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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ministério da Cultura e Creative Commons: muito barulho por nada

A ministra da Cultura, Ana Hollanda, enfrentou (e ainda enfrenta) a ira de muita gente boa, pela simples troca do selo "Creative Commons" das páginas na internet do Ministério pela mensagem "Licença de Uso: O conteúdo deste site, produzido pelo Ministério da Cultura, pode ser reproduzido, desde que citada a fonte".

Na prática trocou 6 por meia-dúzia, ou seja, continua tudo como antes.

Quem quiser reproduzir textos, notícias, entrevistas, vídeos, áudio e fotos do site feitos pelo Ministério da Cultura podia fazê-lo com a licença "Creative Commons" e continua podendo fazer agora do mesmo jeito, sem qualquer risco de violar direitos autorais, porque está explicitamente autorizado.

Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

domingo, 14 de novembro de 2010

A Biblioteca Aberta

Internet Archive lançou na semana passada a notícia de que havia promovido a criação da grande biblioteca digital de livre acesso, a Open Library, cujas características principais são: um milhão de títulos de domínio público disponíveis sem restrições; 70.000 títulos comerciais disponíveis em empréstimo temporal provenientes da rede de bibliotecas públicas que participam no projeto, em particular da Boston Public Library, e do serviço de distribuição de livros digitais Overdrive, ação não isenta de polêmica - como assinala The Wall Street Journal - pelas implicações legais que tem o empréstimo digital aberto (através do cartão de leitor de bibliotecas públicas), mas que os bibliotecários tem sabido resolver inteligentemente mencionando os fins de sua profissão na era digital: Thomas Bake, da biblioteca pública de Boston, tem dito: "em lugar de ficarmos sentados esperando que as pessoas venham às bibliotecas, temos saído a busca-las onde se encontram".


Vejam mais detalhes em REBELION.ORG

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O lado 1.0 do Facebook

O mundo 2.0 tem por baixo uma filosofia, ou várias, do compartilhamento humano, da comunicação horizontal, do questionamento dos direitos autorais no modelo da Idade Mídia.

Da valorização e do afinamento entre o que se diz e o que se faz.

É uma herança do mundo hippie/socialista/igualitário/meritocrático/empreendedor (Leiam Castells "Sociedade em Rede"), que deu na indústria do computador, na rede e nos projetos inovadores, como o Google, o Facebook e o Twitter.

Os caras entraram no mercado, mas deveriam manter uma atitude coerente com a filosofia que propagam em seus projetos.

Mas não.

Isso é papo de folder!

O Facebook resolveu processar um site de professores, que trocam material de sala de aula, por ter usado o nome Book.


Também forçou o PlaceBook, site de viagens, a alterar seu nome para TripTrace no final de agosto.

Não satisfeito, quer ser o dono da palavra Face na Internet para projetos de rede social.

Pera aí!


Confira o texto completo no IMasters.

sábado, 25 de setembro de 2010

Famosos projetos de hardware livre

Lisandro Pardo
NeoTeo

Da mesma forma que o software pode ser livre, o hardware também pode. Enquanto que com o software é possível compartilhar suas modificações, e qualquer sugestão ou conhecimento adquirido através do estudo do código e seu funcionamento, o mesmo sucede com o hardware através de seus esquemas, as listas de materiais, a disposição física dos componentes e qualquer elemento adicional para faze-lo funcionar. Ainda que o conceito de hardware livre seja certamente menos conhecido que sua contraparte de software, o certo é que durante esses anos tem sido feitos projetos muito interessantes. Hoje apresentamos aqui uma seleção que já ganhou uma certa fama, ou que atualmente gozam de uma boa dose de popularidades.


Vejam o texto completo e os referidos projetos em REBELION.ORG

domingo, 6 de junho de 2010

WikiUnix: aprende los comandos de Linux por niveles

Slice of LInux


WikiUnix es una plataforma educativa, en línea y libre con filosofía wiki para que aprendamos y asimilemos conceptos y comandos de los sistemas operativos Un*x (GNU/Linux incluido). Además, nos proporciona un entorno para hacer los ejercicios y autocorregirlos basado en una máquina virtual de Xubuntu.

En WikiUnix los artículos están divididos en los siguientes niveles:

Por si todo esto no fuera poco, tenemos disponibles también los documentos en PDF correspondientes a cada uno de los niveles.

Sin duda un sitio en los que pasar horas y horas aprendiendo y, por qué no, colaborando.

http://sliceoflinux.com/2010/05/29/wikiunix-aprende-los-comandos-de-linux-por-niveles/


Vejam em REBELIÓN.ORG

sexta-feira, 19 de março de 2010

Nota oficial - Serpro decide retirar seus projetos do Sourceforge

O Serviço Federal de Processamento de Dados - Serpro, a maior empresa pública de Tecnologia da Informação e Comunicação do Brasil, informa que está oficialmente deixando o site Sourceforge, devido ao bloqueio de acesso aos internautas residentes em Cuba, Síria, Irã, Coréia do Norte e Sudão.

O SourceForge é o principal repositório e biblioteca de projetos desenvolvidos em plataformas livres, porém a decisão do ambiente de restringir o acesso aos países que integram as listas de sanções dos Estados Unidos da América fere diretamente a filosofia e os princípios do software livre.

O Serpro entende que os conteúdos compartilhados no Sourceforge não são de propriedade intelectual norte-americana e sim daqueles que o produziram, dessa forma, não concorda com o fato de que seus projetos sejam censurados por causa do embargo do site.

Diante disso, os produtos da empresa que estão compartilhados no espaço serão redirecionados para outra iniciativa que comprometa-se com os ideias de liberdade disseminados pelo movimento do software livre.

Comunicação Social do Serpro - Brasília, 17 de março de 2010

Vejam neste endereço (em cache)

segunda-feira, 8 de março de 2010

A Rede Nacional de Sensibilização ao Conhecimento Livre: espaço de reflexão e interação comunitária na Venezuela

Rebelión

...a sociedade do talento, a sociedade criadora, criativa, esse é o rumo que nós temos dado a nosso Projeto Simón Bolívar, passar pela Sociedade da Informação, a Sociedade do Conhecimento, rumo à Sociedade do Talento..."

Ato de Inauguração de CENDITEL, pelo Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Rafael Chávez Frías, em 10 de Novembro de 2006.

Há dois anos, o presidente Chávez inaugurou em Mérida o Centro Nacional de Desenvolvimento e Investigação em Tecnologias Livres (CENDITEL). Desde então, CENDITEL, uma das "artilharias do pensamento" do processo revolucionário, tem combinado sua investigação e desenvolvimento em tecnologias livres com seu trabalho com a comunidade, a Rede Nacional de Sensibilização é um dos projetos que tem logrado melhores resultados, conseguindo articular com varios coletivos e comunidades.

Vejam mais em REBELIÓN.ORG

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Pirataria e Ética Hacker

Jamile Borges
Antropóloga, Professora da FACED-UFBA e Coord. técnica do Museu Digital da Memória Afro-Brasileira. http://www.arquivoafro.ufba.br

Eles já foram símbolo de medo, terror e morte. Já povoaram nossas fantasias e as telas de Hollywood. Hoje, representam a promessa de liberdade na política e na sociedade. De quem estou falando? PIRATAS!

Atos de pirataria eram praticados por tripulantes de navios sem bandeira, em alto-mar, contra propriedades ou pessoas, numa época em que o comércio era primordialmente realizado por vias marítimas. Eram homens que não se submetiam a qualquer tipo de lei; saqueavam embarcações de mercadores e percorriam as rotas comerciais em busca de objetos de valor. Eram vistos como mercenários, assassinos, párias da sociedade.

O mundo mudou e as formas de vender e comprar também mudou. Dos regimes mercantilistas e feudais ao capitalismo globalizado de agora, ser pirata pode até dar certo “status”.

Vejam o texto completo em NOVAE


sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Eduardo Azeredo leva debate sobre crimes de informática ao parlamento do Mercosul

"De acordo com uma das propostas, chamada projeto de disposição, o Parlamento do Mercosul deverá solicitar às representações nacionais que instem seus Legislativos a debater a criação de um marco legal comum para o combate aos infocrimes. Em outra proposta, chamada projeto de recomendação, Azeredo (PSDB-MG) sugere que o Parlamento recomende aos países-membros a adesão à Convenção de Budapeste, assinada por 47 países da Comunidade Européia, além de Estados Unidos, Japão e Coréia do Sul. "Assim, esse documento servirá de marco legal também para o combate aos crimes de informática na região do Mercosul", alega o Senador."


Pelo histórico do senador Eduardo Azeredo, é bom ficar de olho. Alguém conhece a Convenção de Budapeste?
Texto pego no WNews.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Cultura colaborativa em discussão

Trechos:
Brasília - Durante quatro dias, aconteceu em Salvador o Encontro de Cultura Colaborativa (ECCO) com a participação de mais de 400 participantes. Esse tipo de produção se baseia no conceito de informação livre, tanto em termos de acesso como de possibilidade de se alterar os conteúdos produzidos. O conceito valoriza, sobretudo, a descentralização dos pólos produtores e a criação compartilhada. Entre os exemplos de espaços virtuais em que se trabalha os princípios da cultura colaborativa estão a enciclopédia virtual Wikipédia e o YouTube.
Para secretário executivo do projeto Casa Brasil, Edgar Piccino, “estimular a cultura colaborativa é uma forma de resistir à lógica de mercado”. Neste sentido, ele destacou a importância do uso do software livre, programa de computador livre, com código aberto. “É uma opção estratégica do governo brasileiro para internalizar a tecnologia e promover mais justiça social e é um dos pilares da discussão da cultura colaborativa”.
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