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sábado, 30 de abril de 2011

Antimatéria pesada

Uma colaboração que reúne 584 cientistas de 12 países – inclusive do Brasil – acaba de anunciar feito impressionante: a produção da porção de antimatéria mais pesada até o momento. Trata-se de um antinúcleo do elemento químico hélio. O hélio ‘normal’ (no caso, matéria) tem dois prótons e dois nêutrons. A sua antimatéria é formada por dois antiprótons e dois antinêutrons.

Matéria e antimatéria têm basicamente as mesmas propriedades. A diferença marcante é no sinal invertido da carga elétrica. Assim, um antipróton tem carga negativa – bem, isso não vale para partículas sem carga, como o nêutron, cuja antimatéria continua igualmente sem carga.

Quando matéria e antimatéria se encontram, elas se autodestroem, criando energia na forma de luz.

Vejam mais detalhes em CIÊNCIA HOJE-SBPC

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A rosa de Fukushima

Quais as condições necessárias para haver uma explosão nuclear? Por que isso dificilmente ocorrerá no Japão mesmo após os problemas nos reatores? Adilson de Oliveira trata dessas e outras questões em sua coluna de abril.

Por: Adilson de Oliveira

No dia 11 de março de 2011 ocorreu no Japão um dos mais fortes terremotos já registrados. Pelo fato de o epicentro do tremor ter sido no oceano, formou-se um tsunami que atingiu a costa norte do país, aumentando ainda mais a devastação. A pior consequência de todos esses eventos foi o acidente nuclear nos reatores que ficam na cidade de Fukushima. Devido ao tremor de terra, estes foram desligados.

Livre-se do FEBEAPÁ nuclear lendo o texto completo em CIÊNCIA HOJE-SBPC


terça-feira, 19 de abril de 2011

Triplo antídoto ao febeapá nuclear

Artigo de José Eli da Veiga* no jornal Valor Econômico desta terça-feira (19).

O besteirol lido e ouvido no Brasil sobre energia nuclear desde a tragédia de Fukushima Daiichi só é digno do festival idealizado há 47 anos por Stanislaw Ponte Preta. Em vez de escarnecê-lo, é melhor destacar três referências fundamentais. Mesmo porque, esclarecimentos sobre as 24 mais frequentes bobagens antinucleares estão em quadro que ocupa sete páginas do segundo capítulo do livro "Energia Nuclear: do anátema ao diálogo" (Senac, 2011, p. 64-70), dos engenheiros Leonam dos Santos Guimarães, da Eletronuclear, e João Roberto Loureiro de Mattos, do Centro de Desenvolvimento da Energia Nuclear (CTDN).


Vejam o texto completo no JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

sábado, 27 de novembro de 2010

O Big Bang revela novos dados sobre primeiros instanes do Universo

Genebra. A potente máquina do Big Bang do Centro Europeu de Investigação Nuclear(CERN) revelou novos dados sobre a matéria existente nos primeiros instantes de vida do universo descrevendo-a como "um fluido perfeito".

“A menos de tres semanas de haver posto em marcha os três experimentos a base de ber puesto en marcha los tres experimentos a base de colisões de íons de chumbo no Grande Colisor de Hádrons(LHC), estes já tinham dado uma nova perspectiva sobre a materia que haveria existido nos primeiros instantes de vida do Universo", revelou o CERN.

Em um comunicado indicou que as primeiras observações do experimento ALICE, qe está otimizado para o estudo de íons pesados, revelaram que nesses primeiros instantes o Universo, além de ser muito quente e denso, se comportava como um líquido.


Vejam mais detalhes em LA JORNADA

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O caçador de partículas

Físico Alberto Santoro lidera grupo de pesquisadores brasileiros na frente internacional de trabalho no Grande Colisor de Hádrons (o LHC).

O físico Alberto Santoro costuma responder assim àqueles que lhe perguntam sobre seu local de trabalho: "É o lugar mais vazio do sistema solar. Há um vácuo monstruoso e a pressão é um décimo da encontrada na superfície da Lua. Dentro de um túnel correm os objetos mais rápidos do mundo - prótons que viajam a 99,9% da velocidade da luz e se chocam 40 milhões vezes por minuto. Além disso, é um dos locais mais frios do universo: -271ºC. Ao mesmo tempo, é um dos mais quentes. Bem mais que o Sol. Mas isso tudo é sempre pontual e muitíssimo rápido".

Professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o amazonense Santoro lidera um grupo de pesquisadores brasileiros na frente internacional de trabalho no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), um túnel oval de 27 quilômetros projetado para o choque de partículas em velocidade, na divisa da Suíça com a França - um dos mais importantes experimentos da ciência contemporânea.

Vejam a entrevista no JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

domingo, 17 de outubro de 2010

Brasileiro: acelerador está entrando em região nunca antes explorada

O projeto do maior instrumento científico já construído, o acelerador de partículas LHC (Large Hadron Collider, ou grande colisor de hádrons) conta com a participação de diversos pesquisadores brasileiros. Segundo eles, apesar de ainda estar em uma fase inicial, o acelerador já teve resultados surpreendentes e está entrando num campo nunca antes investigado na prática.

"É uma região de energia que a gente nunca explorou em laboratório. Nós nunca fizemos esses tipos de reações em condições controladas. E o fato de a gente conseguir fazer isso já é um grande feito, já é uma grande conquista", diz Jun Takahashi, professor do Instituto de Física Gleb Wataghin, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Luz verde para a construção do reator de fusão nuclear

Os sócios do grande projeto ITER aprovam o financiamento e o calendário em uma reunião extraordinária


O ITER segue em frente, ainda que a Europa não saiba todavía exatamente como vai pagar sua parte no projeto. Com um suspiro de alívio acolheu numerosa equipe do reator experimentl de fusão ITER a decisão dos sete sócios deste importante projeto científico internacional de aprovar a proposta de financiamento, o calendário de construção e funcionamento e o novo diretor que permitem que a grande aventura científica siga adiante. "Hoje é um dia para celebrar. Estados Unidos, Russia, Coréia do Sul, India, Japão, China e Europa tem dado seu apoio, apontando para o futuro e esquecendo as dificuldades presentes, a um projeto que pode revolucionar a maneira em que a energia é gerada em nosso planeta. Creio que todos devemos nos felicitar por esta esperança", comentou ao EL PAÍS Carlos Alejaldre, diretor geral adjunto do ITER.




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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Brasil quer ampliar participação no âmbito da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (Cern)

Protocolo de intenções assinado nesta segunda-feira, 28 de setembro, em Genebra, manifesta a intenção do país de criar uma associação mais formal e permanente com a instituição europeia

O documento firmado pelo ministro da C&T, Sergio Rezende, e pelo diretor-geral da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês), Rolf-Dieter Heuer, visa ampliar e consolidar as relações de pesquisa entre os cientistas brasileiros e a instituição.

Em entrevista ao JC, o ministro Sergio Rezende disse que o protocolo de intenções busca inserir o Brasil de forma mais sistemática no Cern. Atualmente, ressaltou o ministro, 71 cientistas brasileiros participam de experimentos no laboratório europeu, mas por meio de iniciativas isoladas das suas universidades e instituições de pesquisa.

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