quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Ministério da Cultura e Creative Commons: muito barulho por nada
Na prática trocou 6 por meia-dúzia, ou seja, continua tudo como antes.
Quem quiser reproduzir textos, notícias, entrevistas, vídeos, áudio e fotos do site feitos pelo Ministério da Cultura podia fazê-lo com a licença "Creative Commons" e continua podendo fazer agora do mesmo jeito, sem qualquer risco de violar direitos autorais, porque está explicitamente autorizado.
Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
domingo, 14 de novembro de 2010
A Biblioteca Aberta
Vejam mais detalhes em REBELION.ORG
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
O lado 1.0 do Facebook
Da valorização e do afinamento entre o que se diz e o que se faz.
É uma herança do mundo hippie/socialista/igualitário/meritocrático/empreendedor (Leiam Castells "Sociedade em Rede"), que deu na indústria do computador, na rede e nos projetos inovadores, como o Google, o Facebook e o Twitter.
Os caras entraram no mercado, mas deveriam manter uma atitude coerente com a filosofia que propagam em seus projetos.
Mas não.
Isso é papo de folder!
O Facebook resolveu processar um site de professores, que trocam material de sala de aula, por ter usado o nome Book.
Também forçou o PlaceBook, site de viagens, a alterar seu nome para TripTrace no final de agosto.
Não satisfeito, quer ser o dono da palavra Face na Internet para projetos de rede social.
Pera aí!
Confira o texto completo no IMasters.
sábado, 25 de setembro de 2010
Famosos projetos de hardware livre
Lisandro Pardo Da mesma forma que o software pode ser livre, o hardware também pode. Enquanto que com o software é possível compartilhar suas modificações, e qualquer sugestão ou conhecimento adquirido através do estudo do código e seu funcionamento, o mesmo sucede com o hardware através de seus esquemas, as listas de materiais, a disposição física dos componentes e qualquer elemento adicional para faze-lo funcionar. Ainda que o conceito de hardware livre seja certamente menos conhecido que sua contraparte de software, o certo é que durante esses anos tem sido feitos projetos muito interessantes. Hoje apresentamos aqui uma seleção que já ganhou uma certa fama, ou que atualmente gozam de uma boa dose de popularidades.
Vejam o texto completo e os referidos projetos em REBELION.ORG
domingo, 6 de junho de 2010
WikiUnix: aprende los comandos de Linux por niveles
En WikiUnix los artículos están divididos en los siguientes niveles:
Por si todo esto no fuera poco, tenemos disponibles también los documentos en PDF correspondientes a cada uno de los niveles.
Sin duda un sitio en los que pasar horas y horas aprendiendo y, por qué no, colaborando.
http://sliceoflinux.com/2010/05/29/wikiunix-aprende-los-comandos-de-linux-por-niveles/
sexta-feira, 19 de março de 2010
Nota oficial - Serpro decide retirar seus projetos do Sourceforge
O Serviço Federal de Processamento de Dados - Serpro, a maior empresa pública de Tecnologia da Informação e Comunicação do Brasil, informa que está oficialmente deixando o site Sourceforge, devido ao bloqueio de acesso aos internautas residentes em Cuba, Síria, Irã, Coréia do Norte e Sudão.
O SourceForge é o principal repositório e biblioteca de projetos desenvolvidos em plataformas livres, porém a decisão do ambiente de restringir o acesso aos países que integram as listas de sanções dos Estados Unidos da América fere diretamente a filosofia e os princípios do software livre.
O Serpro entende que os conteúdos compartilhados no Sourceforge não são de propriedade intelectual norte-americana e sim daqueles que o produziram, dessa forma, não concorda com o fato de que seus projetos sejam censurados por causa do embargo do site.
Diante disso, os produtos da empresa que estão compartilhados no espaço serão redirecionados para outra iniciativa que comprometa-se com os ideias de liberdade disseminados pelo movimento do software livre.
Comunicação Social do Serpro - Brasília, 17 de março de 2010
Vejam neste endereço (em cache)
segunda-feira, 8 de março de 2010
A Rede Nacional de Sensibilização ao Conhecimento Livre: espaço de reflexão e interação comunitária na Venezuela
“ ...a sociedade do talento, a sociedade criadora, criativa, esse é o rumo que nós temos dado a nosso Projeto Simón Bolívar, passar pela Sociedade da Informação, a Sociedade do Conhecimento, rumo à Sociedade do Talento..."
Há dois anos, o presidente Chávez inaugurou em Mérida o Centro Nacional de Desenvolvimento e Investigação em Tecnologias Livres (CENDITEL). Desde então, CENDITEL, uma das "artilharias do pensamento" do processo revolucionário, tem combinado sua investigação e desenvolvimento em tecnologias livres com seu trabalho com a comunidade, a Rede Nacional de Sensibilização é um dos projetos que tem logrado melhores resultados, conseguindo articular com varios coletivos e comunidades.
Vejam mais em REBELIÓN.ORG
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Pirataria e Ética Hacker
Jamile Borges
Antropóloga, Professora da FACED-UFBA e Coord. técnica do Museu Digital da Memória Afro-Brasileira. http://www.arquivoafro.ufba.br
Eles já foram símbolo de medo, terror e morte. Já povoaram nossas fantasias e as telas de Hollywood. Hoje, representam a promessa de liberdade na política e na sociedade. De quem estou falando? PIRATAS!
Atos de pirataria eram praticados por tripulantes de navios sem bandeira, em alto-mar, contra propriedades ou pessoas, numa época em que o comércio era primordialmente realizado por vias marítimas. Eram homens que não se submetiam a qualquer tipo de lei; saqueavam embarcações de mercadores e percorriam as rotas comerciais em busca de objetos de valor. Eram vistos como mercenários, assassinos, párias da sociedade.
O mundo mudou e as formas de vender e comprar também mudou. Dos regimes mercantilistas e feudais ao capitalismo globalizado de agora, ser pirata pode até dar certo “status”.
Vejam o texto completo em NOVAE
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Eduardo Azeredo leva debate sobre crimes de informática ao parlamento do Mercosul
Pelo histórico do senador Eduardo Azeredo, é bom ficar de olho. Alguém conhece a Convenção de Budapeste?
Texto pego no WNews.
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Cultura colaborativa em discussão
Brasília - Durante quatro dias, aconteceu em Salvador o Encontro de Cultura Colaborativa (ECCO) com a participação de mais de 400 participantes. Esse tipo de produção se baseia no conceito de informação livre, tanto em termos de acesso como de possibilidade de se alterar os conteúdos produzidos. O conceito valoriza, sobretudo, a descentralização dos pólos produtores e a criação compartilhada. Entre os exemplos de espaços virtuais em que se trabalha os princípios da cultura colaborativa estão a enciclopédia virtual Wikipédia e o YouTube.
Para secretário executivo do projeto Casa Brasil, Edgar Piccino, “estimular a cultura colaborativa é uma forma de resistir à lógica de mercado”. Neste sentido, ele destacou a importância do uso do software livre, programa de computador livre, com código aberto. “É uma opção estratégica do governo brasileiro para internalizar a tecnologia e promover mais justiça social e é um dos pilares da discussão da cultura colaborativa”.