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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Sobe para 9 o número de mortos em protestos pela queima do Alcorão no Afeganistão


O  número de mortos nos protestos que sacodem o Afeganistão após a queima de exemplares do Alcorão em uma base militar ianque aumentou nesta quarta-feira para nove, informou  a agência afegã Pajhwok.
Os distúrbios, que nesta quarta-feira  se estenderam a numerosas províncias afegãs, causaram também dezenas de feridos.

Vejam o texto original em RIA NOVOSTI ou uma tradução livre em NEBULOSA.DE.ORION

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Narcoguerra - Heroína afegã nos vôos que regressam da frente

Enrico Piovesana
Peacereporter

Heroína afegã nos vôos que regressam da frente. A notícia reforça a suspeita sobre os interesses econômicos reais que há por trás da guerra do Afeganistão.

A notícia, difundida nesta segunda-feira pela BBC, de que vários militares britânicos e canadenses tem sido acusados de transportar heroína para a Europa aproveitando a falta de controle nos vôos militares de regresso da frente, não faz mais do que reforçar a suspeita sobre os interesses econômicos que existem por trás da guerra do Afeganistão.

O tráfico "militar" de heroína descoberto entre as bases da OTAN ao sul do Afeganistão (Helmand e Kandahar) e o aeroporto militar de Brize Norton (Oxfordshire, Inglaterra), será considerado com a consabida explicação das "maçãs podres", de um caso isolado que implica a uns poucos indivíduos.

Mas o mais provável é que seja a ponta do iceberg ou, melhor dizendo, as migalhas de um tráfico muito mais importante e organizado que seus principais gestores - militares e serviços secretos ianques - deixam a seus aliados, evidentemente mais torpes que eles na hora de encobri-los.

Há apenas alguns meses que a imprensa alemã havia revelado que uma das principais agencias privadas de "contratatistas" encarregada da logística das bases da OTAN no Afeganistão, Ecolog, suspeita de vínculos com a máfia albanesa, estava implicada no tráfico de heroína afegã que fazia entre Kosovo e Alemanha.

Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG

quarta-feira, 21 de julho de 2010

EUA: "Guerra ao terrorismo" pariu um monstro dentro do Estado

Relatório divulgado recentemente pelo congresso dos Estados Unidos revela que a propalada "guerra ao terrorismo", eufemismo ditado pelo governo do país à mídia para referir-se à política de agressão e ocupação militar, criou um monstro no sistema de informações e espionagem do Estado. Esse "monstro" já sugou mais de US$ 1 trilhão dos cofres americanos.

Cerca de 850 mil pessoas trabalham hoje para um sistema de espionagem e informação que foi ampliado a partir de 2001, em seguida aos ataques que destruiram três das sete torres do World Trade Center, em 11 de setembro daquele ano e parte do edifíco do Pentágono, em Washington.


Vejam mais no PORTAL VERMELHO

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Colômbia rejeita monitoramento da Unasul e reunião termina sem consenso

A reunião de ministros de Relações Exteriores e de Defesa da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) terminou sem consenso depois que a Colômbia rejeitou a proposta de que o bloco monitore as sete bases militares que serão utilizadas pelos Estados Unidos em seu território.

O governo colombiano também se negou a revelar detalhes do acordo de cooperação firmado com Washington, principal ponto de discussão do encontro, realizado nesta terça-feira em Quito, no Equador.

"Lamentavelmente não alcançamos soluções. Lamentamos a atitude da Colômbia, a intransigência de não querer tornar transparente o convênio sobre as bases militares", afirmou o chanceler da Bolívia, David Coquehuanca, ao deixar a reunião.

A apresentação do documento do acordo entre Bogotá e Washington e o acesso de membros do Conselho de Defesa às bases colombianas que serão usadas pelos Estados Unidos foi um pedido dos presidentes da Unasul durante a Cúpula realizada no mês passado em Bariloche, na Argentina.

Continua na BBC Brasil.

sábado, 29 de agosto de 2009

Brasil frena el choque entre Caracas y Bogotá

(...)
El debate tuvo aspectos muy significativos. El presidente brasileño dio la impresión de que su principal preocupación era mantener vivo el organismo suramericano. Ofreció todo tipo de muestras de respeto a la soberanía colombiana, pero no ocultó su inquietud por el uso conjunto de las bases. Lula dejó entrever una de sus grandes preocupaciones: la posición de los "países ricos" respecto a la Amazonía, que comparten varios países latinoamericanos. "Ellos se creen que la Amazonia es suya, pero no es así. Es nuestro problema, y somos nosotros quienes deberíamos reunirnos para tratar los problemas ambientales", sugirió.



Vejam mais em ELPAIS.COM

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Correa questiona capacidade da Colômbia de controlar uso de bases

Na véspera da reunião regional que vai discutir o acordo militar entre Estados Unidos e Colômbia, o presidente equatoriano, Rafael Correa, questionou nesta quinta-feira, em Lima, a capacidade do governo colombiano de controlar o uso das bases militares em seu território por parte de tropas americanas e ratificou que o acordo entre Bogotá e Washington é um assunto de toda a região.

"Quando os norte-americanos se deixaram controlar?", disse Correa a jornalistas durante uma escala técnica em Lima a caminho da cúpula da União de Nações Sul-americanas (Unasul), que será realizada nesta sexta-feira na cidade argentina de Bariloche para discutir o acordo entre Bogotá e Washington, que permite o uso de pelo menos sete bases colombianas por militares americanos.

A notícia continua na Folha Online.

sábado, 22 de agosto de 2009

Êta imprensazinha mentirosa... e com complexo de barata

O Presidente Lula telefonou para o Presidente Obama, e conversaram sobre as bases militares na Colômbia, e sobre a situação em Honduras.

O Presidente Lula representou os demais presidentes sul-americanos, e reinvindica um novo encontro de Obama com os presidente da UNASUL (a última, com a participação de Obama, foi em abril deste ano).

Obviamente uma nova reunião destas será agendada com muitos meses de antecedência.

Até porque para ser útil, o departamento de Estado e de Defesa dos EUA tem que firmarem posição para Obama poder assumir, e isso não se faz de improviso, em uma semana.

Lula se prontificou a afinar posições junto aos países vizinhos na reunião da Unasul, marcada para a próxima sexta-feira em Bariloche, Argentina.

Essa reunião da semana que vem nunca teve a presença de Obama solicitada. Seria ridículo chamar um presidente estadunidense (ou de qualquer país) para, em uma semana, mudar sua política militar de improviso.


Vejam mais no blog dos Amigos do Presidente Lula (aproveitem para ler a íntegra do documento do Gabinete de Segurança Institucional-GSI a respeito do caso Lina neste endereço)

sábado, 8 de agosto de 2009

Waldir: novas bases na Colômbia são "nocivas"

Claudio Leal
A ampliação das bases militares dos Estados Unidos na Colômbia, que motivou a visita do presidente colombiano Alvaro Uribe ao Brasil, é considerada "nociva" e "inconveniente" pelo ex-ministro da Defesa e ex-governador da Bahia Waldir Pires.
O governo dos EUA negocia o uso de sete bases militares no território da Colômbia. Críticas às negociações bilaterais com o Pentágono devem marcar na próxima segunda-feira o encontro da Unasul (União das Nações Sul-americanas).
- Não precisamos de bases militares de uma potência para pretender estabelecer essa segurança. Isso não é possível... Creio que essas organizações bilaterais, no instante em que estamos todos empenhados numa multilateralidade de valores, de convivência pacífica, são inconvenientes, nocivas. Não é esse o método - critica Waldir Pires.

Vejam a entrevista em Patria Latina

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Brasil não aceita versão dos EUA sobre bases militares

O governo brasileiro não aceitou a versão dos Estados Unidos sobre as bases militares que o país quer usar na Colômbia. O assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, general Jim Jones, ouviu o­ntem no Palácio do Planalto que o acordo sobre as bases "parece resquício da Guerra Fria".

A declaração engrossa a lista de divergências entre Brasília e Washington e pode pôr em risco a expectativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de construir uma relação bilateral mais profunda com o governo de Barack Obama.

"Afirmei que o presidente Lula manteve muito boas relações com o ex-presidente (George W.) Bush e alimenta uma expectativa ainda maior com Obama. Portanto, esperávamos que essa expectativa não viesse a ser frustrada", afirmou o assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia.

O general leva para os EUA um recado: "Não desperdicem essa opinião favorável que existe no continente sobre Obama", contou Garcia.

Vejam mais em KAOSENLARED.NET

Bases dos EUA na América Latina lembram Guerra Fria, diz assessor de Lula

Bases dos EUA na América Latina lembram Guerra Fria, diz assessor de Lula

Em visita ao Brasil, o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, general Jim Jones, ouviu do governo brasileiro que a existência de bases militares americanas na Colômbia “não contribui para a distensão” das relações na região e que parecem “resquícios da Guerra Fria”.

“Expressei nossa percepção de que bases estrangeiras na região parece um pouco como resquício da Guerra Fria”, disse o assessor de assuntos internacionais da presidência, Marco Aurélio Garcia, logo após encontro com o general americano.

O texto continua na BBC Brasil.