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domingo, 8 de maio de 2011

A barbárie e a estupidez jornalística

Elaine Tavares

Imaginem vocês se um pequeno operativo do exército cubano entrasse em Miami e atacasse a casa onde vive Posada Carriles, o terrorista responsável pela explosão de várias bombas em hotéis cubanos e pela derrubada de um avião que matou 73 pessoas. Imagine que esse operativo assassinasse o tal terrorista em terras estadunidenses. Que lhes parece que aconteceria? O mundo inteiro se levantaria em uníssono condenado o ataque. Haveria especialistas em direito internacional alegando que um país não pode adentrar com um grupo de militares em outro país livre, que isso se configura em quebra da soberania, ou ato de guerra. Possivelmente Cuba seria retaliada e com certeza, invadida por tropas estadunidenses por ter cometido o crime de invasão. Seria um escândalo internacional e os jornalistas de todo mundo anunciariam a notícia como um crime bárbaro e sem justificativa.


Vejam o texto completo em AMÉRICA LATINA EM MOVIMENTO

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Defesa do terrorista Posada Carriles se limita a agredir Cuba

Washington.— A defesa do terrorista Luis Posada Carriles em seu julgamento por delitos migratórios nos Estados Unidos se limita a tratar de demonizar Cuba, denunciou em 13 de janeiro uma ativista estadunidense.
Em entrevista telefónica com à PL, a membro do Comitê Nacional pela Libertação dos Cinco, Gloria la Riva, assinalou que durante a abertura do processo em El Paso, Texas, os advogados do criminoso tentaram desqualificar os documentos e as provas da Ilha.

Vejam mais detalhes em DIGITAL GRANMA INTERNACIONAL

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Quase três mil vítimas cubanas por hostilidade estadunidense

Havana, 1 abr (Prensa Latina) Quase três mil cubanos mortos é o saldo de meio século de hostilidade estadunidense contra a ilha, alvo hoje de uma nova fase de ataques midiáticos de Washington e de seus tradicionais aliados europeus.

Defensoras da política anticubana da Casa Branca, algumas capitais europeias -embarcadas durante a última década em aventuras militares do Pentágono em várias partes do mundo- têm evitado condenar seu sócio pelas ações terroristas contra o país caribenho.

Entre os falecidos aqui contam-se mais de uma centena de crianças afetadas pela introdução em 1981 da dengue hemorrágica, surto da doença então sem presença na região e que as evidências levam a laboratórios de guerra biológica da Casa Branca.


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