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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Celso Amorim: Brasil superou o complexo de vira-lata

Em palestra a estudantes de Relações Internacionais, em Porto Alegre, o ex-chanceler disse que não vê "diferenças profundas nem superficiais" entre a política externa do governo Dilma e a do governo Lula. Celso Amorim apontou o conceito de desassombro como uma das razões do sucesso da política externa brasileira nos últimos anos. Segundo ele, o Brasil parou de ter medo da própria sombra e superou o complexo de vira lata cultivado por alguns setores da sociedade. O Brasil pode e deve influenciar os assuntos globais, acrescentou, destacando as mudanças dramáticas que estão ocorrendo no Oriente Médio e na África.


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Brasil terá maior responsabilidade de ajuda humanitária como 8ª maior potência do mundo, diz ministro

Cada vez mais o Brasil investe no soft power (em inglês, "poder suave"). O termo criado por especialistas em relações internacionais compreende a utilização da estrutura do país para influenciar indiretamente o comportamento ou interesses de outras nações por caminhos como contribuições financeiras, ações sociais, transferência tecnológica e cooperação técnica. O governo brasileiro desempenha esse papel em países na África, Oriente Médio e América Latina e Caribe, com um enfoque especial para o Haiti, onde lidera desde 2004 a MINUSTAH (Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti). Inspirada no Fome Zero – programa governamental destinado a garantir a alimentação da população –, a iniciativa brasileira cresceu durante os últimos anos, de acordo com o ministro Milton Rondó Filho, chefe da CGFome (Coordenação Geral de Ações Internacionais de Combate à Fome) e se tornou uma das principais ferramentas do governo para a assistência humanitária.


Vejam mais detalhes em OPERA MUNDI

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Universidade russa oferece 20 vagas para brasileiros interessados em estudar Relações Internacionais

A Universidade Amizade dos Povos (RUDN), localizada em Moscou, na Rússia, está com 20 vagas abertas, destinadas preferencialmente para brasileiros, para graduação, pós-graduação e intercâmbio em Relações Internacionais (RI). Apesar de ser em russo, não é necessário saber o idioma para realizá-lo. Isso porque, antes de ingressar no primeiro ano da graduação, o estudante faz uma Faculdade Preparatória. Com duração de 15 meses, tem como principal finalidade adaptar o brasileiro a nova língua para que ele se familiarize com os termos técnicos da profissão escolhida.

Vejam mais em PATRIA LATINA

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Política externa brasileira e a integração regional na Era Lula, por Paulo Roberto D. Carvalho

Resumo:  

A política externa representada pelo governo Luís Inácio Lula da Silva tem chamado a atenção de observadores e estudiosos do mundo inteiro, em vista de vários aspectos inovadores em sua formulação e execução. Através deste trabalho buscamos identificar quais as continuidades e transformações da política externa brasileira dos governos mais recentes. Utilizaremos alguns conceitos para compreender melhor o paradigma realista das relações internacionais.
  
(...)  
O diplomata Paulo Roberto de Almeida do seu ponto de vista do conteúdo, a diplomacia do governo Lula apresenta uma postura mais assertiva, mais enfática em torno da chamada defesa da soberania nacional e dos interesses nacionais, assim como de busca de alianças privilegiadas no Sul, com ênfase especial nos processos de integração da América do Sul e do Mercosul, com reforço conseqüente deste último no plano político. Tudo isso não deve surpreender os observadores mais argutos, pois que essas propostas figuram nos documentos do PT há praticamente vinte anos, por vezes nos mesmos termos e estilo (até na terminologia) que os atualmente proclamados, coincidindo, portanto, com a política externa praticada pelo governo Lula.  


Vejam o texto completo no Portal da Fundação Perseu Abramo