quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Bush voltou a defender a tortura nos interrogatórios
Em declarações ao diário britânico The Times motivadas pela publicação de suas memórias, Bush afirmou que a tortura conhecida como "suplício da banheira" - que consiste em submergir a vítima em uma banheira até quase seu afogamento - ajudou a prevenir ataques planejados no aeroporto de Heathrow e no bairro comercial de Canary Wharf. "Tres pessoas foram submetidas ao suplício da banheira e creio que essa decisão salvou vidas", disse o ex-mandatário ao diário.
Vejam mais detalhes em PÁGINA/12
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Os cafajestes não querem a Comissão de Verdade
Numa atitude cafajeste, alguns setores da sociedade brasileira apresentam a “proposta” de – ao se instituir uma Comissão de Verdade sobre a ditadura – investigar-se “os dois lados”.
Vejam o texto completo no blog ESCREVINHADOR
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Cheney reconhece que autorizou uso de tortura contra prisioneiros
Em entrevista com a emissora noticiosa, o vice-presidente considerou que esse método é notavelmente exitoso para obter informação.
Os resultados falam por si só, comentou Cheney, um dos principais responsáveis da política belicista do governo de George W. Bush.
Esta é a primeira vez que um alto servidor público da administração republicana admite que aprovou o emprego do afogamento simulado, também conhecido como submarino.
O tema desatou uma onda de críticas nacionais e internacionais, e motivou uma audiência no Senado.
Vejam mais na Agencia Informativa Latinoamericana-PRENSA LATINA
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Ato de militares no Rio termina com protesto contra tortura
Uma manifestação de estudantes e membros do movimento “Tortura nunca mais” protestaram nesta quinta (7) em frente à sede do Clube Militar, no Rio, onde militares se reuniram no seminário “A Lei de Anistia – alcance e conseqüências”.
Aos gritos de “Tortura nunca mais, pela vida, pela paz”, os manifestantes aguardavam a saída do militar da reserva Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-comandante do Doi-Codi (Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna) do 2º Exército, em São Paulo, no período de 1970 e 1976.
Mais no G1.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Com a caveira no corpo ( O horror, o horror...)

Saiu no Blog Verbo Solto, do Luiz Weis, no Observatório da Imprensa:
Este, sabemos, é um blog de observação da imprensa. Mas, com perdão pela obviedade, todo olhar sobre a mídia é também um olhar sobre a realidade que ela retrata – exemplarmente, pavorosamente, ou qualquer coisa entre esses extremos.
Muitas vezes, pelo menos no meu caso, a crítica dos fatos emparelha com a apreciação do material jornalístico a seu respeito, quando não se lhe impõe pura e simplesmente.
É o caso do relato de Talita Figueiredo, no Estado de hoje, sobre as fantasias que “não param nas prateleiras” do comércio de carnaval, no Rio de Janeiro.
E quais são essas tão desejadas fantasias? As de policiais do Bope. E quem as procura? Crianças como Paula, 8 anos, neta do dono de uma loja do gênero. No ano passado, ela se vestiu de princesa. Neste, vai sair de short, colete com o símbolo da caveira, coldre e boina.
A fantasia é um hit, informa a reportagem. Fantasia, como em roupa de carnaval. Fantasia, como desejo de ser o que se veste. E hit, como em sucesso. Hit, como o tiro que acerta o alvo, num dos sentidos originais da palavra.
“Achamos que ia dar certo, mas não que ia vender tanto”. Comenta um comerciante. “Desde o início do mês, já quadrupliquei os pedidos.”
“Todas as variações que aqui chegam são vendidas rapidamente”, confirma outro.
Em algumas lojas, os vendedores já usam o colete. “Aqui, eu sou o capitão Nascimento”, se vangloria um deles.
Observação de mídia numa hora dessa? Só se for para agradecer à repórter do Estadão a amarga oportunidade de me fazer lembrar, pela enésima vez, da pergunta que fechava um artigo (já comentado aqui) do jornalista Alcino Leite Neto, da Folha, em março passado:
“É isto um país? É isto um povo?”