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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Enquanto vocifera contra a corrupção, o juiz Gilmar faz tabela com o réu Cunha.

Encontre o erro abaixo:
O ministro Gilmar Mendes, do STF, continua firme em sua cruzada pela moralidade no Brasil. Gilmar quer virar o jogo da proibição do financiamento empresarial de campanhas.
“Com essa fórmula, a gente vai montar o maior laranjal… A gente está ganhando várias copas do mundo. Estamos ganhando a copa do mundo de corrupção. Se estivéssemos exportando laranjas, seria algo positivo. Então, a rigor, nós estamos metidos numa grande confusão”, declarou.
Gilmar falou tudo isso na quarta, 30, depois de uma reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.
Espera um pouco.
Faz sentido um juiz se reunir numa boa, na maior, arrotando ética, denunciando malfeitos, criando metáforas agronômicas violentas — com um homem mais sujo do que pau de galinheiro?
Ninguém acha estranho? (...)

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Até quando Gilmar vai abusar da nossa paciência?

Cícero, numa de suas orações eternas, disse o seguinte a Catilina, uma ameaça à sociedade romana daqueles dias.
“Até quando você continuará a abusar de nossa paciência?”
Não há melhor frase que esta para os brasileiros dirigirem a Gilmar Mendes.
Até quando ele continuará a abusar de nossa paciência?
O voto de cinco horas que ele deu ontem na sessão do STF que discute financiamento de campanhas é algo que desmoraliza não apenas a ele próprio – mas à Justiça como um todo.
Gilmar, com o palavreado pomposo, vazio e cínico que o caracteriza, fez aquilo que um juiz jamais deveria fazer: política.
Ele não se preocupa mais sequer em manter a aparência de isenção e apartidarismo.
Neste sentido, ele lembra o que aconteceu com a Veja, depois que a revista rompeu com qualquer pretensão de fazer jornalismo.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Gilmar é denunciado ao CNJ por favorecer familiares no TSE

O caso foi parar no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e se arrastou por dois anos.
Assef era filiado ao PDS e aliado do PT. No dia 14 de agosto de 2014 passou a apoiar as candidaturas de Eunício Oliveira (deputado pelo PMDB) e Tasso Jereissatti (candidato ao senado pelo PSDB). O padrinho político de Assef foi o suplente de Tasso, Chiquinho Feitosa.
No dia anterior, 13 de agosto, com o processo no TSE, já concluído para julgamento, o relator Gilmar Mendes senta em cima. Mesmo com seu voto contrário, a maioria do TSE declararia a inelegibilidade do acusado, por ser matéria pacificada. Mas, assim como na votação do financiamento privado de campanha, Gilmar trancou o processo e não abre.
E aí começam a aparecer coincidências comprometedoras.
No mesmo dia, o prefeito muda de advogado, que passa a ser Guilherme Pitta.
Pitta trabalha no escritório do advogado Sérgio Bermudes, que tem em seus quadros a advogada Guiomar Feitosa, esposa de Gilmar. Por sua vez, Guiomar é irmã de Chiquinho Feitosa - que, por obra dos laços de família, vem a ser cunhado de Gilmar.

Leia a notícia no Jornal GGN

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Por que decidi processar Gilmar Mendes

O Ministro Gilmar Mendes me processou, um daqueles processos montados apenas para roubar tempo e recursos do denunciado. Eu poderia ter ficado na resposta bem elaborada do meu competente advogado Percival Maricatto.
Mas resolvi ir além.
Recorri ao que em Direito se chama de "reconvenção", o direito de processar quem me processa.
A razão foram ofensas graves feitas por ele na sessão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na qual não conseguiu levar adiante a tentativa canhestra de golpe paraguaio, através da rejeição das contas de campanha de Dilma Rousseff.
Todo o percurso anterior foi na direção da rejeição, inclusive os pareceres absurdos dos técnicos do TSE tratando como falta grave até a inclusão de trituradores de papel na categoria de bens não duráveis.
Não conseguiu atingir seu propósito graças ao recuo do Ministro Luiz Fux, que não aceitou avalizar sua manobra. Ele despejou sua ira impotente sobre mim, valendo-se de um espaço público nobre: a tribuna do TSE.
 Certamente quem lucrou foram os blogs sujos, que ficaram prestando um tamanho desserviço. Há um caso que foi demitido da Folha de S. Paulo, em um caso conhecido porque era esperto demais, que criou uma coluna 'dinheiro vivo', certamente movida a dinheiro (...) Profissional da chantagem, da locupletação financiado por dinheiro público, meu, seu e nosso! Precisa ser contado isso para que se envergonhe. Um blog criado para atacar adversários e inimigos políticos! Mereceria do Ministério Público uma ação de improbidade, não solidariedade”.


Confira no Blog do Luís Nassif.

sábado, 11 de julho de 2015

Gilmar Mendes agiliza julgamento de Dilma no TSE em férias forenses

Durante o julgamento das contas de campanha da presidente Dilma Rousseff, entre novembro e dezembro de 2014, o ministro do STF e do TSE, Gilmar Mendes, era o relator do processo e tomou decisões aos finais de semana, em horários que extrapolam a carga horária do Judiciário, além das próprias férias forenses - quando os ministros e magistrados se ausentam e apenas tomadas urgentes são definidas nos plantões. Seis meses passaram-se, as contas da presidente voltaram a julgamento e novo recesso forense. Ainda que respaldado pelas normas internas, Gilmar Mendes utiliza-se do exercício de substituto da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para definir pautas e agilizar o julgamento de Dilma na Corte.


Leia mais no Jornal GGN

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Gilmar Mendes pode livrar Daniel Dantas novamente

 Hoje passou praticamente despercebido dos analistas políticos o início do julgamento de Daniel Dantas na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal.
O julgamento de hoje se refere à legalidade ou não da apreensão dos famosos discos rígidos e de computadores encontrados na sede do Banco Opportunity, no Rio de Janeiro, em outubro de 2004.
Essa diligência ocorreu no âmbito da Operação Chacal e deu início a também famosa Operação Satiagraha, sob os cuidados do Delegado Protógenes, em 2008.
Gilmar Mendes concedeu dois Habeas Corpus em velocidade supersônica, em 2008, para livrar a cara do banqueiro condenado. E hoje, mais uma vez, livrou a cara de Daniel Dantas ao votar pela ilegalidade das diligências feitas em 2004.
O julgamento foi interrompido a partir de um pedido de vistas da Ministra Carmen Lúcia.

Confira no Jornal GGN

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

GILMAR ATACA DE NOVO: MENSALÃO É CAUSA PEQUENA

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), antecipou sua posição sobre o chamado escândalo do "petrolão", em mais uma declaração ácida, nesta quinta-feira. “No caso do mensalão, falávamos que estávamos julgando o maior caso de corrupção investigado e identificado. Agora, a Ação Penal 470 teria que ser julgada em juizado de pequenas causas pelo volume que está sendo revelado nesta questão”, afirmou.
A declaração de Gilmar é especialmente relevante porque ele, até segunda ordem, será o responsável por avaliar as contas de campanha da presidente Dilma Rousseff, na corrida presidencial de 2014. 

Leia mais no Brasil 247.

Gilmar dá mais um passo em direção ao terceiro turno

Ontem, o Ministro Gilmar Mendes convocou técnicos do Tribunal de Contas da União, da Receita Federal e do Banco Central para se debruçarem na análise das contas de Dilma Rousseff.
As investigações serão tanto das contas do comitê de campanha, como da própria candidata Dilma Rousseff, segundo informações do blogueiro Fernando Rodrigues. Há uma montanha de documentos para serem analisados.
A análise das duas prestações de conta foi remanejada para Gilmar pelo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Antônio Dias Toffoli, mediante um conjunto de estratagemas.
(...)
Gilmar jamais se comportou com isenção em temas relacionados com seus aliados (do PSDB a Demóstenes Torres e José Roberto Arruda), aos quais protege, e com os adversários, que recebem sistematicamente votos contrários.

Conifra no Jornal GGN

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Por que a decisão de Gilmar no caso PT x Veja é um perigo para a sociedade

De volta a Mendes, cria de FHC e cujo antipetismo exacerbado é conhecido. Ele suspendeu o direito de resposta com um argumento que é um perigo para a sociedade, e bom apenas para a Veja.
“O direito de resposta admitido constitucionalmente é aquele decorrente de informação falsa, errônea. Significa dizer que é preciso haver comprovação nos autos de que a informação veiculada na mídia é inverídica”.
Isso quer dizer o seguinte: você tem que provar que é inocente para conseguir resposta.
Fica invertida a máxima segundo a qual você é inocente até prova em contrário. Agora, segundo Mendes, você é culpado até prova em contrário.
Gilmar Mendes é um problema para a justiça brasileira por tomar decisões de acordo com razões partidárias. Ele pode — qualquer um pode — ser contra o PT. Pode detestar o PT. Mas não pode exercer seu antipetismo com a toga de juiz. Que faça isso como político, desde que tenha votos.

Reprodução do Diário do Centro do Mundo

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O que levou Larissa a ficar com Roger?


Tudo se encaixa na história, a meu ver.
Exceto uma coisa: o habeas corpus dado a Abdelmassih por Gilmar Mendes quando já se sabia que ele estuprara dezenas de mulheres de uma forma particularmente abjeta.
Me dei ao trabalho de ler a sentença completa de GM, lavrada em dezembro de 2009.
O ponto que mais me chamou a atenção foi o seguinte. Gilmar Mendes afirmou que, como Abdelmassih sempre se apresentara quando chamado pela Justiça no período em que estava em liberdade, não havia razão para temer que ele se aproveitasse do habeas corpus para fugir.
Quer dizer: para o juiz, Abdelmassih tinha princípios morais que o fariam aceitar sua pena estoicamente.
No mundo encantado de Gilmar,  Abdelmassih renunciaria a seus luxos, aos prazeres carnais proporcionados pela jovem mulher, à liberdade – a tudo, enfim, para obedecer à Justiça.
As vítimas de Abdelmassih manifestaram, nestes dias, compreensivelmente, ódio também de Gilmar Mendes.

Confira o texto no Diário do Centro do Mundo

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Satiagraha: Gilmar Mendes processa repórter autor de livro

Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) na época da Operação Satiagraha, da Polícia Federal, o ministro Gilmar Mendes ingressou com ação pública na Justiça de Brasília pedindo indenização ao jornalista Rubens Valente em virtude das citações feitas a ele no livro “Operação Banqueiro”.
 
A ação impetrada por Mendes contra o jornalista e a editora Geração Editorial, responsável pela publicação da obra, corre na 15ª Vara Cível do Distrito Federal, onde o ministro pede indenização de R$ 200 mil por danos morais em virtude de informações publicadas. 


Leia mais no Terra Magazine

terça-feira, 4 de junho de 2013

Gilmar Mendes erra ao fazer política enquanto usa toga


No clima de feriadão, durante uma palestra, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes criticou o governo Dilma. Disse que o governo sofre de "gigantismo" e "muita burocracia".
 
(...) 

E se a presidente Dilma Rousseff decidir-se por responder? E se ela disser: "Ministro Gilmar, o tamanho do governo não é da sua conta". Ou: "Ministro Gilmar, preocupe-se com a quantidade de erros que o senhor cometeu e comete".
 
Se ela fizer isso, teremos manchetes sobre "crise entre o Executivo e o Judiciário". Aliás, é importante notar que desta vez o assunto passou batido. Está sendo debatido nas redes sociais, mas quase nada se diz na mídia sempre atenta às tais "crises".
 
O ministro Gilmar Mendes erra ao trocar a toga pelo comentário político. Direito de falar ele tem, como temos todos. Mas manda o bom senso que juiz não deve dizer como deve ser o governo e governo não ensina como deve agir um juiz.
 


Confira o comentáio completo no blog do Bob Fernandes, no Terra Magazine

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Um julgamento de ribalta não produz segurança jurídica

Passados meses do fim do espetáculo do julgamento do “mensalão”, fica cada vez mais evidente que o STF sucumbiu à mídia e acabou se tornando o protagonista de uma onda de comoção criada para uso político. Por Maria Inês Nassif

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Pesquisa 'sinistra' do Datafolha testa popularidade da volta da ditadura

Pouca gente viu, quase ninguém comentou. No feriado de 1º de maio, o instituto de pesquisa Datafolha, dos mesmos donos do jornalão Folha de S.Paulo, divulgou uma pesquisa restrita à capital paulista para conferir se os paulistanos apoiariam a implementação de uma ditadura no Brasil. 

Na pesquisa sinistra – para dizer o mínimo –, os números estimulados foram:
- 53% dos entrevistados disseram concordar com a afirmação: "democracia é sempre melhor do que qualquer outra forma de governo". 

- 19% escolheram: "em certas circunstâncias, é melhor uma ditadura do que um regime democrático". 

- 20% escolheram: "tanto faz se o governo é uma democracia ou uma ditadura".
Os 8% restantes se dividem entre quem se declarou explicitamente favorável a uma ditadura e os que responderam "não sei". 

A notícia saiu sob o título “Apoio ao regime democrático tem ligeira queda” e tem viés de pregação antidemocrática. Isso porque, segundo a publicação, houve oscilação nos números em relação a 10 anos, quando 57% dos entrevistados responderam "democracia sempre" e os que responderam "depende das circunstâncias" foram 16%.  

Vejam mais BRASIL ATUAL

Cenário político: o precedente perigoso aberto pelo ministro Gilmar Mendes

Maria Inês Nassif, JornalGGN
“Os acontecimentos das últimas semanas mostram o preço que está sendo cobrado à democracia brasileira pelo ativismo político do Supremo Tribunal Federal (STF). Mesmo um ministro com o perfil de Gilmar Mendes teria pensado duas vezes para interferir na tramitação de um projeto de lei em tramitação no Legislativo, ainda mais por meio de um ato de decisão pessoal (o chamado ato monocrático), se não tivesse confiança de que esses últimos 10 anos hipertrofiaram o Judiciário e deram àquele o respaldo de setores poderosos da sociedade para arriscar por mares nunca antes navegados na democracia brasileira. Nunca antes uma intenção de lei foi vista como risco à Constituição por nenhum ministro do Supremo – e talvez também nunca um partido político com representação no Legislativo tenha ido tão longe para supostamente fazer valer o direito de uma minoria, ao entrar com um mandado de segurança contra uma decisão ainda em exame no Congresso.
 
Vejam mais no blog BRASIL! BRASIL!

Gilmar Mendes assume o comando da “nova oposição”

Já que as pesquisas e as urnas não têm sido generosas com as velhas siglas para apear o PT do poder, começa-se a armar uma "nova oposição" extrapartidária.

É verdade que o esquema pouco tem de novo, já que há tempos vem atuando de forma organizada este aparato jurídico-midiático-financeiro armado pelos antigos donos  do poder, mas agora já nem se procura disfarçar mais o que antes se tramava no aconchego dos gabinetes fechados e nas colunas dos seus porta-vozes. Nova é apenas a ousadia dos seus mentores e o surrealismo da situação. 

E  quem surge como comandante em chefe deste movimento que agora faz questão de mostrar a sua cara e a sua força? É um ministro do Supremo Tribunal Federal, o ex-advogado-geral  da União Gilmar Mendes, nomeado para o cargo pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que se notabilizou por dar dois "habeas-corpus" a Daniel Dantas e a permitir a  fuga do médico Roger Abdelmassih, condenado a 278 anos de prisão por ter estuprado 58 mulheres.. 

Vejam mais em BALAIO DO KOTSCHO

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Eduardo Campos e Aécio acionam Gilmar Mendes para 'fechar' o Congresso

O ministro do STF, Gilmar Mendes, "proibiu" o Congresso Nacional de tramitar um projeto de lei. Por  mais absurdo que pareça, foi isso mesmo que ocorreu. Nem se trata de julgar a constitucionalidade ou não de uma lei aprovada. Trata-se de proibir os parlamentares de legislarem e aprovarem uma proposta. Para entender essa história, vamos voltar no tempo.

Quando o Psol foi criado, os deputados que mudaram para o novo partido não transferiram o tempo de TV nem o fundo partidário pertencente à sigla pela qual foram eleitos. O mesmo ocorreu quando o ex-vice presidente José Alencar e o senador Marcelo Crivella criaram o PRB.

Os parlamentares puderam ir para a nova legenda, mas o tempo de TV era o de um partido novo, que ainda não tinha eleito nenhum deputado. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou essa interpretação em 2006, a pedido do PSDB, porque favorecia os candidatos tucanos naquele ano.

Em 2007, o TSE decidiu que os mandatos obtidos nas eleições, pelo sistema proporcional (deputados estaduais, federais e vereadores), pertencem aos partidos políticos ou às coligações, e não aos candidatos eleitos. A decisão foi confirmada pelo STF em 2008, o que também beneficiou o PSDB e o DEM, que perdiam deputados para outros partidos. Logo, por coerência, o tempo de TV e o fundo partidário também deveriam pertencer ao partido e não ao candidato, o que bate com a interpretação de 2004.  

Vejam mais em BRASIL ATUAL

terça-feira, 30 de abril de 2013

Gilmar Mendes e a turma do terror


Impressionante a má vontade de toda a imprensa com parlamentares petistas e o Partido dos Trabalhadores.  A turma do pânico já está aterrorizando desavisados com a PEC 33/2011 apresentada pelo deputado Nazareno Fonteles (PR/PI) – que propõe novas regras sobre casos de relação entre o parlamento e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Veículos  de comunicações da grande imprensa tentam vincular a PEC exclusivamente ao PT. Colunistas escrevem páginas inteiras de jornais, apresentadores  de telejornais levam convidados para a  bancada afim de, juntos, analisarem a  proposta... O ministro  do STF , Gilmar Mendes , figurinha carimbada na mídia, também apareceu  com sua frase de efeito : "eles rasgaram a Constituição", bradou o ministro, com o mesmo exagero de quem  no passado afirmou que o Brasil estava sob "estado policial", quando, denunciou a existência de  grampos de seu telefone, jamais exibida ou comprovada pelo ministro  ou pela investigação  da Policia Federal. 

Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Gilmar Mendes julgará Jayme Campos, amigo que o lançou candidato pelo DEMos

Há quatro meses atrás, o senador Jayme Campos (DEMos-MT) lançou o nome do ministro do STF, Gilmar Mendes, para governador do Mato Grosso.

Jayme disse que Mendes sempre foi lembrado pelo partido, e que o conhece há pelo menos 20 anos. O senador disse que possui uma relação de amizade, admiração e respeito. Afirmou, também, que é bastante próximo do irmão do ministro, Chico Mendes, que já foi prefeito de Diamantino - município onde Gilmar nasceu - por duas vezes.

Visto no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA