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domingo, 20 de junho de 2010

Favorecimento da Justiça brasileira à TV Globo deverá ser denunciado à ONU, OEA e até ao Tribunal Internacional Penal de Haia

Caminha para seus capítulos finais a mais espantosa novela da vida jurídica nacional: o caso da usurpação da antiga TV Paulista por Roberto Marinho, durante a ditadura militar, quando ele se sentia à vontade para fazer o que bem quisesse, acima da lei e da ordem.

Ao que parece, está em boas mãos o recurso especial interposto pelos herdeiros dos antigos acionistas da TV Paulista (hoje TV Globo de São Paulo, responsável por mais de 50% do faturamento da rede) contra decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que julgou prescrita a ação, favorecendo no caso a família Marinho.

Trata-se de uma Ação Declaratória de Inexistência de Ato Jurídico, e o relator do processo é o ministro João Otávio de Noronha, mineiro, nascido em Três Corações e que está no Superior Tribunal de Justiça desde dezembro de 2002. A partir de abril passado, ele preside a Quarta Turma do STJ, encarregada do julgamento.

Vejam o texto completo em TRIBUNA DA IMPRENSA

quinta-feira, 1 de abril de 2010

O que a Globo não contou sobre o Armando. E o debate Collor vs Lula

O que a Globo não contou sobre o Armando Nogueira é por que o mandou embora.

Roberto Marinho era menos esperto do que se diz.

Na sucessão do Governo Sarney – que ele co-presidiu – Roberto Marinho ficou vendido: não sabia quem apoiar.

Apoiou Quércia, Covas, namorou o Afif e só foi apoiar o Collor depois que o Collor estava na frente das pesquisas.

O Collor jamais se esqueceu disso.

E o Roberto Marinho sabia que o Collor não esqueceria isso.


Continue lendo no Conversa Afiada.


Marcadores: "eleições 1989", "Armando Nogueira",

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Record compra documentário "Além do Cidadão Kane"

Cover of "Citizen Kane (Two-Disc Special ...

Como parte dos esforços para atacar a Globo, a Record fez uma aquisição poderosa: comprou o documentário "Muito Além do Cidadão Kane" ("Beyond Citizen Kane"). A emissora fechou o negócio nesta semana, mas já havia tentado adquirir os direitos de exibição para TV brasileira nos anos 90. (...)

Transmitido pela primeira vez em 1993, no Reino Unido, "Muito Além..." mostra o empresário Roberto Marinho (1904-2003) como ícone da concentração da mídia no Brasil --daí a referência a Charles Foster Kane, magnata das comunicações vivido pelo cineasta Orson Welles em "Cidadão Kane" (1941).(...)

Simon Hartog, diretor da obra, morreu em 1992, antes de o trabalho ser exibido. Seu produtor e braço-direito era John Ellis, que se tornou a partir daí o responsável pelo projeto. Ellis deteve, até o começo dessa semana, o direito de exibição do filme em TV aberta no Brasil, agora na mão da Record.

Notícia completa no DataBranda


Que merda, esse vídeo deveria ser de domínio público
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