quarta-feira, 7 de julho de 2010
Cientistas descobrem superpênis de lula
Jornal O Estado de São Paulo.
Comentário do editor: velhas namoradeiras do Brasil antigo declararam-se formalmente apavoradas.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Projeto São Francisco revela fauna da caatinga
"Nós temos aqui mais de 30 espécies de formigas, entre 280 e 300 de aves e outras 48 de répteis, só para dar alguns exemplos”, avalia Pereira, que é pesquisador da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). A equipe do professortrabalha para conservar espécies da Fauna e da Flora nativas, protegendo-as durante a construção do canal. No total, o Projeto inclui 36 Programas Básicos Ambientais foram criados para minimizar os impactos ambientais da construção dos canais do Eixo Norte, projetado para rasgar 426 quilômetros da caatinga, e do Eixo Leste, de 287 quilômetros.
Vejam mais no Vermelho
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Minc anuncia ações para monitoramento e proteção do bioma Cerrado
O evento oficializa também a utilização pelo governo federal do Sistema Integrado de Alerta de Desmatamentos no Cerrado (Siad), cujos dados obtidos apoiarão a elaboração de políticas públicas de conservação.
O sistema, desenvolvido pelo Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (Lapig) da Universidade Federal de Goiás (UFG), com o apoio das ONGs Conservação Internacional (CIl) e The Nature Conservancy (TNC), apontou que entre 2003 e 2007, aproximadamente 18.900 km2 do bioma foram possivelmente desmatados, o equivalente a um milhão e novecentos mil campos de futebol/ou o equivalente a 16 cidades do tamanho do Rio de Janeiro.
Os dados obtidos permitem aos pesquisadores projetar tendências futuras de desmatamento com base no padrão apresentado nos últimos quatro anos e, consequentemente, elaborar estratégias de conservação adequadas e preventivas.
Vejam o texto completo no Jornal da Ciência
quarta-feira, 7 de maio de 2008
O Zoneamento da Silvicultura já nasce morto
Por Marcelo Machado MadeiraComo membro do Conselho Estadual do Meio Ambiente, (onde represento o Ibama), não posso me omitir a fazer alguns comentários sobre o teor da proposta de Zoneamento Ambiental da Silvicultura (ZAS) aprovada na noite (!) do último dia 09 de abril pelo referido Conselho. A forma como foi votada e aprovada são um capítulo à parte e, que por si só, merecem uma análise mais profunda em outraoportunidade.
O Ibama, desde o início das discussões, posicionou-se institucionalmente a favor do ZAS (original) por meio de um parecer do Grupo de Trabalho do Bioma Pampa, criado no âmbito da Superintendência do RS. Neste documento, o GT do IBAMA defende o ZAS originalmente proposto pela Fepam em seus critérios e diretrizes gerais, admitindo a possibilidade de aperfeiçoamentos.
Mas a esperada discussão técnica-científica sobre aspectos do documento não se deu na forma adequada, tendo sido substituída por uma discussão muitas vezes política e principalmente econômica, em que determinados setores buscavam desqualificar por completo o trabalho da equipes técnicas da Fepam e da Fundação Zoobotânica (FZB) sob o argumento de riscos aos vultosos investimentos já em implantação no Estado.