quarta-feira, 10 de março de 2010
Fogaça e o desmonte do Orçamento Participativo
Texto completo no RS Urgente.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
VITÓRIA DA COMUNIDADE: Prefeito veta Pontal do Estaleiro
A BM Par, atual proprietária da área, planejava construir seis edifícios de 12 andares no local - o estudo arquitetônico estava anexado ao documento que foi aprovado na Câmara - mas teve que recuar diante da pressão popular por uma debate mais amplo do tema.
Fogaça já havia anunciado sua preferência pela consulta popular na quinta feira, quando 15 vereadores que votaram a favor do projeto levaram a sugestão ao prefeito, prevendo sua posição contrária ao empreendimento. Leia mais no Jornal Já.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
sábado, 25 de outubro de 2008
Crime eleitoral: Prefeitura de Porto Alegre distribui bônus-moradia a 48 horas da eleição

A menos de 48 horas da votação, a Prefeitura de Porto Alegre distribuiu bônus para a compra de casas a moradores afetados por um obra na periferia da cidade, afirma matéria publicada neste sábado na Folha de São Paulo. A reportagem afirma:
"A Folha obteve cópia de e-mails em que assessores da prefeitura dizem que interromper as indenizações teria impacto na eleição. O prefeito José Fogaça (PMDB) concorre à reeleição. As indenizações começaram a ser pagas em 4 de setembro e pelo menos 34 famílias -8 delas ontem- receberam bônus para a compra de imóveis (de R$ 35 mil a R$ 40 mil). Leia mais no RS Urgente.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Página da Prefeitura de Porto Alegre fora do ar

segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Denúncia da 'Folha' derruba chefe da campanha de Fogaça

Não foi a mídia gaúcha que deu, mas sim a paulista, a notícia que mexeu com o coração da campanha do prefeito e candidato à reeleição a Prefeitura de Porto Alegre José Fogaça (PMDB). Segundo matéria da Folha de S. Paulo desta quinta (25), o chefe de campanha de Fogaça, o deputado estadual Luiz Fernando Záchia (PMDB), está sendo investigado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS) pela compra de dois imóveis de luxo no estado. Acuado, Záchia se afastou da campanha a sete dias do fim do primeiro turno do pleito.
Segundo o TCE-RS, um apartamento em Porto Alegre e uma casa no município de Xangri-lá, balneário a 130 km ao norte da capital, não aparecem registrados em nome de Záchia e foram omitidos da declaração de bens. Na época o parlamentar disse ter apenas um apartamento em Porto Alegre (R$ 417 mil) e uma caderneta de poupança de R$ 21 mil.
Vejam mais no Vermelho
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Moradores de ilha fecham ponte do Guaíba
A mobilização era uma forma de pressionar para que o prefeito José Fogaça receba as famílias. Elas afirmam que a situação é urgente para protocolar um pedido de audiência e esperar o andamento do processo. Reportagem: Raquel Casiraghi | duração: 1'50" | tamanho: 435 Kb |
terça-feira, 4 de março de 2008
No DMLU de Porto Alegre, “prêmio” de seguro por invalidez é o desprezo
Eduardo Vani Dusso, funcionário do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) da Prefeitura de Porto Alegre, foi aposentado por invalidez. Agora ele está pedindo socorro. Ocorre que o DMLU e a prefeitura da capital gaúcha fizeram um seguro de vida para os seus funcionários por meio de uma licitação. Ganhou a Bradesco Seguros. Todos os meses, parte do compromisso financeiro com a Bradesco Seguros é pago pela Prefeitura de Porto Alegre e a outra parte é descontada em folha dos servidores municipais. Para vencer a licitação pública para a prestação de serviço como seguradora, as empresas privadas competem basicamente com o valor que será descontado mensalmente na folha de pagamento e os “prêmios” concedidos por acidente no trabalho, morte, invalidez. Eduardo Vani Dusso foi aposentado por invalidez permanente em conseqüência de um AVC isquêmico e um câncer. O prazo da aposentadoria de Dusso começou a contar a partir de 13 de junho de
terça-feira, 10 de julho de 2007
Onde é que estão os R$ 714 mil, Fogaça???
segunda-feira, 11 de junho de 2007
Lixo por todos os lados em Porto Alegre
Enquanto a prefeitura não define o novo marco legal do setor, a queda na qualidade desse serviço é evidente na cidade, com ruas e parques mal cuidados e lixo acumulado em calçadas.
quinta-feira, 29 de março de 2007
Balé dos ônibus na Av. João Pessoa
A quem Fogaça dedica a imundície das ruas de Porto Alegre?
P E N S A M E N T O D I V E R S O: Clima quente e úmido?: "O que tem acontecido é que a prefeitura não tem mais funcionários de varrição e capina, o (des)governo Fogaça sucateou o DMLU, esvaziou seu quadro de funcionários e pretendia incluir esse serviço na mega faturada e frustrada licitação. E que conversa é essa de 'tecnologia defasada'? Estamos falando de roçar as ruas, não? Enquanto isso, a população vai sofrendo a ingerência de nosso alcaide, com ruas infestadas de capim e sacos de lixo espalhados em pleno centro da cidade, como mostra o blog Dialógico.
No final persiste a pergunta: para quem este governo governa?"
-----citação-----
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
Porto Alegre alagada
De quem é a responsabilidade? Aposto minhas fichas na administração Fumaça. O local não é ponto usual de alagamento, e a falta de limpeza das ruas pode ter entupido os esgotos. A quantidade de folhas e terra e lixo nas ruas é grande, o visual é nojento, e agora vêm os prejuízos e a leptospirose.
Dá para entender porque até o Partido da RBS largou de mão o Fumaça.
sábado, 3 de fevereiro de 2007
Malabarismos midiático-contábeis de Fogaça
RS URGENTE - UOL Blog: "“o governo Fogaça nos últimos dias tem anunciado como grande realização (??!!) um resultado primário positivo e um superávit orçamentário de 51 milhões de reais no exercício de 2006. Lembrar um único dado desmonta este 'castelo de cartas'. Acontece que o governo Fogaça na lei orçamentária de 2006 orçou um investimento total de 215 milhões de reais e empenhou e pagou apenas 93 milhões. A conta é simples: se tivesse realizado o que propôs, o superávit anunciado se transformaria num déficit superior a 70 milhões. É por isso que a comunidade reclama do atraso no atendimento das obras e demandas prometidas no OP. É inaceitável esta lógica de não fazer e depois propagandear que as 'burras estão cheias'."
