terça-feira, 16 de setembro de 2014
Major Curió ainda atemoriza testemunhas da Guerrilha do Araguaia, diz Comissão da Verdade
As testemunhas confirmaram que o militar da reserva esteve inúmeras vezes na "Casa Azul", atual sede do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), que era usada pelo Exército como prisão ilegal e centro clandestino de tortura a presos políticos durante o regime militar. Segundo as testemunhas, Curió usava o codinome "doutor Luchini".
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Na ditadura, Exército torturava recrutas em treinamento no Pará, diz ex-soldado
"Eles me colocaram em um tambor de metal e me trancaram ali pelado. E soltaram o tambor de um morro, machuca muito, bate em pedra e tudo o que é coisa. Eles falavam que era treinamento, mas queriam mesmo era brutalizar a gente, mas não conseguiram", conta.
Guido, 60, atuou como soldado entre 1974 e 1980 e é testemunha de violações aos direitos humanos cometidas pelo Exército para reprimir a guerrilha. Ele era um soldado conscrito, ou seja, um civil convocado pelos militares para prestar serviços às Forças Armadas por um tempo determinado. Seu depoimento ocorreu durante uma visita de pesquisa à "Casa Azul", atual sede do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), que era usada pelo Exército como prisão ilegal e centro clandestino de tortura durante o regime militar.
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Grupo Araguaia localiza outra ossada na região da guerrilha
quinta-feira, 7 de junho de 2012
A execução dos guerrilheiros no Araguaia na voz de Curió
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Brasil completa um ano de desrespeito à Corte da OEA sobre Guerrilha do Araguaia
Entre as determinações da Corte da Organização dos Estados Americanos estão a investigação e punição dos responsáveis pelas torturas, homicídios e desaparecimentos forçados durante a Guerrilha do Araguaia; a identificação e entrega dos restos mortais dos desaparecidos aos familiares; o acesso, sistematização e publicação de documentos sobre a guerrilha em poder do Estado; e a implementação de programas de educação em direitos humanos permanentes dentro das Forças Armadas. A sentença diz ainda a Lei de Anistia de 1979 está em desacordo com a jurisdição internacional de direitos humanos, pois impede que perpetradores da ditadura sejam julgados, e que o Brasil deveria alterar sua legislação para permitir sua punição.
Confira o texto completo na Agência Carta Maior.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Araguaia: o que as Forças Armadas querem apagar
Em três dias de pesquisa nos 149 volumes do processo judicial que investiga o desaparecimento dos guerrilheiros do Araguaia, a Pública coletou relatos de dezenas de moradores que foram obrigados a prender, enterrar, matar e decapitar guerrilheiros – e sofrem até hoje as consequências do que viveram nesse tempo.
Reportagem da Agência Pública, divulgada no sítio da revista CartaCapital.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Curió na gaiola
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Corte Interamericana de Direitos Humanos julga Brasil por crimes contra guerrilheiros do Araguaia
A Corte Interamericana de Direitos Humanos começou nesta quinta-feira (20) a audiência pública na qual o Brasil terá que responder pelas acusações de detenção arbitrária, tortura e desaparecimento forçado de dezenas de pessoas em operações de repressão à Guerrilha do Araguaia, na década de 1970.
Para emitir seu julgamento, o órgão sediado na Costa Rica vai ouvir, entre hoje e amanhã, os depoimentos de representantes das vítimas, as conclusões da comissão interamericana e a defesa do Estado brasileiro, que está a cargo de uma delegação interministerial. O anúncio da sentença está previsto para novembro.
O processo é consequência de uma petição de agosto de 1995 movida por ONGs junto à Comissão Interamericana de Direito Humanos (CIDH). Desde então, organismo analisou o caso e sugeriu ao Brasil uma série de medidas reparatórias. Como o país não concretizou as sugestões, a Comissão encaminhou a denúncia à Corte, que é a última instância para o caso.
A notícia continua no UOL.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Medo impede moradores da região do Araguaia de procurar corpos de guerrilheiros, diz procurador
Membros do Ministério Público Federal em Marabá, no Pará, buscam paralelamente ao Ministério da Defesa descobrir o paradeiro de corpos de guerrilheiros que atuaram na região do rio Araguaia na década de 1970. Mas informantes locais evitam apontar pontos de enterros improvisados por medo de represálias, disse nesta quinta-feira (18) o procurador da República Tiago Modesto Rabelo.
Depois de conversar com moradores de Tabocão e de Brejo Grande, a cerca de 90 quilômetros de Marabá, Rabelo afirmou que alguns dos informantes aceitam dizer onde estariam mais corpos de guerrilheiros, mas se recusam a ir ao local. “Tudo que envolve aqueles combatentes e o Exército tem aura de muito mistério, muita repressão na cabeça daquelas pessoas simples”, disse o procurador ao UOL Notícias.
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quinta-feira, 18 de março de 2010
Ossadas que podem ser da guerrilha do Araguaia são encontradas no Pará
A descoberta da ossada foi feita por parentes do guerrilheiro Antônio Teodoro de Castro (que usava o codinome Raul na guerrilha) após um informante, que prefere não se identificar, indicar vários locais onde poderiam estar sepultados guerrilheiros.
Mais na BBC Brasil.
sábado, 4 de julho de 2009
AGU pede à Justiça que intime Curió a apresentar documentos sobre Guerrilha do Araguaia
Vejam mais na Agência Brasil
domingo, 31 de maio de 2009
Araguaia leva Brasil à Corte Interamericana
A denúncia também acusa o Estado brasileiro de não investigar os desaparecimentos devido à promulgação da Lei de Anistia, a Lei 6.683, de 1979, bem como de não dar informações sobre o epsódio a familiares das vítimas.
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LEIA O TEXTO DA DEMANDA CONTRA O BRASIL
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Jair Bolsonaro: “Desaparecidos do Araguaia – quem procura osso é cachorro”
Um deles com os dizeres “Desaparecidos do Araguaia – quem procura osso é cachorro”, com a figura do animal com um osso na boca. Segundo Jô Moraes, trata-se de uma ofensa “ao mais elementar princípio de respeito humanitário, aos mortos e desaparecidos. Uma afronta à Convenção de Genebra e a todos os pressupostos e instituições que regulamentam o conflito armado”.
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LEIA TAMBÉM: Ofensa de Bolsonaro aos mortos do Araguaia vai receber resposta
sábado, 11 de abril de 2009
PCdoB aponta ''fatos novos'' a 37 anos da Guerrilha do Araguaia
Vejam mais no Vermelho