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domingo, 24 de outubro de 2010

Educação superior em Lula x FHC: a prova dos números

Naomar de Almeida Filho (*)

Um jornalista que se apresenta como um dos mais acessados do Brasil pretendeu "desmontar" a política do governo Lula na educação superior. Fiquei interessado no tema. Fui reitor de uma universidade federal durante quatro meses no governo FHC e quase todo o tempo do Governo Lula, o que me permite a rara situação de, na condição de gestor público, poder comparar os distintos cenários de política de educação superior. Minha área de pesquisa é a Epidemiologia. Nessa condição, trabalho com modelagem numérica e técnicas quantitativas de análise, num campo onde exercitamos uma quase obsessiva busca de rigor, validade e credibilidade. O artigo é de Naomar de Almeida Filho.

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

quinta-feira, 25 de março de 2010

De bolsista do Pro-Uni a mestrando nos EUA

Depois de se formar em administração em Belo Horizonte, Bruno Lucio Santos Vieira, 22, ingressou no mestrado em relações internacionais na Ohio University, nos Estados Unidos. Hoje, no curso, o estudante dedica seu tempo a disciplinas como história econômica norte-americana e mercados financeiros.

A biografia resumida acima pode parecer com a de algum brasileiro bem-nascido e cheio de oportunidades. No caso de Bruno, no entanto, cada passo tem sido uma batalha: filho do aposentado Henrique Barbosa Vieira, 68, e da dona de casa Neide Lúcia Santos Vieira, 56, o rapaz concluiu a educação básica toda em escola pública, fez a graduação pelo Prouni (Programa Universidade para Todos) no Centro Universitário Una e ganhou, pelo bom desempenho, desconto para a pós-graduação.

Continue lendo no blog do Luís Nassif.

terça-feira, 10 de março de 2009

Formandos do ProUni enfrentam dificuldades por emprego

O jovem Bruno Silva, 21 anos, encerra e inaugura nesta terça-feira mais um ciclo de vida. Nesta noite, ele recebe o diploma de bacharel em jornalismo. Também nesta terça ele foca toda a atenção para seu próximo objetivo: "Para este ano, o que eu quero mesmo é conseguir um emprego fixo", resume ele, atualmente diagramador freelancer de uma revista de compras da zona sul de São Paulo.

Bruno é um dos 112 mil estudantes que ingressaram na universidade, no início de 2005, por meio do recém-criado Programa Universidade para Todos (ProUni). Nesta noite, ele se torna um dos integrantes da primeira leva de bolsistas do ProUni formados e, assim como os outros, pretende entrar para o mercado de trabalho formal brasileiro.

O formando foi um dos estudantes de escola pública e de renda familiar de até três salário mínimos per capita contemplados com um subsídio de 100% do valor das mensalidades de seu curso, na Universidade de Santo Amaro (Unisa), graças à boa nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2004.

O bom desempenho na escola, e também na universidade, porém, não garantiram a ele uma possibilidade de trabalho como a esperada, pelo menos por enquanto.

Continue lendo no Terra.