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sábado, 30 de março de 2013

Azenha: Globo consegue o que a ditadura não conseguiu: calar imprensa alternativa

Meu advogado, Cesar Kloury, me proíbe de discutir especificidades sobre a sentença da Justiça carioca que me condenou a pagar 30 mil reais ao diretor de Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, supostamente por mover contra ele uma “campanha difamatória” em 28 posts do Viomundo, todos ligados a críticas políticas que fiz a Kamel em circunstâncias diretamente relacionadas à campanha presidencial de 2006, quando eu era repórter da Globo.
Lembro: eu não era um qualquer, na Globo, então. Era recém-chegado de ser correspondente da emissora em Nova York. Fui o repórter destacado para cobrir o candidato tucano Geraldo Alckmin durante a campanha de 2006. Ouvi, na redação de São Paulo, diretamente do então editor de economia do Jornal Nacional, Marco Aurélio Mello, que tinha sido determinado desde o Rio que as reportagens de economia deveriam ser “esquecidas”– tirar o pé, foi a frase — porque supostamente poderiam beneficiar a reeleição de Lula.


Vejam mais em PATRIA LATINA

sábado, 6 de novembro de 2010

Derrotados tentam iugoslavizar o Brasil pela Internet

Mauro Carrara

Primeiramente, estes são os derrotados: o PSDB, o DEM, o PPS, as Organizações Globo, a Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, a Editora Abril, a TFP, a Opus Dei, os monarquistas, os falsos pastores evangélicos liderados por Piragine, a ala reacionária do episcopado católico e parcelas privilegiadas das classes médias urbanas do centro-sul do país.

Seguindo a velha cartilha golpista, essa confusa coligação quis ver na conduta dos setores progressistas uma ameaça à democracia. Seus líderes redigiram manifestos em defesa da unidade nacional, da liberdade de expressão e da tolerância. Meteram ali as assinaturas de celebridades e sub-celebridades da direita escancarada, da direita enrustida e de três ou quatro trânsfugas do esquerdismo.


Vejam o texto completo em GRUPO BEATRICE

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O ‘outro lado’ da Globo é exposto

CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 13 DE AGOSTO DE 2009

Rede Record apresentou manipulações dos Marinho

Uma história de décadas de manipulações, acordos espúrios, perseguições e golpes contra a democracia aplicados pela Rede Globo, comandada pela família Marinho, foi apresentada ontem à noite pela Rede Record aos brasileiros. Respondendo aos ataques contra a Igreja Universal e a seus representantes, o 'Jornal da Record' mostrou o outro lado da Globo. Nem o presidente Lula foi poupado pela Globo. Edição tendenciosa do debate em 1989 levou o então candidato adversário Collor de Mello à vitória. Depois foi na reeleição de Lula, em 2006, com a publicação de fotos de dinheiro, vetadas pela Polícia Federal, para comprar suposto dossiê do PT contra candidatos do PSDB.
'Democracia nunca foi o forte da Globo', afirmou o 'Jornal da Record'. 'O poder da família Marinho teve origem com a didatura militar. A organização, que já tinha jornal e rádio, apoiou os ditadores em troca de sinal verde para a ilegalidade', frisou a Record.

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terça-feira, 3 de março de 2009

MAIS SOBRE OS BOXEADORES CUBANOS

Midia | Sobre a farsa dos boxeadores q o Brasil teria entregue a Fidel

No Toda Midia de hoje na web Nelson de Sá escreve - "Editado por Luiz Fernando Lima, diretor de Esportes, só o 'Esporte Espetacular' de domingo noticiou que 'Erislandy Lara desfaz o mistério' em 'entrevista exclusiva" sobre a saída dos boxeadores cubanos do Brasil (lembra disso?). Nas palavras do próprio Lara - 'Nós quisemos voltar para Cuba. Nao foi pelo governo brasileiro nem por ninguém'...". 03/03 Blue Bus

"Editado por Ali Kamel, diretor executivo de Jornalismo da mesma Globo, o Jornal Nacional desta 2a evitou a notícia e respondeu já na escalada com 'O governo nega que o presidente tenha conversado com o cubano que desertou'...". 03/03 Blue Bus

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Policía federal cierra la Radio Muda en Brasil

21/Feb/09

La radio libre de Campinas, estado de San Pablo, fue cerrada por la mañana del miércoles. La emisora funciona desde 1986 en la universidad Unicamp y es reconocida como uno de los símbolos de la comunicación democrática en Brasil.

(...)
Un reportaje que salió el mismo día en el sitio del Grupo Globo, el más grande consorcio de medios comerciales de Brasil, caracteriza la radio como “pirata” y relaciona el cierre con interferencias en la aviación civil.


Vejam o texto completo na KAOSENLARED.NET (o destaque "Grupo Globo" em negrito no texto acima é de responsabilidade do editor Zejustino)