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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Mônica Waldvogel vai murchando no decorrer de programa

O comentário inicial lido por Mônica Waldvogel é vergonhoso, antijornalístico, desonesto, porque desmentido ao longo de todo o programa pelos três entrevistados convidados pelo programa. A Globonews perdeu o rumo.

Os três convidados são unânimes em afirmar que a politização ocorreu na fase de Lina Vieira, não agora. Mônica atropela as conclusões da mesa redonda, desrespeita os telespectadores ao antecipar conclusões falsas. Principalmente sabendo-se que a abertura sempre é feita após o programa, com base nas conclusões levantadas.

Leia mais AQUI.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Processo é um ovo de serpente

Eu quero chamar a atenção para um fato grave que está acontecendo no Estado do Rio Grande do Sul. O blogueiro, ex-jornalista da grande mídia, sempre jornalista crítico, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Wladimyr Ungaretti está sendo processado judicialmente por um celetista do grupo RBS.

Diário Gauche

terça-feira, 9 de outubro de 2007

O Rio Grande do Sul é bonito

O Rio Grande do Sul só tem duas coisas horrorosas: o Litoral e a sua classe dirigente. Ambos se equivalem. A natureza pobre, traiçoeira, plana, agreste, desprovida de adornos e refratária à vida do nosso Litoral é uma metáfora perfeita da elite política no poder. Ambos se merecem.

LEIA O TEXTO E VEJA AS FOTOS CLICANDO NO TÍTULO DESTA.

terça-feira, 10 de outubro de 2006

Modernidade, estilo elite paulista, gaúcha etc.

No Diário Gauche:

Ora, não é nenhuma novidade num país em processo de escolha eleitoral ficar dividido. É natural e desejável, para o bem da democracia republicana que buscamos. O que espanta na boca de um professor que já foi qualificado de “príncipe dos sociólogos brasileiros” (sempre que eu escuto isso, não sei por quê, lembro do Clóvis Bornay com suas fantasias principescas no Carnaval do Hotel Glória, no Rio), é o fato de classificar arbitrariamente o “moderno” e o “atrasado”. Para o “príncipe” (no sentido de Bornay, não de Maquiavel) Cardoso, ele e seus pupilos tucanos-pefelês é que são modernos, e mais todos os eleitores alckmistas. Os “atrasados” são os eleitores do presidente Lula. A Folha, conservador jornal da família Frias de São Paulo, chegou a fazer uma matéria praticamente sugerindo o retorno do voto censitário ao País, mecanismo excludente proposto por outorga imperial de Pedro I na Constituição de 1824. Vejam o grau de regressismo a que chegamos! Os “mudernos” são regressistas – é o que acaba se concluindo, hoje no Brasil.