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sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Rigotto desiste para “ajudar o PMDB”
27/11/09
Da Redação do Jornal JÁ.
O ex-governador Germano Rigotto reuniu ontem a imprensa e “ditou” o que está nos jornais de hoje: que sua decisão é pessoal, que com isso quer “ajudar o PMDB e Simon” (ao acabar com a dicotomia entre seu nome e o do prefeito José Fogaça, o que retardaria a definição de alianças), que “seria muito ruim afastar qualquer possibilidade de coligação”, e que uma das razões é que ele já foi governador, e Fogaça, não. Por três vezes, quase chorou.
Não está nos jornais: perguntado pelo JÁ se pesou na decisão o fato de estar na internet que sua família está processando um jornal, respondeu o mesmo que já “ditou” [sic] ao blogueiro Políbio Braga esta semana: não tem nada com isso. Acrescentou, sem que fosse questionado: “Nunca indiquei ninguém pra governo”. Referia-se, sem citá-lo, ao irmão Lindomar Rigotto, principal implicado na fraude da CEEE, que gerou um processo judicial que corre em segredo de justiça há 14 anos.
Da Redação do Jornal JÁ.
O ex-governador Germano Rigotto reuniu ontem a imprensa e “ditou” o que está nos jornais de hoje: que sua decisão é pessoal, que com isso quer “ajudar o PMDB e Simon” (ao acabar com a dicotomia entre seu nome e o do prefeito José Fogaça, o que retardaria a definição de alianças), que “seria muito ruim afastar qualquer possibilidade de coligação”, e que uma das razões é que ele já foi governador, e Fogaça, não. Por três vezes, quase chorou.
Não está nos jornais: perguntado pelo JÁ se pesou na decisão o fato de estar na internet que sua família está processando um jornal, respondeu o mesmo que já “ditou” [sic] ao blogueiro Políbio Braga esta semana: não tem nada com isso. Acrescentou, sem que fosse questionado: “Nunca indiquei ninguém pra governo”. Referia-se, sem citá-lo, ao irmão Lindomar Rigotto, principal implicado na fraude da CEEE, que gerou um processo judicial que corre em segredo de justiça há 14 anos.
domingo, 6 de setembro de 2009
Jornal tem receita bloqueada para pagamento de indenização
Oito anos após sua veiculação, a reportagem "O caso Rigotto – Um golpe de US$ 65 milhões e duas mortes não esclarecidas", divulgada no gaúcho Jornal Já – publicação da Já Porto Alegre Editores –, conta agora com mais um capítulo. Desde o dia 03/08, as contas da editora estão sendo controladas por um perito da Justiça. O controle garantirá que 20% da receita bruta da empresa seja bloqueada para pagamento de uma indenização de R$ 54 mil a Julieta Diniz Vargas Rigotto, mãe do ex-governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto; e de Lindomar Rigotto, tema da reportagem. O jornalista Elmar Bones, autor da matéria e responsável pela editora informa que o primeiro cheque será no valor de R$ 600. “Desde o governo Rigotto estamos enfrentando dificuldades. Hoje praticamente não temos mais anunciantes estatais."
A notícia continua no Comunique-se.
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sexta-feira, 5 de junho de 2009
É preciso diploma para ser jornalista?
Por Ana Lúcia Behenck Mohr
Uma discussão sobre a exigência de diploma e sobre a (des)regulamentação da profissão de jornalista. Os dois palestrantes desmereceram o debate que, mesmo assim, foi longe. Entenda porquê.
O debate ocorreu ontem na Famecos (Faculdade de Comunicação) da PUC-RS, minutos depois do horário marcado (20h) debate entre Tiago Jucá (editor da Revista “O Dilúvio”) e Sérgio Murillo de Andrade (presidente da Federação Nacional dos Jornalistas), tendo como mediador o professor Celso Schröder. Este último não só fez jus à sua condição de vice-presidente da Fenaj nas intervenções, como, em certo ponto do debate, assumiu ter “abandonado completamente a função de mediador” o que gerou risos na plateia.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Jornalismo e literatura - Antonio Olinto, atual há meio século
Leitura obrigatória para quem escreve e satisfação para quem gosta de ler, Jornalismo e Literatura, o ensaio que Antonio Olinto escreveu em 1952, volta a ser publicado, com um capítulo final escrito especialmente para esta edição de 2008.
Até agora, o único exemplar disponível para venda no Brasil, usado, podia ser encontrado na estante de livros raros de um sebo paulista, por R$ 185,60. Este lançamento é, portanto, uma oportunidade imperdível para agregar este clássico a toda e qualquer biblioteca razoável.
Aos 89 anos, Olinto vive no Rio de Janeiro. Sai cedo de casa, rumo às favelas e subúrbios cariocas, a montar bibliotecas comunitárias. É um projeto ao qual se dedica há anos e se consolidou com a criação do Instituto Antonio Olinto. Sua obra literária estende-se à poesia, romance, ensaio, crítica literária e análise política. Montou uma preciosa coleção de arte africana, pela qual se interessou mesmo antes de viver na África, onde foi adido cultura na Nigéria. Leia mais no Jornal já.
Até agora, o único exemplar disponível para venda no Brasil, usado, podia ser encontrado na estante de livros raros de um sebo paulista, por R$ 185,60. Este lançamento é, portanto, uma oportunidade imperdível para agregar este clássico a toda e qualquer biblioteca razoável.
Aos 89 anos, Olinto vive no Rio de Janeiro. Sai cedo de casa, rumo às favelas e subúrbios cariocas, a montar bibliotecas comunitárias. É um projeto ao qual se dedica há anos e se consolidou com a criação do Instituto Antonio Olinto. Sua obra literária estende-se à poesia, romance, ensaio, crítica literária e análise política. Montou uma preciosa coleção de arte africana, pela qual se interessou mesmo antes de viver na África, onde foi adido cultura na Nigéria. Leia mais no Jornal já.
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