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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Conta de luz da Cemig (do Aécio Neves) que teve desconto sera reajustada em 11,23% em abril

O deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP),  entregou na tarde desta terça-feira, 29, à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação movida pelo partido. O PSDB acusa a presidente Dilma Rousseff de ter feito campanha antecipada no pronunciamento da semana passada em cadeia de rádio e TV no qual anunciou a redução da conta de energia.

Logo após entregar a representação contra a presidente Dilma, a CEMIG, aparelhada por políticos do PSDB, que tem como chefe Aécio Neves, anunciou: "Conta da Cemig que teve desconto deverá ser reajustada em abril"


Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

7 DE SETEMBRO: CADA GOVERNO FAZ O SEU

 
"Em setembro de 2002,  nos estertores do governo do PSDB, o risco-Brasil atingia 2.443 pontos. Medida de vulnerabilidade de uma economia --do ponto de vista dos credores--  cada 100 pontos  de risco equivale a 1% de taxa adicional de juro. A chance  de um calote brasileiro então  era tida como muito alta. Para quebrar as resistências ao  passar o chapéu o governo FHC  via-se  obrigado a pagar uma sobretaxa de quase 24,5% acima do juro vigente nos EUA. Numa operação externa esta semana, o Brasil pagou a menor sobretaxa de juro de sua história:1,1%. O oposto vivido no governo do PSDB reduz  a margem de soberania de um país a zero. A  independência política é ornamental. Canta-se o Hino, hasteia-se a bandeira. Entrega-se tudo o mais que dá sustento à palavra Nação. Sem o manejo endógeno das contas externas  é impensável fazer  política de desenvolvimento ou articular a defesa da industrialização. Menos ainda avançar na defesa da principal fronteira da soberania no século XXI: a justiça social. Delega-se o destino aos banqueiros. Em setembro de 2002, depois de 8 anos nas mãos do PSDB,  o Brasil era isso: um pangaré  faminto tratado no cabo de marmelo pelos mercados." 

Vejam em CARTA MAIOR (sexta-feira - 07/09/2012)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Explosão de bueiros no Rio! O culpado tem nome e endereço: Aécio Neves

Alô, bloco "Minas sem censura":

A explosão de bueiros no Rio de Janeiro, nas instalações da concessionária de eletricidade Light, tem um responsável político direto: Aécio Neves (PSDB/MG).

Vamos entender o caso:

1996, Maio - José Serra (PSDB/SP) privatizou a Light quando conduziu o programa neoliberal de privatização no governo FHC, como ministro do planejamento, alegando que a mão invisível do mercado é que tinha dinheiro para investir.

1996 a 2009 - A Light privatizada não investiu como Serra alegava que faria. Sofreu todo tipo de especulação financeira, trocou de mãos algumas vezes depois de privatizada, demitiu técnicos e terceirizou serviços com mão-de-obra barata e menos qualificada; e deixou de investir na manutenção da rede e na troca de equipamentos antigos, com "prazo de validade" vencido, que estão explodindo em série.

Vejam o texto completo no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O Brasil "poderá menos" se tiver um presidente que dorme até meio-dia em plena quarta-feira


Hoje o noticiário divulgado pela campanha de José Serra (PSDB/SP) anuncia que o demo-tucano terá compromissos só pela tarde. De manhã, nada.

No twitter dele há um "boa noite" às 3 horas da madrugada de hoje.






Vejam mais no blog dos Amigos do Presidente Lula

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Coragem para fazer é: colocar a saúde da população em risco para fazer déficit zero

Matéria de Leandro Fortes, na Carta Capital, conta como os governos do Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal (PSDB e DEM) usaram recursos do SUS para fazer ajuste fiscal:

O Rio Grande do Sul foi o último estado a ser auditado, após um adiamento de dois meses solicitado pelo secretário da Saúde da governadora tucana Yeda Crusius, Osmar Terra, do PMDB, mesmo partido do ministro Temporão. Terra alegou dificuldades para enviar os dados porque o estado enfrentava a epidemia de gripe suína. Em agosto, quando a equipe do Denasus finalmente desembarcou em Porto Alegre, o secretário negou-se, de acordo com os auditores, a fornecer as informações. Não permitiu sequer o protocolo na Secretaria da Saúde do ofício de apresentação da equipe. A direção do órgão precisou recorrer ao Ministério Público Federal para descobrir que o governo estadual havia retido 164,7 milhões de recursos do SUS em aplicações financeiras até junho de 2009.

Continua no RS Urgente.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Editorial - CARTA MAIOR

há meses, pesquisadores de todo o mundo anunciam a formação de um novo El Niño com forte incidência de chuvas torrenciais no caso do Sul e Sudeste brasileiros. Há meses São Paulo sabe que está no corredor de picos pluviométricos devastadores. Experiências anteriores --1988/1989, por exemplo-- recomendariam máxima cautela. O que faria um 'gestor público eficiente', para emprestar vocabulário tão palatável ao gosto demotucano? Adotaria medidas de prevenção. Reforçaria a manutenção de equipamentos. Aperfeiçoaria ações anti-enchente. Ampliaria a Defesa Civil. Adicionaria alarmes e dispositivos de intervenção rápida em pontos críticos. Montaria um plano de policiamento para o trânsito em caso de calamidade. Criaria pontos de fuga para o tráfego. Definiria uma coordenação única de ações. Dobraria os cuidados em adensamentos de risco.... Pois bem, o El Niño chegou. O que se viu na terça-feira em São Paulo quando a cidade se liquefez, foi uma esférica demonstração de incompetência pública. Zero de gestão. Zero de prontidão. Zero de iniciativa. A coroar a anomia administrariva, um governador mudo, inerte, omisso, dissimulado, pálido, escondido em seu gabinete onde permaneceu durante toda a tragédia. Preservado a sete chaves, pode contar com o hímen complacente de uma imprensa que aceita tudo para fazê-lo Presidente em 2010. Na linha de frente, a representá-lo, um prefeito hilário, um autista administrativo a pontificar sobre o 'lado positivo' do naufrágio. Por fim, bombas, bombas de drenagem quebradas. Bombas de drenagem em número insuficiente, e sem manutenção, na ante-sala do verão do El Niño de 2009. Um verão para não esquecer.
(Carta Maior e o modo demotucano de governar; 09-12)

Vejam em CARTA MAIOR

sábado, 31 de outubro de 2009

Tucanos usam atividade da USP como palanque

Por Dennis de Oliveira [Sexta-Feira, 30 de Outubro de 2009 às 16:36hs]

No dia 29 de outubro, a Pró-Reitoria de Pesquisa da USP convocou todos os professores orientadores e alunos bolsistas para uma apresentação dos trabalhos do Programa de Pré-Iniciação Científica, a ser realizado no Centro de Convenções Rebouças. O Programa de Pré-Iniciação Científica foi uma iniciativa da USP e tinha como objetivo desenvolver atividades de científicas com alunos da rede estadual de ensino médio, previamente selecionados, sob a orientação de professores da universidade que, para isto, deveriam apresentar projetos de pesquisa.

Por achar interessante esta parceria da universidade com o ensino público, apresentei um projeto de monitoramento de periódicos alternativos no Brasil, dentro da idéia que desenvolvo na universidade de construir um método de recepção crítica e cidadão dos meios de comunicação. Fui contemplado com três bolsistas, todos alunos de uma escola pública de Cotia. Fiquei sabendo depois do valor ridículo da bolsa, R$ 70,00 e também que os bolsistas não teriam direito a uma cota de passe escolar, o que fazia com que praticamente toda a bolsa (ou mais) fosse consumido pelos gastos com transporte.

Vejam o texto completo na REVISTA FORUM

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Internet Brasileira

Por estas razões nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000, e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira. (Completo AQUI.)

É assim que termina o texto do abaixo-assinado contra o PL do senador tucano Eduardo Azeredo que tenta, de todas as formas, criar uma lei que criminaliza o uso da Internet no Brasil. Seus autores
André Lemos, Prof. Associado da Faculdade de Comunicação da UFBA, Pesquisador 1 do CNPq, Sérgio Amadeu da Silveira, Prof. do Mestrado da Faculdade Cásper Líbero, ativista do software livre, João Carlos Rebello Carbé, Publictário e Conslutor em Midias Sociais, entre outros, conclama às pessoas a se mobilizem e assinarem a petição contra esse monstrengo a ser votado dia 9 de julho de 2008.

A petição está disponível AQUI.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Um Balanço do Governo Yeda

A deputada Stela Farias (PT) fez um balanço hoje, na tribuna da Assembléia Legislativa, das ações do governo Yeda Crusius (PSDB). Destaco alguns trechos do pronunciamento:

“O discurso da crise se alimenta do desmonte do Estado, que se alimenta, por sua vez, do discurso da crise. A estratégia política da governadora é alardear um discurso de crise para justificar o seu ajuste fiscal. O orçamento 2008 é uma peça de ficção. E agora sabemos que se tratava de uma isca para implantar o que os jornais batizaram de Pacote da Yeda. O pacote ainda não tramita na Assembléia, mas se sabe, pelos jornais, que a idéia principal é derrubar a emenda que autoriza a venda de patrimônio público somente mediante plebiscito”.

Mais no RS Urgente.


Governo Serra avalia 18 estatais para reiniciar privatização

O governo do Estado de São Paulo quer avaliar o preço de 18 empresas estatais para estudar sua privatização ou venda de participação minoritária. Fazem parte da lista a elétrica Cesp, o banco Nossa Caixa, a companhia de saneamento Sabesp, o Metrô, a Dersa, que administra rodovias, e até o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Seria a retomada das privatizações paulistas, que haviam sido interrompidas, com exceção da empresa de transmissão de energia Cteep, vendida no ano passado.


Cálculos preliminares indicam que essas empresas, reunidas, poderiam valer mais de R$ 30 bilhões - mas o governo não detém 100% das ações em todas elas. Não é certo quais empresas serão efetivamente vendidas. O mais provável, na avaliação de executivos do mercado financeiro, é que o governo privatize apenas parte delas.

Texto completo no Leituras e Opiniões. Mas original do Valor.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Alagoas, a nova vítima do "choque de gestão”" tucano

O “choque de gestão” tucano - que há mais de uma década tem levado a população de São Paulo a sofrer as conseqüências socialmente desastrosas do desmantelamento do Estado -, chega agora a Alagoas, depois de ter provocado devastação similar em Minas Gerais, antes de atingir também o Rio Grande do Sul.


Por “choque de gestão” entende-se a estratégia de governo tucana, que consiste em descarregar sobre a folha de salários do funcionalismo e sobre os usuários dos serviços públicos o peso maior do custo social do reequilíbrio financeiro do Estado, com o objetivo de reorganizar o seu aparato administrativo, para que possa melhor servir aos interesses privados. Na verdade, longe de ter sua origem na folha de pagamento do funcionalismo, a crise fiscal do Estado deve-se ao encolhimento da arrecadação e tem relações profundas com o processo de endividamento do Estado, para dar solvência ao setor privado depois da crise da divida externa, iniciada nos finais dos anos setenta e prolongada na década de 1980.


Continue lendo o comentário de Rui Falcão, nas Leituras e Opiniões do Luis Favre.


quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Entrelinhas : Um exemplo do choque de gestão tucano

O ex-governador Geraldo Alckmin gostava de dizer que daria um "choque de gestão" semelhante ao que realizou no Estado de São Paulo se virasse presidente da República. A julgar pelo exemplode choque aplicado pelo PSDB paulista, revelado na notícia abaixo, da Folha Online, os brasileiros devem suspirar aliviados pela reeleição de Lula....

Erro no metrô causa desencontro de túneis

Reportagem publicada na edição desta quarta-feira da Folha de S.Paulo (íntegra só para assinantes da Folha ou do UOL) revela que um erro nas obras da linha 4-amarela do metrô de São Paulo provocou um desencontro de túneis que são escavados a partir de duas frentes de trabalho. A falha obrigará as empreiteiras a fazer correções que podem durar um mês.

Da Folha de São Paulo, via Blog Entrelinhas.