quarta-feira, 28 de outubro de 2009
China confirma execução de 2 participantes de distúrbios em Tibete
O porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores chinês, Ma Zhaoxu, foi quem dez o anúncio das duas execuções, as primeiras relacionadas às revoltas de Lhasa que são oficialmente confirmadas.
Continua no UOL Notícias, da Agência EFE.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Tibetanos protestam no Nepal e na Índia contra os Jogos Olímpicos
Monges em Katmandu fizeram ato contra a repressão no Tibete.
Na Índia, polícia teme que manifestantes tentem se imolar com fogo.
Veja a notícia no G1.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Anistia: Mais de mil tibetanos estão desaparecidos
Mais de mil tibetanos detidos durante os protestos pró-independência, que ocorreram em março, na China, continuam desaparecidos, aponta um relatório divulgado nesta semana pela Anistia Internacional.
O documento afirma que há denúncias de casos de abuso nas prisões e que, enquanto detidos, os tibetanos teriam apanhado e ficado sem comer.
Segundo a Anistia, dados oficiais do governo chinês contabilizam apenas os detidos que foram condenados , no que a organização chama de julgamentos "duvidosos".
Os confrontos – considerados os piores dos últimos 20 anos na região - estouraram no dia 10 de março quando a polícia e manifestantes entraram em choque nas ruas da capital, Lhasa. Várias pessoas foram presas durante os protestos.
Segundo números divulgados em maio pelo governo tibetano no exílio, que tem sede na cidade de Dharamsala, na Índia, centenas de manifestantes tibetanos ainda estariam detidos.
Com a passagem da tocha olímpica por Lhasa marcada para este sábado e o compromisso de Pequim em promover a liberdade de expressão, a Anistia Internacional pediu esclarecimentos do governo chinês sobre o paradeiro dos tibetanos desaparecidos.
Mais na BBC Brasil.
domingo, 30 de março de 2008
Ressentimentos motivam ação tibetana contra a China
Ressentimentos motivam ação tibetana contra a China
Shakya afirmou que os líderes chineses devem estar perplexos diante dos protestos em Lhasa, pois acreditava-se que o Tibete estivesse pacificado sob a mão firme de Zhang. Em 2006, a China inaugurou a maior ferrovia do mundo, que custou US$ 4,1 bilhões e atravessa o platô tibetano para ligar a isolada Lhasa ao resto do país. Pequim descreve a ferrovia como uma ferramenta vital para a economia tibetana, a mais pobre da China.
Mas muitos tibetanos vêem as ferrovias como uma ameaça. A China tem colocado dinheiro no Tibete na esperança de incentivar o desenvolvimento econômico, e acreditando que rendas maiores conquistariam uma nova geração. Para muitas famílias tibetanas, a vida melhorou. Mas a China também encorajou um elevado número de imigrantes chineses, cuja presença diluiu a maioria tibetana.
“Essa é a maior fonte de ressentimentos”, declarou Shakya a respeito da imigração chinesa. Ele afirmou que os tibetanos acreditam que os chineses têm mais oportunidades de empregos, e o desemprego tibetano está alto. Pequim com certeza percebeu que a nova geração que ela pretendia conquistar estava protestando nas ruas de Lhasa.
terça-feira, 18 de março de 2008
China bloqueia YouTube e site do "Guardian" após distúrbios no Tibete
É a segunda vez em meio ano que a China censura o YouTube, uma das páginas web mais populares do mundo.
A primeira ocasião foi em outubro de 2007 quando aconteceu o 17º Congresso do Partido Comunista da China, um evento realizado de cinco em cinco anos que costuma ser acompanhado de um aumento do controle informativo.
A China, que - segundo algumas fontes - já está em segundo lugar no mundo no número de internautas (mais de 220 milhões), é também um dos que mais censura a rede.
Texto do Último Segundo, no IG.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Manifestantes queimam carros no Tibete
A China acusou simpatizantes do líder espiritual do Tibet, Dalai Lama, atualmente exilado, de "arquitetar" o levante, que mancha a imagem do país cuidadosamente construída de prosperidade e harmonia nacionais, às vésperas dos Jogos Olímpicos de Pequim.
O Dalai Lama pediu que a China pare de usar a força e que dê início a um diálogo com os tibetanos. Manifestações semelhantes ocorridas em outras oportunidades foram violentamente esmagadas pelas forças de segurança chinesas com armas de fogo e prisões em massa.
As passeatas pacíficas realizadas por monges budistas nos últimos dias deram lugar a multidões em fúria enfrentando policiais.
"A situação está bem caótica nas ruas", afirmou por telefone um tibetano que mora na região. "As pessoas estão queimando carros, motos e ônibus. Há fumaça por todos os cantos. Eles estão atirando pedras e quebrando janelas. Nós estamos com medo."
Mais na Reuters.
