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terça-feira, 7 de junho de 2011

Esclarecendo o genocídio de Ruanda em 1994

Não se tratou de um genocídio cometido pelos hutus contra os tutsis, mas sim de uma guerra secreta dos EE.UU. que custou a vida tanto de hutus como de tutsis

Paul Kagamé: «Our Kind of Guy»

Será possível que não tenhamos entendido nada a respeito dos massacres que ensanguentaram Ruanda? Como eixo desse sangrento jogo aparece o impenetrável Paul Kagamé.

Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Mais de um milhão de iraquianos já morreram sob a ocupação norte americana

Mais de 1,2 milhões de iraquianos sofreram mortes violentas desde a invasão em 2003, de acordo com um estudo realizado pelo prestigiado instituto de pesquisa britânico Opinion Research Business (ORB). Estes números sugerem que as mortes causadas pela invasão e ocupação do Iraque competem em número com os assassinatos em massa do século XX, o número de mortos no Iraque ultrapassa em 800 000 a 900 000 vítimas o genocídio em Ruanda, em 1994 e agora está já próximo ao número de 1,7 milhões de mortos nos famosos ´campos da morte´ do Khmer Vermelho, nos anos 70 do século passado.

O levantamento ORB cobre quinze das dezoito províncias do Iraque. Entre as áreas não abrangidas estão as duas regiões mais instáveis do país, Kerbala e Anbar, e a província de Arbil, no norte, onde o instituto foi proibido de pesquisar por parte das autoridades locais. Depreende-se em face de entrevistas com 2 414 adultos que mais de um em cada cinco tiveram uma morte em sua casa por causa do conflito.

Vejam mais no TRIBUNAL IRAQUE-Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

A culpa pelo genocídio de Ruanda

Mais um capítulo de uma história muito mal resolvida.

O governo de Ruanda ontem divulgou um relatório em que acusa formalmente a França de ser conivente com o genocídio de 1994. Como se fosse pouco, pede nada menos do que a punição a três ex-primeiros-ministros (Edouard Balladur, Alain Juppé e Dominique de Villepin) e aponta o dedo para um totem da política francesa, o falecido presidente François Mitterrand.

As acusações são de que os franceses financiaram e forneceram apoio político e logístico para que o então regime hutu organizasse e executasse o mais rápido genocídio da história moderna. Em menos de três meses, mais de 1 milhão de cidadãos da etnia tutsi, rival histórica dos hutus, foram massacrados.

veja mais no Blog da Folha - Pé na África.