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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Dilma afirma que países ricos querem se igualar a emergentes na Conferência do Clima

Copenhague (Dinamarca) - A chefe da delegação brasileira na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague, ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, revelou hoje (16) que os países ricos desejam repartir em fatias praticamente iguais as contribuições de países ricos e de nações em desenvolvimento para o fundo de combate ao aquecimento global.

A ministra informou que os países ricos tentam aprovar uma proposta que fixa a participação dos emergentes em 20% do total dos recursos e a das nações desenvolvidas, em 25%. A parcela restante seria preenchida com dinheiro privado.

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domingo, 10 de junho de 2007

Confissões de um mercenário econômico 2

Trechos:
clipped from pt.wikipedia.org

Assassinos Econômicos (AEs), de acordo com o autor, são profissionais altamente remunerados cujo trabalho é lesar países ao redor do mundo em golpes que se contam aos trilhões de dólares. Manipulando recursos financeiros do Banco Mundial, da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), além de outras organizações americanas de "ajuda" ao exterior, eles os canalizam para os cofres de enormes corporações e para os bolsos de algumas famílias abastadas que controlam os recursos naturais do planeta.

De acordo com o livro, o objetivo final dos assassinos econômicos era o de convencer lideranças políticas e financeiras de países em desenvolvimento a contrair elevados empréstimos de instituições como o Banco Mundial e a USAID, com o objetivo de construir obras de infra-estrutura em seus países.

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Confissões de um mercenário econômico

Trechos:
Foi lançada finalmente a tradução em português do já famoso livro de John Perkins «Confession of an economic hit man» numa edição da Gestãoplus ( editora Pergaminho) sob o título Confissões de um mercenário económico, a face oculta do imperialismo norte-americano.
Mas quem já ouviu falar de um mercenário económico?
John Parkins sabe tudo acerca deles porque foi um deles
A sua missão consistia em levar os governos de países em vias de desenvolvimento a pedir empréstimos ao banco Mundial ou ao FMI – empréstimos que não podiam pagar – para desenvolver infra-estruturas essenciais. Esse dinheiro era posteriormente investido em contratos com empresas americanas e os empréstimos tinham de ser pagos pelos contribuintes do país devedor. Quando o país não conseguia pagar o empréstimo, ficava à mercê das regulamentações do BancoMundial – e dos seus agentes americanos. Esta era, segundo Perkins, uma maneira de os EUA expandirem o seu império e enriquecerem à custa do Terceiro Mundo.
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