Acompanhando temporada no Brasil, vice-diretor do Balé
Nacional da Rússia explica por que os russos ainda são os melhores
bailarinos do mundo e denuncia a “tragédia” das companhias particulares
de balé.
Alex Solnik, especial para Gazeta Russa
Poucos acreditaram quando o cônsul-geral da Rússia em São Paulo, Mikhail Troiânski, plantou as primeiras sementes. Nas cidades de Brasília, São Luís, Recife e Olinda, onde já foram apresentados “O Lago dos Cisnes”, de Piotr Tchaikovsky, e “Giselle”, de Adolphe Adam, os espetáculos foram aplaudidos de pé pelo público brasileiro, que lotou as salas de espetáculo.
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