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sexta-feira, 15 de março de 2013

Família de Herzog recebe nova certidão de óbito

Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil
 
São Paulo – A família de Vladimir Herzog recebeu hoje (15), durante ato público da 68 ª Caravana da Anistia, organizada pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, o novo atestado de óbito do jornalista, torturado e morto nas dependências do DOI-Codi, em 1975, durante a ditadura militar. O novo atestado aponta como causa da morte lesões e maus-tratos sofridos por Herzog durante interrogatório no DOI-Codi. Na versão anterior, sustentada pelo Exército na época, a causa apontada foi asfixia mecânica por enforcamento, indicando que o jornalista teria cometido suicídio. 

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Cartazes da resistência às ditaduras militares estão registrados em livro

A obra foi lançada pelo Instituto Vladimir Herzog neste início de novembro e faz parte do projeto “Resistir é Preciso...”. Estão reunidos 300 cartazes políticos, documentos e fotografias dos países da América Latina.

Um pedaço da história da resistência às ditaduras militares e contra violações de direitos humanos na América Latina está registrado no livro “Os Cartazes desta História”. A obra foi lançada pelo Instituto Vladimir Herzog neste início de novembro e faz parte do projeto “Resistir é Preciso...”. Nela estão reunidos 300 cartazes políticos, documentos e fotografias dos países da região.
Segundo o Instituto, os destaques são para os materiais gráficos sobre a luta contra a ditadura no Brasil e a rearticulação da sociedade civil após a Anistia de 1979.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Justiça arquiva pedido de investigação de caso Herzog

A Justiça Federal arquivou um pedido de investigação das circunstâncias da morte do jornalista Vladimir Herzog.

Em 25 de outubro de 1975, ele foi encontrado morto em uma cela do Doi-Codi, órgão de repressão política do regime militar. A morte do jornalista provocou protestos na sociedade e ampliou o movimento pelo fim da ditadura militar.

O pedido de investigação foi feito em junho de 2008 pela procuradora da República da área cível Eugênia Fávero e pelo procurador regional da República Marlon Weichert. Eles queriam que fossem abertos procedimentos criminais para investigar mortes ocorridas durante a ditadura, entre elas, a de Herzog.

A solicitação chegou à procuradoria da República da área criminal, que pediu o arquivamento do requerimento de investigação. A decisão pelo arquivamento foi confirmada na sexta-feira (9) pela juíza federal Paula Mantovani Avelino, da 1ª Vara Criminal de São Paulo.

Ela também decidiu arquivar o processo sobre a morte de Luiz José da Cunha, conhecido como “Crioulo”, também no DOI-Codi. O caso aconteceu em julho de 1973.

Na decisão, a juíza afirma que não existe lei em vigor no Brasil que tipifique crimes contra a humanidade. Além disso, segundo a Justiça Federal, nos dois casos, houve prescrição pois já se passaram mais de 35 anos, tempo superior ao da pena máxima que poderia ser fixada para homicídio.

Notícia completa no G1. Grifo final do editor deste blog.