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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Forjemos nossas armas

Mauro Santayana,
“O governo da Presidente Dilma Roussef decidiu alterar as leis sobre a indústria bélica e editar normas para a política de defesa, que incentivam a produção nacional de armas e o desenvolvimento de processos tecnológicos autônomos. Os nossos leitores habituais devem recordar-se de matéria sobre o assunto que publicamos neste mesmo Jornal do Brasil sobre o tema em 16 de agosto do ano passado. No texto, citávamos a dramática advertência do general Maynard Santa Rosa: em caso de agressão estrangeira, só dispomos de munição para uma hora de resistência.

Um dos maiores erros dos governos de Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso, se não o mais grave, foi desarmar o Brasil. A doutrina FHC se baseava no falso conformismo de que jamais poderíamos nos defender do poderio bélico norte-americano e seria melhor transformar as forças armadas em corpos policiais destinados ao combate ao tráfico de drogas, sob o comando continental dos Estados Unidos, of course.     
  

Vejam mais no blog BRASIL! BRASIL!
 

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Yo no te espero!

En defensa de la laicidad!

Ante la visita a Barcelona, dentro de unos días, del máximo responsable de la Iglesia católica, queremos hacer pública nuestra apuesta en defensa de la laicidad, un conjunto de valores que comprende la libertad de conciencia, la autonomía del individuo, la separación entre el Estado y las iglesias de cualquier signo, y la búsqueda de la justicia y del bien común de toda la ciudadanía. La laicidad es un marco de relación que permite a los seres humanos vivir en una sociedad más justa basada en la convivencia pacífica y el respeto mutuo.

Vejam o texto completo em NODO50

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Controle operário e fortalecimento do Movimento de Fábricas Ocupadas no Brasil

Triunfo dos trabalhadores em Flaskô. Sob a autonomia operária, a fábrica adotou a carga horária de 30 horas semanais sem redução de salário.

No Brasil, no último 20 de julho, o Movimento de fábricas Ocupadas obteve uma importante vitória. Depois de muita mobilização, uma decisão judicial reverteu uma decisão anterior de fechar a fábrica Flaskô, situada em Sumaré, Campinas, São Paulo. Desde 2003, a fábrica - que produz materiais plásticos - vem sendo administrada pelos próprios trabalhadores que, se dependesse da gerência patronal, poderiam estar desempregados.


Na trajetória da Flaskô se observam varias lutas que ilustram a resistencia dos(as) operários(as) frente aos moldes industriais convencionais do Estado. Pesava sobre a fábrica a possibilidade de quebra e, consequentemente, a demissão em massa de centenas de pessoas. Sob a autonomia operária, alguns anos depois, a fábrica passou a adotar a carga horária de 30 horas semanais sem redução de salário. Esses são alguns dos fatores que fazem da Flaskô o mais recente exemplo do Movimento de Fábricas Ocupadas, indicando que outro conceito e outra prática de processo industrial são possíveis.


Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG

domingo, 1 de março de 2009

FSM: Autonomia sim, mas com responsabilidade política

Kjeld Jakobsen

Quando o Fórum Social Mundial se realizou pela primeira vez em janeiro de 2001 em Porto Alegre foi um grande passo adiante na luta contra o neoliberalismo, tanto do ponto de vista organizativo, quanto político. Ele ocorreu no momento em que o modelo neoliberal não conseguia mais justificar as suas políticas depois das crises asiática, brasileira, russa e outras que se seguiram combinadas com a ascensão de mobilizações sociais realizadas nos espaços nacionais, mas com bandeiras e retórica anti-globalização e anti-neoliberalismo, comuns.


Vejam o texto completo no Portal da Fundação Perseu Abramo