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sábado, 14 de novembro de 2015

Relator do Código de Mineração foi reeleito com milhões do setor (de mineração)

O deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG) é o responsável pela relatoria do novo Código de Mineração, em debate no Congresso há alguns anos. Pode ser considerado um afortunado. Durante a campanha de 2014 ele foi um dos parlamentares que mais receberam doações de empresas do setor. A Vale Mina do Rio Azul, do grupo Vale, contribuiu com um cheque de R$ 700 mil para o diretório nacional do PMDB, que transferiu a verba para a campanha à reeleição do deputado.
Não foi a única, entre as empresas-chave do setor. Quintão ainda recebeu um cheque de R$ 300 mil da Anglogold, R$ 100 mil da Kinross, R$ 133.334 da Usiminas, sempre com repasses muito específicos – a um político interessado no tema – do diretório nacional. Além de R$ 263 mil do grupo Gerdau, R$ 183 mil da Arcelormittal, R$ 30 mil da CRBS e R$ 20 mil da Magnesita.
(...)
Não é à toa que as empresas do setor têm tamanha atenção pelos parlamentares do PMDB. Uma reportagem de 2013 da Agência Pública – “Teia de interesses liga políticos a mineradoras em debate sobre novo Código” – mostrou como políticos do partido indicam os chefes regionais do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), em meio à conhecida relação gelatinosa entre Legislativo e Executivo no Brasil.
O deputado Arthur Maia (PMDB-BA) por exemplo, indica o superintendente do DNPM baiano, um dos mais importantes do país. Em 2014, sua campanha à reeleição recebeu 200 mil da Salobo Metais e 200 mil da Vale Manganês, ambas da Vale. O paraense José Priante (PMDB), responsável pelas indicações no Estado, teve uma ajuda de R$ 500 mil da Vale Manganês.

Confira o texto completo no Outras Palavras, via DCM

sábado, 3 de outubro de 2015

Entenda por que nem as contas na Suíça devem derrubar Cunha

Seis meses depois de classificar inquéritos da Operação Lava Jato contra políticos como "piada", o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), vê as investigações contra ele ganharem força.
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (1º/10), o Ministério Público da Suíça afirmou que congelou ativos de Cunha e de seus familiares em várias contas no país, depois de um banco levantar suspeitas sobre lavagem de dinheiro, em abril. Com a impossibilidade de extradição, as autoridades suíças transferiram as investigações à Procuradoria Geral da República (PGR).
Cunha já é alvo de denúncia na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Cunha teria recebido ao menos 5 milhões de dólares em propina para viabilizar a contratação do estaleiro Samsung, responsável pela construção de dois navios-sonda da Petrobras, entre 2006 e 2012.
"Até então, parecia que havia apenas indícios. Pelo que se divulgou sobre as investigações na Suíça, as provas são agora muito consistentes, inclusive com extratos. As consequências podem, portanto, ser muito sérias", avalia Maria Tereza Sadek, professora do Departamento de Ciência Política da USP.
Apesar de as investigações contra Cunha tomarem corpo, o presidente da Câmara ainda tem um longo período de sobrevida no jogo político, avaliam especialistas ouvidos pela DW Brasil.
"Em circunstâncias normais, metade disso já teria servido para forçar uma saída de Cunha da presidência da Câmara, mas ele estende a proteção institucional da casa a outros envolvidos na Operação Lava Jato", observa Leonardo Barreto, cientista político da UnB. "Caímos numa circunstância de anormalidade que permite que Cunha tenha um nível de sobrevivência político dentro do Congresso", analisa.
Segundo Barreto, Cunha usa a máquina da Câmara dos Deputados para atacar o governo e estruturar a própria defesa. Se ele for cassado, o processo de tentativa de impeachment da presidente Dilma Rousseff perde força. Por isso, a oposição não tem interesse em que ele deixe o cargo.

Confira na DW, via Jornal GGN.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Manoel Junior no Ministério da Saúde poderá ser a pá de cal no SUS

Os jornais de terça-feira, 22, vieram com a notícia: a presidenta Dilma Rousseff teria oferecido ao PMDB um Ministério prezadíssimo pelo PT – o da Saúde. Ao longo do dia, a notícia foi se confirmando.
Os jornais de quinta-feira, 24, já não deixam mais dúvidas: o Ministério da Saúde vai mesmo para o PMDB, que sugeriu três nomes para a pasta. Os dos deputados federais Manoel Junior (PMDB-PB), Marcelo Castro (PMDB-PI) e Saraiva Felipe (PMDB-MG), já vetado.
O mais cotado, preferido pelo partido, é o médico e deputado federal Manoel  Junior.
Lamentável por várias razões.

Confira no Vi o Mundo, via Jornal GGN

domingo, 6 de setembro de 2015

Deputado que xingou servidores já teve assessora ‘fantasma’

O líder da bancada do PMDB na Assembleia Legislativa, deputado Álvaro Boessio, que recentemente chamou os servidores públicos de vadios, em entrevista à rádio Spaço FM, já teve uma assessora que não cumpria o expediente, ou pelo menos parte dele, conforme o jornal O Pioneiro, de Caxias do Sul, do dia 8 de julho deste ano.
Segundo a matéria, a assessora Milena Darsie Baldasso, 19 anos, contratada como cargo de confiança por Boessio, não aparecia na Assembleia e também era desconhecida pelos “colegas” de gabinete.
Leia mais no Jornal Já

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Sartori sempre teve um programa: privatizar

Todos se enganaram. Todos os que acusaram o candidato José Ivo Sartori de ter concorrido e vencido às eleições sem ter um programa de governo. Ledo engano. Sartori sempre teve um projeto para ser executado. Ele apenas, estrategicamente, não o declarou. Seria contraproducente falar dele durante a disputa. Não se trata aqui de julgar, mas de constatar. O plano de governo de Sartori estava na cara de todo mundo. Não viu quem não quis ou não pôde enxergar. Agora, o plano está sendo aplicado. Qual era o plano de governo de Sartori? Diminuir o tamanho do Estado. Sartori elegeu-se para dar prosseguimento ao começado por Antônio Britto, não continuado por Germano Rigotto e mal terminado por Yeda Crusius: reduzir o Estado.


Confira no Blog do Juremir Machado da Silva, no Correio do Povo

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Esperando novas acusações na Lava Jato, Cunha promete retaliar governo

O deputado Eduardo Cunha (PMDB), presidente da Câmara, teria dito a interlocutores que já espera novas denúncias apresentadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no âmbito da Operação Lava Jato. Segundo informações da Folha, Cunha está preocupado com o depoimento de Julio Camargo, que assinou acordo de delação premiada com o Ministério Público.
Cunha foi citado pelo doleiro Alberto Youssef, um dos principais réus delatores da Lava Jato, como "destinatário final" de propina paga pelo aluguel de navios-sonda para a Petrobras, em 2006, lembrou o jornal. A ocorrência é alvo de uma ação penal a que respondem Youssef, o operador do PMDB, Fernando Baiano, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró e Júlio Camargo, que teria intermediado o contrato.
O próprio empresário teria mencionado, em 2011, o nome de Cunha a Youssef, em conversas sobre o pagamento da propina. Em depoimento prestado em maio, porém, Camargo negou que tenha envolvido o presidente da Câmara. "Interlocutores de Cunha dizem, porém, que ele foi avisado de que Camargo teria mudado sua versão em depoimento. Por isso, o peemedebista espera ser denunciado pela Procuradoria", publicou a Folha.
Como reação, Cunha já deu sinais de que pretende aumentar ainda mais a pressão sobre o governo, caso seja alvo de novos inquéritos na Lava Jato. Ele já avisou que no retorno do recesso parlamentar, pretende permitir a instauração de novas CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito) para desgastar ainda mais o Planalto. As duas mais visadas são a CPI do BNDES e dos fundos de pensão.

Confira no Jornal GGN

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Especulacões sobre coerência

Há poucos meses, o deputado estadual Giovani Feltes batia-se pela derrubada do imposto de fronteira.
Praticamente toda a agora base aliada do governador José Ivo Sartori queria o fim dessa taxa cujo objetivo é impedir que mercadorias de outros Estados e de outros países entrem no Rio Grande do Sul pagando ICMS menor do que os produtos da indústria gaúcha. Estabeleceu-se um conflito entre a indústria e o comércio do RS.
Feltes e seus companheiros ficaram com o comércio pretensamente em nome dos consumidores.
Guindado à posição de secretário da Fazenda, Feltes mudou de ideia.
O que estariam dizendo Feltes e seus companheiros se algo semelhante tivesse sido feito pelo PT?
Chamariam isso de estelionato eleitoral.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Atuação da Globo rebaixa e desqualifica a política

O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN) é deputado há 42 anos. A TV Globo tem 47. Alves é um dos donos da TV Cabugi, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Norte. Tem também a Rádio Globo Natal, a Rádio Difusora de Mossoró e o jornal Tribuna do Norte.
A TV de Alves surgiu em 1987, período em que ACM (o avô) era Ministro das Comunicações e distribuiu canais de TV para deputados e senadores votarem com o governo da época (Sarney) e com o "centrão" na Constituinte de 1988. O "centrão" era um bloco de parlamentares conservadores e/ou fisiológicos que barraram vários tópicos progressistas do interesse dos trabalhadores.

Vejam mais em BRASIL ATUAL

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Um bode no Congresso


As denúncias contra o deputado Henrique Alves podem ser as mais importantes deste século, mas ocorrem numa hora curiosa.


Leia a coluna de Paulo Moreira Leite, agora na IstoÉ. 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Resultado das urnas

Comentário de Roberto Locatelli no blog do NASSIF(08.10.2012, 13:3) :


Fatos:

1) O PT foi o partido que mais elegeu vereadores para a Câmara Municipal de São Paulo

2) O PT elegeu 612 prefeitos contra 550 em 2008

3) PT foi o campeão nacional de votos, com 17,25 milhões, contra 16,68 milhões do PMDB. Pela 1ª vez o PT ultrapassou o PMDB

4) Segundo TSE, PT elegeu 5.107 vereadores. Ou seja, 1.901 vereadores a mais em relação às eleições de 2008

5) PT elegeu a maior bancada de vereadores em SP; PSDB perdeu mais de 1/3 da bancada

6) A resposta à condenação de João Paulo Cunha foi dada nas urnas. PT venceu em primeiro turno em sua cidade - Osasco - SP

7) A resposta ao massacre de Pinheirinho foi dada nas urnas. O PT venceu em primeiro turno em OSão José dos Campos - SP

"Se a principal vitória do PSDB foi com um candidato do PSB é porque alguma coisa está errada, concorda?" Paulo Moreira Leite

O povo não gosta de quem não gosta do povo. E, mais importante, o povo está cada vez mais esperto para detectar quem é que não gosta do povo. 
 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Os candidatos barrados pela Lei da Ficha Limpa

Na primeira eleição sob os efeitos da Lei da Ficha Limpa, confira quais são os candidatos barrados com base na nova legislação, estado por estado, em cada município


Veja quais candidatos que a Justiça eleitoral barrou com base na Lei da Ficha Limpa
Tudo é superlativo na primeira eleição municipal sob os efeitos da chamada Lei da Ficha Limpa, promulgada em junho de 2010 (confira aqui a íntegra da legislação). Milhares de casos de inelegibilidade, boa parte deles relativa à nova legislação, ficarão sem decisão da Justiça Eleitoral mesmo depois do fim das eleições, no segundo turno (28 de outubro). Levantamento nominal feito pelo Congresso em Foco junto a todos os tribunais regionais eleitorais do país mostra que há centenas de candidatos na ficha limpa. Um número que poderá passar dos milhares até o final desta semana. O que provavelmente fará com que várias eleições permaneçam como uma incógnita, com a definição judicial sobre seu resultado acontecendo somente depois de 7 de outubro, e mesmo depois de 28 de outubro, data do segundo turno. 

Vejam em CONGRESSO EM FOCO

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Lula abortou golpe de Demóstenes contra Dilma

LulaSegundo o veículo de comunicação goiano DM, Lula teria abortado um golpe, cuidadosamente articulado pelo senador Demóstenes Torres e o bicheiro Carlinhos Cachoeira, contra o governo da presidenta Dilma Rousseff. Embora o artigo não apresente provas do envolvimento do ex-presidente com a questão, vale a pena lê-lo para conhecer mais dos objetivos do ambicioso senador. Segue abaixo a íntegra do texto.
Lula aborta o golpe
Cai a mais audaz e ambiciosa conspiração política do Brasil
Lula teve visão política para evitar novo golpe da direita
Nos bastidores da Operação Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal, o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) e o empresário de jogos de azar Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, gestavam uma estratégia que passou ao largo das investigações: pavimentar a candidatura do parlamentar para o Palácio do Planalto em 2014. 

Vejam mais em CORREIO DO BRASIL

terça-feira, 3 de maio de 2011

Corrupção tucana e de peemedebistas do Pará tem contracheques de R$ 85 mil e desvio de milhões

A ALEPA (Assembléia Legislativa do Pará ) é alvo de operação do Ministério Público estadual, contra corrupção e fraudes na folha de pagamento e em contratos.

Em operação deflagrada no dia 19 de abril, houve prisões cautelares de alguns funcionários, busca e apreensão em diversos endereços, inclusive de deputados. Na casa do ex-deputado Robgol (PTB), a polícia encontrou R$ 500 mil em espécie R$ 40 mil em tíquetes-alimentação que eram distribuídos pela ALEPA.

A ALEPA foi presidida pelo atual senador Mario Couto (PSDB/PA) até 2006, sendo sucedido por Domingos Juvenil (PMDB/PA) até 2010, e agora é presidida pelo Dep. Manoel Pioneiro (PSDB).

Juvenil concorreu ao governo do estado nas últimas eleições e perdeu, ficando fora do segundo turno, quando passou a apoiar o tucano Simão Jatene (PSDB), que foi eleito.

(Legenda da foto: O senador tucano Mario Couto e a base do governador Simão Jatene. PSDB e PMDB envolvidos no escândalo de corrupção da Assembléia Legislativa.)

Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dilma confirmou que são as mulheres que tem o poder

A candidata do Partido dos Trabalhadores ganhou com 56 por cento dos votos frente a 42 por cento que obteve seu rival socialdemocrata. Prometeu trabalhar para garantir os direitos essenciais dos brasileiros.

De São Paulo

Dilma Rousseff arrasou nas urnas e se consagrou presidenta do Brasil. No segundo turno, a "fórmula" Dilma Rouseff (Partido dos Trabalhadores) - Michel Temer (PMDB) obteve 56 por cento contra 44 por cento da "fórmula" José Serra (PSDB, social democrata) - Indio da Costa (DEM, direita). Sobre um total em torno de cem milhões de votos válidos, a diferença foi de aproximadamente doze milhões.

(Foto: Capa do jornal)

Vejam o texto completo em PÁGINA/12

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Governo Yeda e deputados: à meia, o pé-de-meia e o troca-troca.

“Em troca de votar a favor do projeto de lei que cortou o ponto dos professores grevistas no ano passado, os deputados ganharam da governadora Yeda Crusius o direito de escolher uma obra. Eu escolhi a RS 403. Já a Zilá pediu pavimentação em uma estrada da cidade dela (Três Passos) e o Brito beneficiou a região centro-serra.”
Leia mais no RS Urgente.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Fogaça e o desmonte do Orçamento Participativo

Consultando os registros do OP confirma-se totalmente o que afirma CIDADE. No período do “pico” do funcionamento do OP - o quadriênio 1997/2000 – o governo municipal se comprometia atender em média cerca de 400 demandas por ano. Efetivamente atendia um percentual da ordem de 95%, o que significa dizer cerca de 380 demandas/ano. Entre 2005 e 2008 das cerca de 200 demandas anuais, são atendidas pouco mais de um terço, ou seja, algo em torno de 70 ou 80 demandas por ano. Conclui-se que o ritmo de atendimento das demandas no governo Fogaça reduziu-se a menos de um quinto comparado com o que era realizado há pouco mais de dez anos atrás. E em 2008 o colapso: apenas 12% das pouco mais de 200 demandas foram atendidas! CIDADE informa, também, que em 2008 apenas 8% dos investimentos se destinaram ao atendimento das demandas do OP. Como a taxa efetiva de investimento no orçamento municipal é hoje de cerca de 5%, significa dizer que o OP responde por apenas 0,4% da despesa total da Prefeitura. Em outras palavras: 99,6% das despesas do orçamento da Prefeitura independem, não passam por decisões do OP.

Texto completo no RS Urgente.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Requião e o PMDB

“O que Temer quer ser é presidente mesmo”, brada Requião, entre irônico e indignado, com voz de trovão, empenhado em revelar intenções supostamente escondidas pelo sinistro semblante do presidente do PMDB. A lógica do governador paranaense faz sentido, embora tenha um quê de teoria conspiratória: caso seja eleita, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (“uma gerentona”, segundo ele), teria enormes dificuldades de se relacionar com o Congresso Nacional, o que a tornaria refém do habilidoso Temer, raposa velha do Parlamento, ambiente pelo qual transita, há mais de três décadas, com grande desenvoltura. Assim, do Palácio do Jaburu, aprazível, mas anódina, residência oficial dos vices, Michel Temer conseguiria o que ninguém do PMDB conseguiu, desde o governo José Sarney, ou seja, mandar de fato no Executivo federal.

O "post" completo no blog Brasília, eu vi.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

JÁ, RESISTÊNCIA E AGONIA - O jornal que ousou contar a verdade

Por Luiz Cláudio Cunha em 24/11/2009

A maior fraude com dinheiro público da história do Rio Grande do Sul carrega nos ombros o sobrenome ilustre de Germano Rigotto. O irmão do ex-governador gaúcho, Lindomar, brilha como o principal implicado entre as 22 pessoas e 11 empresas denunciadas pelo Ministério Público e arroladas na CPI da Assembléia gaúcha que investigou há 14 anos uma milionária falcatrua na construção de 11 subestações da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE). Foi uma tungada, em valores corrigidos, de aproximadamente 800 milhões de reais – quase 15 vezes o valor do mensalão do governo Lula, três vezes o valor dos desvios atribuídos ao clã Maluf em São Paulo, cerca de 20 vezes o valor apurado no escândalo do Detran que expôs a governadora gaúcha Yeda Crusius a um pedido de impeachment.

Esta história foi contada em detalhes, em 2001, por um pequeno jornal de Porto Alegre, com tiragem de apenas cinco mil exemplares numa capital com quase 1,5 milhão de habitantes – e está recontada, a partir desta semana, numa edição extra do que chega às bancas e no seu site.


Vejam mais no OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

PMDB apoia Yeda e fica no governo para combater Tarso

O PMDB do Rio Grande do Sul adiou a decisão de sair do governo de Yeda Crusius (PSDB) e vai se unir na defesa da tucana na CPI que deve ser instalada até o fim do mês para investigar sua administração.

O temor é que a CPI fortaleça a candidatura do ministro da Justiça, Tarso Genro (PT), à sucessão de Yeda em 2010.

Na última quinta, o PMDB, maior fiador da governabilidade de Yeda, reuniu seus principais líderes no Estado -- entre eles os pré-candidatos ao governo, o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, e o ex-governador Germano Rigotto-- e decidiu subir o tom contra Tarso.

O partido vai sair da base de Yeda para participar da disputa ao governo gaúcho, mas, nessa reunião, decidiu adiar a decisão de quando será a saída.

Continue AQUI.