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terça-feira, 15 de outubro de 2013

RJ: sindicato dos professores mantém greve e discorda de revista em protesto

Os professores da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro mantiveram a greve, que já dura há dois meses na capital fluminense, após realização de nova assembleia, no início da tarde desta terça-feira, no Club Municipal, na Tijuca, zona norte. De acordo com o sindicato que representa a categoria, cinco mil professores participaram da reunião.
A decisão ocorreu horas antes do megaprotesto marcado nas redes sociais, justamente no dia dos docentes no País, com concentração prevista, a partir das 17h, nos arredores da Igreja da Candelária. De lá, o ato partirá, a princípio e como de costume, até a Câmara Municipal de Vereadores, na Cinelândia.

Confira no Terra

quarta-feira, 24 de abril de 2013

terça-feira, 23 de abril de 2013

Professores ligados aos Cpers param por três dias a partir de hoje

Desta terça até quinta-feira, diversos atos estão previstos para marcar a semana de mobilização nacional em defesa e promoção da Educação pública, promovida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). No Rio Grande do Sul, o Cpers/Sindicato destaca a reivindicação pelo Piso Nacional do Magistério, mas também reclama da falta de estrutura oferecida às escolas. Para isso, orienta professores e funcionários de escolas para que paralisem nesses três dias e participem das atividades de pressão e protesto.


Leia mais no Correio do Povo.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Greve de federais completa dois meses com impasse entre governo e professores

A greve de professores das instituições federais de ensino superior completa nesta terça-feira (17) dois meses, com governo e docentes em um impasse: os ministérios do Planejamento e da Educação apresentaram uma proposta de reajuste salarial; já o principal sindicato que representa a categoria, o Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), diz que ela não atende às demandas da categoria e pede sua rejeição.
A paralisação atinge 58 das 59 federais -a única que não aderiu foi a UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte).

Mais no UOL Notícias

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Professores têm contrato rompido por não atenderem convocação


Cinquenta e sete professores do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) tiveram os contratos rompidos com o Governo do Estado da Bahia por não acatarem a convocação de retorno imediato às salas de aula, segundo informações da Secretaria de Administração do Estado (Saeb). O desligamento dos profissionais foi oficializado em divulgação no Diário Oficial do Estado de quinta-feira (28).
No mesmo dia, foi publicado no documento o afastamento de três professores efetivos, com punição aplicada a eles de processo admnistrativo por indisciplina, de acordo com a Saeb. Os três serão punidos por adotarem comportamentos inadequados, como vandalismo e amaeças, ao tentar impedir aulas para estudantes do 3º ano do ensino médio do Colégio Thales de Azevedo, no bairro do Costa Azul, em Salvador.

Confira no G1

quarta-feira, 14 de março de 2012

Sindicatos de professores de todo o país entram em greve de três dias a partir de hoje

Sindicatos de professores ligados à CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) entram em greve de três dias a partir desta quarta-feira (14) para pedir o cumprimento da Lei do Piso. O novo valor anunciado pelo MEC (Ministério da Educação) é de R$ 1.451. O protesto também defende um maior investimento público em Educação. 




Mais no UOL Educação

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Após denúncias, reitor da Universidade Federal de Rondônia renuncia ao cargo

O reitor da Unir (Universidade Federal de Rondônia), José Januário de Oliveira Amaral, apresentou ao ministro da Educação, Fernando Haddad, em Brasília, a renúncia ao cargo, segundo informações do MEC (Ministério da Educação). O pedido será encaminhado ao Palácio do Planalto e a exoneração deve ser publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União.

A decisão fo tomada após uma série de denúncias de malversação e desvio de recursos que envolvem a Fundação Rio Madeira (Riomar), que serve de apoio à Unir. No dia 24 de outubro, a  Sesu (Secretaria de Educação Superior) constituiu uma comissão de auditores, integrada por representantes do próprio MEC e da CGU (Controladoria-Geral da União), para fazer um levantamento da situação e auditar as contas, tanto da Riomar quanto da Unir.

Leia mais no UOL Notícias.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Em greve, professores recebem carta com ameaças

Segue tensa a situação dos professores grevistas da Universidade Federal de Rondônia (Unir), em greve iniciada em 14 de setembro (65 dias). Depois da prisão do professor de história Valdir Aparecido de Sousa, em 21 de outubro (Veja o vídeo AQUI), do atentado com uma pedra contra um outro professor e a prisão, logo em seguida, de dois alunos que distribuíam panfletos contra o reitor Januário Oliveira Amaral, o mais recente ato de intimidação foi um bilhete deixado em vários locais da universidade, contendo ameaças a professores e alunos, encontrado na quarta-feira 16 de novembro.


O bilhete foi impresso em folhas A4, cortados a mão e espalhados por vários locais. Pelo menos três professores receberam o aviso em suas caixas de documentos. A mensagem é clara: “Não adianta contar vitória antes do tempo. Muita água ainda pode rolar… Segue alguns nomes que podem descer na enchente do rio” (sic).


Confira mais no blog Sociedade da revista CartaCapital.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

MEC apura denúncias contra reitor da Universidade Federal de Rondônia

Uma comissão de sindicância do Ministério da Educação começa a apurar, a partir desta quinta-feira (17), em Porto Velho (RO), as denúncias de irregularidades administrativas que pesam contra o reitor da Universidade Federal de Rondônia (Unir), Januário Amaral.
A sindicância foi determinada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, depois que  professores e estudantes montaram um dossiê de 1,5 mil páginas acusando a reitoria de corrupção e improbidade administrativa.
Professores e estudantes da Unir estão em greve há mais de dois meses exigindo o afastamento de Januário Amaral da reitoria. No começo de outubro, os estudantes decidiram  radicalizar com a ocupação do prédio da reitoria, que já dura mais de 40 dias.


Continue lendo no Blog da Amazônia

domingo, 6 de novembro de 2011

O movimento estudantil pega fogo na Amazônia

Os professores da Universidade Federal de Rondônia (Unir) estão assustados. Desde a prisão do professor de história Valdir Aparecido de Sousa, em 21 de outubro, por policiais federais à paisana, em cenas de truculência que circularam em um vídeo na internet (ASSISTA), os professores grevistas evitam se expor. Sousa está solto, em liberdade provisória, mas precisa seguir uma série de determinações imposta pela Justiça, como não se reunir com os grevistas.
Segundo os policiais, ele era suspeito de ter jogado uma bomba durante a confusão (até agora, sem provas nem acusação formal). Junto do professor de história, foi levada uma câmera de outro professor, de biologia, que filmava e fotografava a confusão – algumas cenas mostram um dos policias com arma em punho em meio a estudante e professores. A câmera foi, depois, recuperada, mas o biólogo decidiu se afastar por um tempo da cidade de Porto Velho, temendo represálias.
A greve na Unir, que já dura cerca de dois meses, não tem data para acabar e deve virar o ano. As negociações estão emperradas. Alunos e professores estão unidos contra o reitor  José Januário de Oliveira Amaral. Alguns afirmam estar sendo seguidos pela cidade e sofrendo intimidações.


Continue lendo no blog de política, de Felipe Milanez, na CartaCapital

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Professores, estudantes e jornalistas estão sob ameaça da PF em Rondônia, denuncia movimento grevista

A tantos quilômetros de distância e sem nenhum contato direto ainda com envolvidos na situação, ainda não tenho muita certeza do que está acontecendo no conturbado movimento grevista da Universidade Federal de Rondônia (Unir) há mais de 40 dias. Mas a situação parece estar realmente complicada. Recebi hoje (26) pela tarde, de uma amiga advogada e militante de movimentos populares, um e-mail de um professor ligado à greve que, para se ter uma ideia, encerra-se assim: “Peço socorro, pois corro risco de vida”.

Na mensagem, o professor denuncia atos de intimidação por parte da Polícia Federal a professores, estudantes e até jornalistas que têm coberto o caso. Não sei ainda qual o objetivo das supostas intimidações da PF nem o que as justifica (se é que algo justifica intimidação!). Mas dei uma averiguada nos veículos de informação rondonienses e encontrei notícias sobre agressões, inclusive, a um deputado federal que teria se colocado ao lado dos professores.


Continue lendo n'O Observador.




Confira também o blog Comando de Greve Unir.

sábado, 24 de setembro de 2011

‘Se eu ganhasse R$ 712, ia ser servente de pedreiro’


Por Conceição Lemes*
O jornalista Flávio Pena, assessor da liderança do governo Antonio Anastasia (PSDB) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, provocou os professores acampados na frente ALMG dizendo:  “Se eu ganhasse 712 reais, ia ser servente de pedreiro”.
De quebra,  ofendeu os professores — há mais de 100 dias em greve pelo pagamento do piso da categoria estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC) — e os serventes de pedreiro.
O jornalista Flávio Pena é tucano e o deputado Luis Humberto Carneiro, o líder do governo Antonio Anastasia na Assembleia Legislativa mineira.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

MG contratará 14 mil substitutos


Às vésperas de completar três meses e sem a perspectiva de um acordo, a paralisação dos professores da rede pública de ensino de Minas Gerais – a mais longa nos últimos dez anos – levou o governo a buscar uma solução emergencial extrema para o caso: a contratação de 14 mil docentes em regime temporário.
Segundo o governo, a paralisação atinge cerca de 20% das 3779 escolas públicas e 10% dos professores em falta greve, ou seja, com salários suspensos. Porém, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) aponta adesão de 50%.

Leia mais na CartaCapital

sábado, 25 de junho de 2011

Luana Santos: A queda de Aécio e a imprensa em Minas

por Luana Diana dos Santos, para o Viomundo 


No último domingo acordei ao som das gargalhadas do meu irmão. Ao perguntá-lo o motivo de tanta alegria às 7 da manhã, fui informada que Aécio Neves havia caído do cavalo. A princípio, pensei que fosse piada. Após uma olhada rápida no twitter, descobri que não havia nenhuma figura de linguagem na queda do senador tucano. O acidente lhe custou cinco costelas  e a clavícula direita quebradas.
Na padaria não havia outro assunto. Enquanto tomava meu cafezinho acompanhado por um pão com manteiga, observava um grupo de senhores de meia idade organizarem  um ‘bolão’ dos motivos do tombo do ex-governador. Sei que é pecado rir da desgraça alheia, mas foi difícil me conter diante das apostas:  “O cavalo deve ter sido presente do Serra”…”A eguinha ‘pocoPó’ se rebelou contra a tucanada”…risos….


Vejam o texto completo em VIOMUNDO

sábado, 18 de junho de 2011

Professores de pelo menos seis Estados estão em greve; veja a lista

Professores e servidores da educação básica estão em greve em pelo menos seis Estados (Rio de Janeiro, Amapá, Minas Gerais, Santa Catarina, Mato Grosso e Rio Grande do Norte). Há locais em que a paralisação, segundo os grevistas, atinge 90% da rede.

Confira mais no UOL Notícias

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Honduras: A repressão contra os professores foi brutal e seletiva

Neste 20 de agosto de 2010, o grêmio magisterial foi novamente reprimido. O fechamento de estradas incentivadas pelas organizações de professores, que há mais de duas semanas estão em greve indefinida, foi brutalmente reprimida pela polícia, e há vários feridos e detidos. Uma repressão seletiva aparentemente dirigida pelos infiltrados, que assinalavam aos repressores as pessoas que deviam ser golpeadas e detidas.

"Tenho feridas na cabeça e uma mão fraturada como resultado das porretadas dos policiais. Além disso, tenho fortes golpes no abdomen e nas pernas, resultado de pontapés e coronhadas", disse Luis Sosa, representante do Colégio de Professores de Educação Média de Honduras, COPEMH.


Vejam mais em LA HAINE.ORG

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Professores em greve enfrentaram militares em Honduras

Afp

Publicado: 12/08/2010 20:00

Tegucigalpa. Milhares de professores em greve, que se manifestavam na capital hondurenha, atacaram com pedras e paus dezenas de militares em frente a um hotel em que negociavam representantes do governo e dirigentes dos educadores.

"Não queremos mentiras", gritavam os professores frente ao Hotel Honduras Maya, no noroeste da capital, de onde uma comissão da Federación de Colegio Magisteriales dialogava com funcionários do governo do presidente Porfirio Lobo.

Enquanto os professores se manifestavam frente ao hotel, que estava protegido por mais de 100 policiais antimotins, chegaram dezenas de militares para reforçar a segurança, mas os educadores os atacaram com pedras e paus, pelo que tiveram fugir e manterem-se à distancia.


Vejam mais em LA JORNADA

terça-feira, 30 de março de 2010

“PM embarcou em Osasco no ônibus dos professores; é um P2″

Isabel Azevedo Noronha, presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) recebeu nesta segunda-feira, logo cedo, uma ligação de um colega da subsede de Osasco: “Aquele rapaz que socorreu a policial é um professor daqui da cidade. Nós vamos encontrá-lo, para esclarecer tudo isso”.

Diretores de subsede da Apeoesp de Osasco passaram a manhã e a tarde investigando. Lembravam-se de tê-lo visto em Osasco em meio aos professores. Conferiram listas dos que vieram para a assembleia da sexta-feira, 26 de março, no Palácio dos Bandeirantes. Conversaram com muitos colegas.

No começo desta noite descobriram que o suposto professor é um policial militar do serviço reservado (ou secreto) da Polícia Militar paulista. É um P2, como são chamados.

A caráter para não levantar suspeitas (garotão barbado, jeans, mochila nas costas), o jovem policial infiltrado embarcou no ônibus dos professores de Osasco, como se fosse um deles. Daí o pessoal da subsede de Osasco ter achado inicialmente ele que era um colega.

Este texto completo no Vi o Mundo.

É possível também conferir este outro texto, também no Vi o Mundo, sobre o "serviço reservado" da PM, do governo Serra.

Também o blog Brasília, Eu Vi comenta o relacionamento contencioso do governo Serra com os professores do estado de São Paulo, e o trabalho do serviço secreto da PM.

Por fim, no RS Urgente, Marco Weissheimer comenta as semelhanças de atitudes entre os governos tucano do RS e de SP, seu viés repressivo sobre os movimentos sociais, e os agentes infiltrados (provocadores?) das polícias militares.


domingo, 28 de março de 2010

Professores da UERGS entram em greve

Os professores da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) decidiram entrar em greve a partir de segunda-feira, dia 29. A decisão foi tomada na noite desta sexta, em assembléia realizada na sede do Sinpro/RS. A categoria fez uma última tentativa de negociação pela manhã, durante reunião com o Gabinete de Assessoramento Especial do Governo do Estado (GAE). Sem sucesso.

Veja mais no RS Urgente.

PM ferida em manifestação foi socorrida por colega à paisana



A policial militar ferida por uma paulada no rosto - segundo nota oficial da Polícia Militar publicada neste sábado -, durante manifestação dos professores em São Paulo foi socorrida por um policial militar à paisana. A informação é da mesma nota oficial da Policia Militar.

Terra Magazine questionou a assessoria da PM nesse sábado se o policial em questão - que aparece barbudo na foto ao lado - não seria do Serviço Reservado; leia-se, secreto. Questionamento esse porque não se conhece policiais militares que trabalhem com barba.

A resposta da policial que atendeu ao telefone na assessoria é vaga quanto ao setor em que trabalha o policial que prestou socorro:

- Não estou autorizada a dar mais informações.

Continue lendo no Terra Magazine.

Foto de Rodrigo Coca/Agência Estado.