoelhado da história da humanidade.
Um dos terroristas fardados, protagonista do fracassado atentado do Rio-Centro, continua na ativa e, segundo o jornalista Marcos Rolim, é professor na academia do Exército em Brasília. Um escracho.
Continue lendo no blog do Juremir Machado da Silva, no Correio do Povo.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Acusado de torturar Dilma é alvo de manifestação no Guarujá
Confira no IG.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Após Malvinas, ditadura brasileira temia queda de Galtieri
Documentos da chancelaria brasileira dos anos 80 revelam os temores da ditadura de João Batista Figueiredo diante do fracasso de seus pares argentinos. Documentos mostram apreensão da ditadura com as Mães da Praça de Maio e o retorno dos "subversivos". Telegramas registram que embaixador em Londres, Roberto Campos, intercedeu para a liberação do repressor da ESMA, Alfredo Astiz, que foi deportado de Londres para a Argentina em um avião que fez escala no Rio de Janeiro, a bordo do qual viajaram diplomatas brasileiros. O artigo é de Dario Pignotti.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
segunda-feira, 26 de março de 2012
Movimento protesta em frente a casas de suspeitos de tortura
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Torturados por Posada Carriles na Venezuela exigem justiça aos EEUU
Venezuelanos torturados por Luis Posada Carriles exigiram ao governo dos Estados Unidos a extradição do terrorista para que responda por seus crimes.“Pedimos aos Estados Unidos que cumpra o tratado bilateral subscrito há mais de 80 anos para que a justiça castigue esse assassino", assinalou Brenda Esquivel, sobrevivente em junho de 1972 do massacre de La Victoria.
Posada Carriles, sob o pseudônimo de Comissário Basilio, dirigiu então efetivos dos corpos de repressão em uma batida contra integrantes de movimentos revolucionários venezuelanos.
Na operação perderam a vida vários camaradas, fui detida e logo torturada mental e fisicamente, recordou.
Vejam mais detalhes em CUBADEBATE
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Reinaldo Azevedo, SM&B style
Ah, entendi. Porra, meu, lá no Chile e na Argentina a repressão matou muito mais gente do que aqui. Isso faz com que o IRM _ Índice de Repressão Média(*) _ seja baixíssimo no Brasil.
E a tortura então? Nosso Índice de Tortura, Violência Gratuita e Estupro Básico Médio (ITVGEBM)(*) é super baixo perto do vigente nos nossos hermanos do Cone Sul.
Inclusive, o nosso IOMPA _ Índice de Ocupação Médio de Pau de Arara(*) _ também é muito menor do que o de lá.
Isso significa que nosso IMBM _ Índice Médio de Brutalidade Militar(*) _ seja, igualmente, um numeruzinho bem mais pequenininho.
Tenho certeza de que se Tio Rei um dia tivesse tido o prazer de frequentar algum dos calabouços do DOI-CODI, e ainda por cima tivesse sido escolhido pelos deuses para ter a sorte de receber o tratamento completo que aquelas instalações permitiam oferecer aos seus convidados, se sentiria hoje extremamente gratificado por saber que todos os choques, cacetadas, curras, socos e pontapés que recebeu na prisão foram, afinal, apenas um “ponto fora da curva”.
O "post" completo n'O Hermenauta.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Dick Cheney, al frente de una oposición 'ultra'
Más que una prueba de su prestigio, el protagonismo de Dick Cheney como principal azote del Gobierno de Barack Obama es el reflejo de la profunda crisis por la que atraviesa el Partido Republicano, incapaz de desprenderse de sus viejas lealtades y presentar un frente alternativo contra la popularidad del presidente. segunda-feira, 11 de maio de 2009
A Operação Abafa do PT
Chama a atenção, nesse processo, duas circunstâncias distintas, mas convergentes. A primeira, diz respeito à posição do ministro Tarso Genro e, por extensão, do secretário especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi. Ambos defendem a punição dos torturadores que operaram nos porões da ditadura militar (1964-1985). Para tal, contam, basicamente, com os depoimentos dos torturados, exatamente como no caso de Ivone da Cruz. Mas a semelhança do caso não para por aí. Assim como ocorreu com a empregada, as vítimas da ditadura também foram neutralizadas por processos legais. Talvez, no entanto, não tenham passado pelo vexame de, como Ivone, já totalmente cega, serem chamadas para fazer o reconhecimento visual dos possíveis algozes.
Confira o texto completo, de como a bancada do PT impediu um depoimento do delegado suposto espancador e superintendente da Polícia Federal Luiz Fernando Corrêa na Comissão de Direitos Humanos na Câmara, está no saite da CartaCapital.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Deputado acusou diretor-geral da PF de ser torturador
O parlamentar acusou o diretor geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, de torturador.
Em 2003, José Edmar foi preso pela Polícia Federal em uma operação comandada pelo hoje diretor geral sob a acusação de envolvimento com grilagem de terras no Distrito Federal.
- Luiz Fernando é um torturador, disse, digo, e reafirmo, e tenho como provar - afirmou José Edmar.
Mais no Vi o Mundo.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Justiça arquiva pedido de investigação de caso Herzog
A Justiça Federal arquivou um pedido de investigação das circunstâncias da morte do jornalista Vladimir Herzog.
Em 25 de outubro de 1975, ele foi encontrado morto em uma cela do Doi-Codi, órgão de repressão política do regime militar. A morte do jornalista provocou protestos na sociedade e ampliou o movimento pelo fim da ditadura militar.
O pedido de investigação foi feito em junho de 2008 pela procuradora da República da área cível Eugênia Fávero e pelo procurador regional da República Marlon Weichert. Eles queriam que fossem abertos procedimentos criminais para investigar mortes ocorridas durante a ditadura, entre elas, a de Herzog.
A solicitação chegou à procuradoria da República da área criminal, que pediu o arquivamento do requerimento de investigação. A decisão pelo arquivamento foi confirmada na sexta-feira (9) pela juíza federal Paula Mantovani Avelino, da 1ª Vara Criminal de São Paulo.
Ela também decidiu arquivar o processo sobre a morte de Luiz José da Cunha, conhecido como “Crioulo”, também no DOI-Codi. O caso aconteceu em julho de 1973.
Na decisão, a juíza afirma que não existe lei em vigor no Brasil que tipifique crimes contra a humanidade. Além disso, segundo a Justiça Federal, nos dois casos, houve prescrição pois já se passaram mais de 35 anos, tempo superior ao da pena máxima que poderia ser fixada para homicídio.
Notícia completa no G1. Grifo final do editor deste blog.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
El represor Corres fue capturado en Santa Fe

El represor Julián Oscar "Laucha" Corres, que se había fugado de una comisaría de la ciudad de Bahía Blanca el 27 de julio último, fue capturado en la localidad santafesina de Villa Constitución, y será trasladado en las próximas horas al Penal de Marcos Paz, confirmó el ministro de Justicia, Seguridad y Derechos Humanos, Aníbal Fernández.
Corres fue ubicado en la casa de su madre por efectivos de INTERPOL y de Policía Federal, en un operativo que estuvo a cargo del comisario de INTERPOL, Osvaldo Romagnoli, informaron fuentes judiciales.
El ministro Fernández, confirmó que en las próximas horas el represor será trasladado al penal de Marcos Paz, pero advirtió que "debió ser trasladado entre el 25 y 27 de junio" a ese penal, según lo había solicitado el juez que entiende en la causa por la que se investigan las violaciones a los derechos humanos cometidas por Corres durante la última dictadura militar.
"Hemos determinado y hay una disposición de nuestro Ministerio en ese sentido, de no tener detenidos en calabozos federales por más de 48 horas" a personas vinculadas con delitos de lesa humanidad, explicó el funcionario.
Vejam o texto completo na TELAM.