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sábado, 18 de maio de 2013

Veja usa carro de líder do PSDB no Acre...

...para rondar a casa do governador Tião Viana; equipe da Veja se encontra em Rio Branco para acompanhar a Operação G-7, que deteve o diretor da Secretaria de Saúde do Acre, Tiago Viana das Neves Paiva, que é sobrinho do governador; "Não fiquei surpreso com essa relação promíscua. A revista Veja há muito tempo deixou de fazer jornalismo. Faz panfletagem tucana para atingir governos do PT", disse o secretádio de Comunicação do governo, Leonildo Rosas.

Vejam mais em 247 

terça-feira, 12 de março de 2013

Vale do Aço: Durval Ângelo diz que jogaram uma cabeça decapitada no quintal de um capitão

Na última sexta-feira o jornalista Rodrigo Neto foi assassinado em Ipatinga, Minas Gerais, região conhecida como Vale do Aço. O jornalista  foi surpreendido por dois pistoleiros no começo da madrugada. A história mais completa você pode ler aqui. Uma semana antes de ser morto, Rodrigo Neto teria procurado o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas, deputado Durval Ângelo (PT). Nesta entrevista exclusiva para o blog, concedida ao jornalista Felipe Rousselet, Durval Ângelo fala de como a situação no Vale do Aço está completamente fora de controle. E relata a história de um capitão que investigava assassinatos realizados por policiais e que mudou de cidade porque teve uma cabeça decapitada jogada no quintal de sua casa. Trata-se de um relato impressionante.


Confira no Blog do Rovai.

sábado, 11 de agosto de 2012

Escutas da PF comprovam ligação entre Cachoeira e diretor da revista Veja em Brasília

O deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR) preparou um relatório com informações da Polícia Federal que ligam diretamente Policarpo Jr., diretor da revista Veja em Brasília, ao bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. As informações são da revista Carta Capital. 

O relatório da Polícia Federal flagrou o bicheiro em contato direto com o jornalista para a realização de um grampo no telefone do deputado Jovair Arantes. O objetivo era conseguir informações privilegiadas da relação entre o parlamentar e dirigentes da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Para realizar a escuta ilegal, o contraventor destacou "Neguinho", como é conhecido o delegado da PF Deuselino Valadares, que foi preso durante a Operação Monte Carlo por ser considerado informante da quadrilha de Cachoeira.


Leia mais no R7.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Juiz da Operação Monte Carlo sofre ameaças e Perillo não faz nada

O juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima, de Goiânia, responsável pelo processo da Operação Monte Carlo, pediu afastamento do caso por ameaça de morte. O juiz disse no ofício que, mesmo seguindo rígido esquema de segurança sob recomendação da Polícia Federal, sua família já foi abordada na própria residência por policiais  deixando recados de que gostariam de "conversar" sobre a Monte Carlo - uma clara ameaça velada. A operação colocou no banco dos réus 35 policiais federais, civis e militares. 

Vejam mais em BRASIL ATUAL

terça-feira, 12 de junho de 2012

Bancada demotucana virou bancada de Cachoeira com Perillo na CPI

Para incautos ou ingênuos, pode parecer o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) se saiu bem no depoimento dado na CPI do Cachoeira. Afinal, tarimbado até em debates nas campanhas eleitorais, conseguiu responder quase todas as perguntas com desenvoltura.

Mas será que se saiu bem mesmo?

Vejamos ponto a ponto.

1) Não mostrou indignação contra a infiltração de Cachoeira em seu governo em Goiás. Se fosse alguém sem rabo preso como quis aparentar, teria que ter mostrado indignação pelo menos com assessores.

Na prática defendeu todos os assessores afastados, não fazendo qualquer crítica às condutas ou minimizando. 

Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Nota sobre as declarações de Gilmar Mendes


Ao povo brasileiro: como todos e todas puderam recentemente testemunhar, o ex-presidente do STF, Sr. Gilmar Mendes, fez declarações à revista Veja, ao site Conjur, aos jornais Globo e Folha de S. Paulo nesta semana, repercutido em diversos meios de comunicação, envolvendo o ex-presidente Lula e também o ex-ministro Nelson Jobim. Tanto foi assim que o próprio Gilmar Mendes teve que retificar tais declarações em seguida, na Rede Globo em 29/05.

Desta vez a tentativa de blindar o crime organizado não deu certo. Felizmente, o trabalho da CPMI do Cachoeira já transcendeu o poder de obstrução dos corruptos, corruptores e do Sr. Gilmar Mendes. Não adianta mais tentar ganhar no grito ou querer dispersar o foco objetivo da CPMI por meio de mentiras.

Vejam mais no blog do PROTÓGENES

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Cachoeira arrumou jatinho para Demóstenes e "Gilmar"


Escutas telefônicas indicam que o contraventor Carlinhos Cachoeira providenciou um jatinho King Air para dar uma carona ao senador Demóstenes Torres e a "Gilmar", no retorno de uma viagem da Alemanha ao Brasil. Em uma ligação no dia 23 de abril, um ex-vereador do PSDB pede autorização para buscar o "Professor" Demóstenes em um jatinho, que está com o "Gilmar". Na degravação, a PF questiona entre parênteses (“Mendes?”). O ministro do STF foi a Europa neste período para participar de um congresso internacional de Direito.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Tudo o que a Veja não quis que o Brasil visse


Tem cara que se finge de cego para passar rasteira deitado.
Nada melhor, então, do que ensinar a missa ao vigário.
Contar tudo de novo.
Nada de novo no front.
Já se sabe tudo o que Veja faz para impedir o Brasil de enxergar certas coisas.
Deturpa o passado, embaça o futuro e manipula o presente.
Mas não tem preço (ou tem? quanto foi?) o bandido Cachoeira dizendo, alto e bom som, ao jornalista Policarpo Jr:
“Poe esta nota aí, no Radar ou no Online!”.
Não cabe discussão. Só não admite quem é surdo. Ou ideologicamente cego.
Caiu a casa.


Continue lendo no blog do Juremir Machado da Silva

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Se partidos aliados ajudarem, imprensa e procurador prestarão contas na CPMI

PT quer investigar organização criminosa e isso inclui envolvimento da Veja no esquema de Carlinhos Cachoeira (foto) e o cochilo do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no andamento das investigações da Operação Monte Cassino, da Polícia Federal, concluído em 2009. E governo promete não interferir nos trabalhos para poupar ou para livrar investigados. A reportagem é de Maria Inês Nassif e Najla Passos.  

Vejam mais em Carta Maior

 

 

sábado, 14 de abril de 2012

O DISPOSITIVO ENTRA EM CENA


Passado o primeiro momento de perplexidade e catatonia, depois que  savonarolas, bicheiros e jornalistas  foram flambados nas próprias chamas, o dispositivo midiático demotucano se recompõe. A pasmaceira aos poucos recupera a afinação cúmplice de um coral de igreja: o importante no primeiro momento  é confundir. A desempenadeira torta da suspeição entra em campo para nivelar partidos  e reputações. A mensagem é martelada: a política é uma confederação de quadrilhas; todos os gatos são pardos.  



Vejam o texto completo em CARTA MAIOR(14.04.2012)

domingo, 8 de abril de 2012

A grande mídia a serviço de quadrilhas organizadas

No Brasil, estamos assistindo estupefatos ao descortinamento do conúbio inacreditável entre setores da mídia e crime organizado: gravações feitas pela Polícia Federal com autorização da Justiça revelam que a maior revista do pais, “Veja”, teria sido regularmente pautada por bandidos que usam espiões privados, alguns egressos do antigo SNI, para muitas vezes forjar escândalos. O artigo é de J. Carlos de Assis.  

Vejam mais em CARTA MAIOR

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Primeiro queimaram sua casa, depois tiraram sua vida. Como a traballhadora Dinhana Nink entrou na mira do crime organizado na Amazônia


Dinhana Nink, 27 anos, foi uma das pessoas mais corajosas que entrevistei nos 8 dias que passei investigando a violência no sul do Amazonas para a Agência Pública. Entre tantas histórias sobre pistoleiros que saqueiam, agridem e matam quem se opõe ao corte das árvores, ela foi uma das poucas entrevistadas que me recebeu de cabeça erguida e não teve medo de mostrar o rosto:
- Bote meu nome aí, eu vou falar sim. Eles mandaram calar a boca, mas eu não calo.
Mas não há recompensa para a coragem na Amazônia. Dinhana foi morta com uma bala no peito na madrugada da última sexta, dia 30. (...)


Continue lendo no Jezebel

segunda-feira, 5 de março de 2012

Recado dos pistoleiros: líder protegida pela Força Nacional encontra cão morto a bala

A lavradora jurada de morte Nilcilene Miguel de Lima recebeu um recado do crime organizado do sul do Amazonas no dia 1 de março. Ao descer da viatura da Força Nacional, acompanhada de dois policiais, ela encontrou o seu cachorro morto com um tiro no ouvido estirado perto do portão.
“Eu tô apavorada, não tem condição de ficar aqui”, ela disse, por telefone, na manhã desta sexta-feira, 2 de março.  Jurada de morte, a lavradora tem proteção ostensiva pelo Programa de Proteção dos Defensores de Direitos Humanos desde outubro do ano passado. 

Vejam o texto completo em PUBLICA

sábado, 21 de janeiro de 2012

Testemunha de operação contra milícia é morta com 10 tiros no Rio de Janeiro


A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense irá investigar a morte de Alex José do Carmo, a quarta testemunha da "Operação Capa Preta" assassinada.
Alex estava em um Astra preto e foi morto, com pelo menos dez tiros, no início da noite de ontem na Rua Urbano Duarte, no Parque Fluminense, em Duque de Caxias.
A vítima era considerada pela polícia como peça-chave do processo decorrente da operação, que, em dezembro de 2001, desarticulou uma quadrilha acusada de atuar como milícia e grupo de extermínio em Duque de Caxias.

Leia mais no UOL Notícias

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Guerra contra o tráfico no México já matou mais de 60 mil pessoas

O combate ao narcotráfico no México já deixou um saldo de 60.402 mortos durante os últimos cinco anos, de acordo com estimativas da revista mexicana Zeta. Conforme apurou a publicação, esse número se refere a 75% do total de assassinatos registrados pelo Sistema Nacional de Informação do México. De dezembro de 2006 a outubro de 2011, foram 80.107 homicídios no país.




Continue lendo no Opera Mundi

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Narcoguerra, infiltração de agentes da DEA para lavar dinheiro de cartéis continua polêmica

O problema é a infiltração, pela DEA, fora do território norte-americano, ou melhor, no México e sem controle pelas autoridades judiciárias e administrativas daquele país. Afinal, o México é um estado soberano e não um quintal dos EUA.




Confira o texto completo no blog Sem Fronteiras, de Walter F. Maierovitch


Leia também sobre este assunto: - Além de vender armas, governo Obama é acusado de lavar dinheiro do tráfico mexicano (no Opera Mundi)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Jornalista mexicana é decapitada após fazer denúncias no Facebook e Twitter

O corpo da jornalista mexicana Maria Elizabeth Macías Castro foi encontrado sem a cabeça na beira de uma estrada na cidade de Laredo, no México, no último sábado (24/09). Nos últimos dias, ela vinha postando, tanto no Facebook quanto no Twitter, sob o pseudônimo "La NenaDLaredo", algumas mensagens sobre grupos criminosos e denúncias de corrupção dos governos locais. Um bilhete deixado junto a seu corpo dizia que ela foi morta por "falar demais nas redes sociais" e atribuía o assassinato a um grupo criminoso local, afirmam jornais da região. Ainda não se sabe qual foi o comentário que mobilizou a tragédia. 




Leia mais no Olhar Digital

domingo, 28 de agosto de 2011

Dirceu compara revista brasileira a diário inglês fechado por praticar escutas ilegais

Capa de uma revista semanal de grande circulação no país, neste fim de semana, o ex-ministro José Dirceu deverá ingressar com uma ação judicial contra a editora da publicação, ligada a grupos de ultradireita no Brasil e no exterior, por crime contra os direitos individuais do cidadão. Dirceu afirma que, “depois de abandonar todos os critérios jornalísticos, a revista Veja, por meio de um de seus repórteres, também abriu mão da legalidade”.
– Houve a prática de um crime, no momento em que ele (o repórter Gustavo Nogueira Ribeiro) tentou invadir o apartamento no qual costumeiramente me hospedo em um hotel de Brasília – afirmou Dirceu ao Correio do Brasil.
Segundo o ministro, a publicação iniciou um “verdadeiro ardil” nesta quarta-feira, quando o jornalista Gustavo Ribeiro se registrou na suíte 1607 do Hotel Nahoum, ao lado do quarto em que normalmente se hospeda. 

Vejam mais detalhes no CORREIO DO BRASIL

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Juíza é morta a tiros durante emboscada em Niterói

No final da noite desta quinta-feira, a juíza Patrícia Acioli, de 47 anos, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo (RJ), foi morta, com vários tiros, quando se aproximava da entrada do condomínio onde residia, no Timbau, bairro do distrito de Piratininga, em Niterói (RJ). A polícia acredita em emboscada e crime encomendado. A juíza estava sem seguranças quando foi atacada.

Ao volante de um Fiat prata Idea, a vítima foi surpreendida por homens utilizando toucas ninja e ocupando duas motos e dois carros. Foram feitos pelo menos 15 disparos de pistolas calibres 40 e 45 contra a vítima, que morreu no local. A polícia espera contar com eventuais imagens gravadas pelas câmeras de segurança existente na portaria do condomínio.





Mais no Correio do Povo

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Jornalista desvenda as relações entre narcotráfico e governo no México

E o tema não é nada simples. Anabel explica que as relações entre o narcotráfico e o Estado mexicano guardam raízes nos anos 1970. Na época, o governo já tinha acordos tácitos com os chefões da droga. A grande diferença em relação aos dias de hoje, no entanto, é que havia total controle das instituições estatais sobre os cartéis. "O governo era uma autoridade inconteste sobre os traficantes e lhes dizia o que podiam e não podiam fazer. O Estado tinha forças para impor suas regras", conta.

Entretanto, o cenário começou a mudar na década de oitenta, com a introdução da cocaína – sempre ela – no mercado mexicano. "Quando se tratava somente da maconha, os narcotraficantes não tinham tanto poderio", diz Anabel. Não é difícil entender. A maconha é mais difícil de transportar: ocupa mais espaço, pesa mais e tem que ser vendida em grandes quantidades para que ofereça ganhos significativos. Por outro lado, a cocaína é leve e cara. Grandes carregamentos chegam a valer milhões de dólares.

"Os colombianos dos cartéis de Cáli e Medelín se associaram aos traficantes mexicanos para levar cocaína ao mercado norte-americano", explica Anabel Hernández. Os sul-americanos queriam explorar a imensa e desértica fronteira que existe entre México e Estados Unidos, uma vez que as rotas que costumeiramente utilizavam, passando pelo Caribe, eram cada vez mais conhecidas pelas autoridades. "Os traficantes começam a concentrar grande poder econômico no país. A conexão com os colombianos fez com que os cartéis mexicanos tivessem uma visão mais ampla do tráfico, que começou a ser encarado como um grande negócio".

Segundo Anabel, a CIA também desempenhou um importante papel no processo de fortalecimento dos chefões mexicanos da droga nos anos oitenta. Para incrementar o apoio que prestava aos contras – grupo que lutava nas selvas nicaraguenses para derrubar o governo sandinista –, a agência de inteligência estadunidense teria feito um pacto com os traficantes: "Fariam vista grossa ao transporte de droga aos Estados Unidos se os cartéis ajudassem a financiar a contrarrevolução na Nicarágua. Há documentos desclassificados aos quais tive acesso que comprovam esta relação". 





O texto completo está no Opera Mundi