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domingo, 25 de setembro de 2011

Socialistas vencem eleições para o Senado e começam a mudar o mapa político da França

A política francesa começou a mudar ontem, com as eleições para o Senado. Pela primeira vez em 50 anos, os socialistas conseguiram a maioria absoluta na câmara baixa do Parlamento.

O resultado muda de tal forma o mapa político que levou a AFP a escrever que a vitória histórica dos socialistas provocou “um sismo na V República”.

Durante todo o dia persistiu a dúvida sobre quem conseguiria a vitória e por que margem. Às sete da noite, um deputado socialista avançava à AFP que o seu partido ganhara 22 lugares à direita da União Popular, o partido do Presidente Nicolas Sarkozy, empatando o escrutínio. Quatro minutos depois surgiu o 23.º senador.

Estas complexas eleições senatoriais galvanizaram a esquerda já alentada pelas sondagens que auspiciam a vitória de um seu candidato nas presidenciais de 2012. Só em Outubro será conhecido o adversário socialista de Sarkozy, mas os estudos de opinião que têm sido feitos têm dado sempre vitória aos socialistas e dificilmente o chefe de Estado conseguirá um segundo mandato de cinco anos.

Vejam mais detalhes em PUBLICO.PT

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Sarkozy será processado por crimes de guerra contra a humanidade na Líbia

Do1s célebres advogados franceses projetam demandar perante os tribunais o presidente da República Nicolas Sarkozy por crimes contra a humanidade na Líbia, segundo publicaram hoje aqui vários meios da imprensa.

De acordo com as informações, um representante da justiça líbia declarou em Trípoli que os juristas Roland Dumas e Jacques Vergs manifestaram a vontade de querelar o mandatário, em nome das vítimas dos bombardeios da OTAN.

Dumas, ex-ministro do Exterior socialista, assinalou que estava atônito ao constatar que a missão da Organização do Atlântico Norte (OTAN), orientada para proteger civis estava matando-os, enfatizaram os meios de imprensa.

O advogado denunciou uma agressão brutal contra um país soberano e acrescentou que estava disposto a defender o líder líbio Muamar el Gadafi no caso de ser julgado pelo Tribunal Penal Internacional.

Os diários informaram que Barras qualificou de assassinos os países da aliança atlãntica.

Vamos romper a parede de silêncio, declarou.

(Com informação de Prensa Latina)

Informação vista em CUBADEBATE

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Lapso na Televisão - A ex-ministra francesa Rachida Dati confunde "inflação" com "felação"

A ex-ministra da Justiça francesa Rachida Dati aceitou com humor a confusão que teve em um programa ao vivo, quando no lugar de dizer "inflação" disse "felação".

"Se isso faz as pessoas rirem...", consolou-se na rádio RTL a hoje eurodeputada do partido de Sarkozy quando a perguntaram a respeito do lapso que teve na véspera na cadeia de televisão Canal +. O erro da ex-ministra sarkozista teve uma grande repercussão na internet.

"Quando vejo que alguns (fundos de investimentos estrangeiros) pedem taxas de rentabilidade de 20% ou 25% com uma felação quase nula...", disse Dati em um programa dominical.

Vejam mais detalhes em elPeriódico.com

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Sabotagem faz Sarkozy virar piada na internet

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, está sendo vítima desde o último fim de semana de uma brincadeira de mau gosto na internet.

Ao escrever na página francesa do Google as palavras "trou du cul" (orifício anal em livre tradução) o primeiro resultado que aparece é o link da conta oficial de Sarkozy no Facebook, um fenômeno conhecido como "Bomba do Google".


Confira o restante da notícia, da EFE, na Folha.com .

França cassará cidadania de quem agredir policiais

PARIS (Reuters) - O presidente da França, Nicolas Sarkozy, prometeu nesta segunda-feira implementar a proposta de cassar a cidadania francesa de imigrantes que atacarem policiais, mas descartou a possibilidade de recorrer a essa punição para quem praticar a poligamia ou promover a circuncisão feminina.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Sarkozy é pego com DVDs piratas, diz jornal

O presidente francês Nicolas Sarkozy foi pego com 400 cópias ilegais de um documentário sobre ele mesmo, segundo o jornal Le Canard Enchainê.

A publicação diz que o político queria distribuir o material para amigos e diplomatas que participavam de uma conferência na França.

Continua na INFOExame.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Segunda huelga general contra Sarkozy

Los trabajadores franceses se manifestaron en todo el país, en la segunda huelga general convocada este año para denunciar las medidas del presidente Nicolas Sarkozy contra la crisis económica.

"La crisis no es culpa de los trabajadores", se leía en una pancarta de la mayor marcha, en París, donde la policía señaló que 85.000 personas partieron junto a líderes sindicales de la plaza de la República hacia la Bastilla.

Un millón de funcionarios secundaron la huelga, según fuente oficiales, y un tercio de los profesores de primaria dejaron de trabajar junto al 25 por ciento de los empleados de France Telecom y uno de cada cinco trabajadores de Correos.

PÁGINA/12

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sarkozy processa editora por manual de vodu com imitação de boneco seu

Boneco tem no corpo algumas das frases mais famosas de Sarkozy.
Os leitores do manual são encorajados a espetar alfinetes sobre as frases.

Mais no G1.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

A Merkel no le gusta que Sarkozy la manosee


La canciller se ha quejado a la Embajada alemana en París de los modos "demasiado amigables" del presidente francé.

La canciller Angela Merkel se siente siempre un poco violenta cuando el presidente francés, Nicolas Sarkozy, de gestos latinos, le da golpecitos en la espalda, le pone la mano en el hombro, la coge del brazo o la premia con un beso. Según informa el diario suizo Le Matin, la mandataria se ha quejado de los modos demasiado amigables de su colega a la Embajada de Alemania en París, a la que ha pedido que haga llegar el mensaje al Elíseo. Vejam mais no EL PAIS.COM

segunda-feira, 17 de março de 2008

Mídia francesa vê 'onda rosa' contra Nicolas Sarkozy

Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil

A ampla vitória da esquerda francesa nas eleições municipais do domingo é um revés pessoal para o presidente Nicolas Sarkozy e um voto de sanção contra seu governo, escrevem os jornais franceses nesta segunda-feira.

Em linhas gerais, a imprensa francesa avalia que a "onda rosa" - como a maioria dos jornais chama a vitória do Partido Socialista em diversas partes do país - é uma "advertência" para o governo do presidente Sarkozy.

Para o jornal Le Parisien, a onda da esquerda é "violenta", uma espécie de tsunami, e o presidente Sarkozy "recebeu um tapa na cara".

O diário Libération escreve que o "charme de Sarkozy" se dissolveu apenas dez meses depois de sua eleição.

A esquerda francesa passa a governar sete das dez maiores cidades do país, como Paris, Lyon, Estrasburgo e Toulouse, que estava nas mãos da direita há 37 anos.

A oposição de esquerda conquistou ainda 42 cidades com mais de 30 mil habitantes, como Reims, Amiens e Saint-Etienne, e, mais simbolicamente, Périgueux, onde o ministro da Educação, Xavier Bertrand, do partido de Sarkozy, o UMP, foi derrotado.

Metz também passou a ter o primeiro prefeito socialista desde 1848.

Como consolação, o partido do presidente Sarkozy, o UMP, conseguiu manter Marselha, a segunda maior cidade da França, assim como Bordeaux e Nice.

Além disso, 18 dos 22 ministros e secretários de Estado que disputaram as eleições municipais foram eleitos. Na França é possível acumular cargos eletivos.

Em função dos resultados do domingo, o presidente Sarkozy deve anunciar em breve uma mini-reforma ministerial.

'Sanções'

A socialista Ségolène Royal, ex-candidata à Presidência derrotada por Sarkozy, declarou que os resultados das eleições municipais representam "uma sanção contra a hiperpersonalização do poder", em referência à exposição constante do presidente na mídia, incluindo em relação à sua vida pessoal.

Em queda livre nas pesquisas de opinião, que lhe conferem uma popularidade de apenas cerca de 37%, Sarkozy vem sendo criticado por não ter agido para elevar o poder de compra dos franceses e por expor fortemente na mídia sua vida pessoal, incluindo divórcio e casamento.

O primeiro-ministro, François Fillon, preferiu declarar que "é melhor não tirar conclusões nacionais de uma votação local", mesmo porque o baixo índice de participação, de cerca de 65% - um dos mais baixos nas últimas décadas - não permite tirar lições dos resultados.

Mas o ex-primeiro-ministro Jean-Pierre Raffarin, também do partido UMP de Sarkozy, declarou que o governo "está muito à direita e deveria se abrir para o centro". Para ele, Sarkozy deve "corrigir a mira" e "modificar o discurso político" em relação a alguns temas, como o emprego.

Em editorial, o jornal Le Figaro, considerado como de direita, escreve que o governo deve tirar do "resultado medíocre" dessas eleições a conclusão de que é necessário "acelerar o ritmo das reformas e dar à função presidencial a solenidade que lhe cabe".

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Tentações do poder

São raras as pessoas que conseguem transformar o presidente da França em coadjuvante. A cantora e modelo Carla Bruni, namorada do atual líder francês, Nicola Sarkozy, com certeza é uma delas. Nas últimas semanas as notícias sobre seu suposto casamento com o ocupante do Palácio do Eliseu ocupou mais espaço nos jornais de todo o mundo que as ações políticas do amado. E parece que a coisa não vai parar por aí.

A revista espanhola DT publica na sua edição de fevereiro um ensaio - anunciado como o “último e mais ousado” – onde Carla mostra suas curvas, vestida apenas com um provocante par de botas.
A propósito: segundo uma recente pesquisa do instituto TNS-Sofres, 93% dos franceses acham que a mídia do país dá mais atenção de que deveria à vida privada do presidente. A mesma pesquisa diz que 52% da população acha que a ação política de Sarkozy não recebe atenção suficiente da imprensa francesa. Deu no G1.