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quarta-feira, 10 de julho de 2013

A INSOLÊNCIA AMERICANA

         (JB)-Nota-se uma diferença de linguagem na reação do governo brasileiro à ampla invasão do sistema de comunicações de nosso país pelos serviços secretos norte-americanos. A presidente Dilma Rousseff, ainda que ponderada, foi muito mais incisiva do que o chanceler Antonio Patriota.  

      O ministro chegou a elogiar a disposição do Departamento de Estado em nos prestar esclarecimentos, pelas vias diplomáticas – como se isso fosse uma concessão do poderoso, e não uma prática da diplomacia clássica. Não se trata de verberar sua atitude, e menos ainda, de louvá-la, mas, sim, de entendê-la: Patriota tem notória simpatia pelos Estados Unidos, onde foi embaixador, antes de assumir a Secretaria-Geral do Itamaraty, e é casado com uma cidadã norte-americana.
     
Vejam mais no blog do MAURO SANTAYANA

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Snowden, Evo Morales e adeus às ilusões

Recife (PE) - Os últimos acontecimentos na política internacional trazem uma luz didática para todas as pessoas que acreditam na liberdade e democracia do capitalismo. O mundo do capital, mais conhecido em propaganda e livros didáticos como o sistema de “livre mercado”, recebeu nestes dias uma clareza de desmonte. 
  
Para situar os fatos nos últimos 30 dias, primeiro Edward Snowden, um ex-técnico da CIA,  revelou para todo o planeta que o governo dos Estados Unidos espiona a vida íntima, pessoal de cidadãos não só no território norte-americano. Se ficasse somente entre os governados por Obama, a espionagem já seria um escândalo, uma prova hard e real do imaginado pelo escritor George Orwell, quando profetizou a existência do Big Brother. Mas o revelado pelo funcionário da CIA foi mais longe. Diplomatas e governos da União Europeia são também espionados. E mais: todos somos rastreados nos telefones celulares e nas informações da internet que passem pelo Google, Apple e o Facebook. E-mails, fotos e outros arquivos dos usuários em todo o mundo são aprisionados. O que é uma realização dos evangelhos: nada escapa aos olhos de Deus.  

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O desafio imperial

Mauro Santayana 

Se tivéssemos alguma dúvida sobre o desprezo que nos concedem os países europeus — e que é compartilhado no outro lado do Atlântico Norte — ela estaria resolvida pelo desaforo cometido contra o presidente da Bolívia, Evo Morales, tratado como um indesejável pela França, Espanha, Itália e Portugal. E tratado também com insolência pela Áustria, que lhe concedeu pouso de emergência, mas o reteve em Viena por 17 horas, antes de autorizar o voo de retorno a La Paz.
Não foi só o presidente da Bolívia o desfeiteado no episódio.

Todos os latino-americanos, incluídos os cidadãos do México, foram atingidos pelo insulto. E não adiantam disfarces de esfarrapada diplomacia: para essa atitude contribuiu o sentimento racista que no fundo os anima. Somos mestiços — e isso basta. 

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quarta-feira, 3 de julho de 2013

A covardia europeia contra o presidente Evo Morales

Paris - Os europeus são incorrigíveis. Para não ficar mal com o império norteamericano são capazes de violar todos os princípios que defendem nos fóruns internacionais. O presidente boliviano Evo Morales foi o último a experimentar as consequências dessa política de palavras solidárias e gestos mesquinhos. Um rumor infundado sobre a presença no avião presidencial boliviano do ex-membro da Agência Nacional de Segurança (NSA) norteamericana, o estadunidense Edward Snowden, conduziu a um sério incidente diplomático aeronáutico entre Bolívia, França, Portugal e Espanha.

Vejam mais em CARTA MAIOR


Veja também: 
- Morales: proibição de voo sobre países europeus responde a uma "política imperial" (no Opera Mundi);


sábado, 16 de março de 2013

EUA continuam financiando planos golpistas contra Cuba




Durante o mandato de Obama, a Usaid e o Departamento de Estado concentraram o patrocínio de programas subversivos contra Cuba
Carlos Latuff
O Ministério de Relações Exteriores de Cuba denunciou, nesta sexta-feira (15), que os Estados Unidos destinaram 205 milhões de dólares, entre 1996 e 2011, para propagandas dedicadas a promover um golpe de Estado em Cuba.   


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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Governo dos Estados Unidos mantém embargo a Cuba

Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Mesmo com a recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU) de suspender o embargo econômico, comercial e financeiro a Cuba, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Mark Toner, disse que o governo manterá a medida em vigor. Desde 1962, Cuba é submetida às restrições por parte dos Estados Unidos. Ontem (13), 188 países defenderam o fim do embargo, inclusive a delegação do Brasil.
"Nossa política continua em vigor. Nossa política está focada em criar melhores laços com o povo de Cuba", disse o porta-voz. “[O governo norte-americano] não vai mudar a política em relação ao país”.
A resolução da ONU, que recomenda o fim do embargo econômico, comercial e financeiro a Cuba, foi aprovada por 188 votos a favor, 3 contra ( Estados Unidos, Israel e a República de Palau) e 2 abstenções (Ilhas Marshall e Micronésia). Há 21 anos, a instituição condena a medida. 

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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Guatemaltecos vítimas de experimentos da CIA apresentam apelação

 
Guatemala experimentos CIART – Os guatemaltecos vítimas de experimentos médicos ianques na década de quarenta apresentaram um recurso de apelação à decisão de um juiz federal de indeferir seu caso, informam os advogados de defesa. 
 
Os contaminados com sífilis e outras enfermidades venéreas entre os anos 1946 e 1948 apresentaram o recurso perante a Corte de Apelações do Distrito de Colúmbia, o primeiro caso num processo que esperam seja extenso, segundo afirmou a advogada Piper Hendricks. 
"O processo de apelação é muito extenso", declarou, enfatizando que não esperam uma decisão do tribunal antes do outono de 2013. Segundo a defesa, "a imunidade é legalmente inaplicável em circunstâncias tão extremas como este caso".  
 
Texto original em CUBADEBATE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

EEUU, seus camaradas de armas da al Qaeda e outras histórias de um império enlouquecido

Global Research 

O Afeganistão nos anos oitenta e noventa...

Bósnia e Kosovo nos anos noventa... Líbia 2011... Síria 2012... 

Nos conflitos militares de cada um destes países os EEUU e a al Qaeda (ou um de seus associados) tem estado no mesmo lado. 
O que isto nos diz da "Guerra contra o Terrorismo" dos EEUU? 

Um mudança de regime tem sido o objetivo ianque em cada ocasião: derrotar comunistas ou os "comunistas" sérvios, Slobodan Milosevic, Muamar Khadafi, Bashar al-Asad... todos hereges ou infiéis, todos não crentes ao império, todos inconvenientes para o império.  
Por que, se o inimigo é o terrorismo islâmico, os EEUU verteram tanto sangue e dinheiro contra a OLP, Iraque, Líbia e agora Síria, todos governos seculares no Oriente Médio?  
Por que os aliados árabes mais próximos de Washington no Oriente Médio são os governos islâmicos da Arábia Saudita, Qatar, Kuwait, Jordânia, e Bahréin? Barhréin hospeda uma base naval ianque; a Arábia Saudita e Qatar são canais para transferência de armas aos rebeldes sírios. 
Por que, se a democracia significa algo para os EEUU, todos esses aliados do Oriente Médio são monarquias? 
Por que, se o inimigo é o terrorismo islâmico, os EEUU conduziu Kosovo -90% islâmico e talvez o governo mais gângster do mundo- a declarar unilateralmente sua independência da Sérvia em 2008, uma independência tão ilegítima e artificial que a maior parte das nações do mundo não a reconhecem?   
 
Vejam o texto original em Rebelion.org ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Hiroshima e Nagasaki: Estados Unidos impõe seus interesses no mundo por meio da barbárie

Em Hiroshima e Nagasaki foram massacrados crianças, adultos e anciãos com mais de 80.000 e 140.000 pessoas mortas respectivamente, nos dias 6 e 9 de agosto de 1945. Tudo isto após a capitulação nazista em 7 de maio de 1945, a qual os EEUU haviam contribuído muito pouco ou quase nada, já que não foi seu principal inimigo e não os enfrentou diretamente até o final do conflito, quando então os nazistas já estavam muito debilitados e haviam perdido qualquer opção de vitória. Há que se recordar que os EEUU entraram na Normandia em junho de 1944, menos de um ano antes da capitulação alemã. Nesta situação os EEUU não poderiam pretender ter um grande direito militar ou moral sobre o resultado final da guerra, já que outros que outros adversários como Inglaterra ou especialmente a Rússia tinham muito mais a dizer porque haviam sofrido e sacrificaram-se muito mais. Por isso ante a falta de boas razões para convencer por algum motivo legal, moral ou ético, a administração ianque marcou e pôs as condições da negociação sobre o pós-guerra mediante o uso, fora de lugar e extremamente criminoso, da força, com as novas tecnologias das armas nucleares. Tratava-se de condicionar e intimidar a União Soviética, a qual queria indenizações pelos danos e ataques sofridos, entre estas concessões estariam que nem a Polônia ou Alemanha tivessem governos hostis à URSS para evitar os fatos recentes.

Vejam o texto original em Terc3ra Información ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Aniversário (114°) do desembarque ianque em Cuba: Recordando outro Dia-D


Dallas Darling
Asia Times Online


Diferentemente do tenente Horace Henderson que escreveu:

“Notei que nada se movia sobre a praia exceto uma niveladora. A praia estava coberta de escombros, embarcações afundadas e veículos destruídos. Vimos muitos corpos na água.... Saltamos a água que nos chegava ao peito e atravessamos para a outra margem. Então vimos que a praia estava literalmente coberta de corpos de soldados ianques;” [1]
Richard Davis informou:
“Logo o mar estava salpicado com fileiras de barcos brancos cheios de homens envoltos em cobertores brancos com armas apontadas em todas as direções, balançando-se na água, enquanto uns barcos que pareciam de papel se aproximavam mais e mais. A cena era estranhamente parecida com uma regata..."[2]
Nessa semana, em 1898, o exército dos EEUU desembarcou em Playa Daiquiri, a 29 km a leste de Santiago de Cuba. Foi claramente diferente do desembarque do Dia-D em 1944, também em junho, que ocorreu nas praias da Normandia, França. Durante os primeiros da invasão de Cuba, não houve Omahas nas quais forte fogo de metralhadoras, morteiros e tanques alemães destroçou milhares de soldados ianques. Não houve uma Luftwaffe lançando bombas e metralhando soldados que se arrastavam pelo solo. Não havia alemães caindo enquanto navios de guerra disparavam contínuos bombardeios. Não havia armadilhas mortais repletas de sangue[3] ou serviços religiosos para enterrar os mortos. 

Vejam o texto original em CUBADEBATE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

segunda-feira, 19 de março de 2012

O massacre no Afeganistão não foi loucura

Robert Fisk
Parece que enlouqueceu, anunciaram jornalistas. Será? Querem que acreditemos nisso? Claro, se estivesse completamente louco, nosso sargento teria matado 16 de seus companheiros norte-americanos. Teria assassinado seus camaradas e depois ateado fogo aos corpos. Mas ele não matou norte-americanos; escolheu matar afegãos. Houve uma escolha. Por que, então, matou afegãos? Há uma pista interessante que não apareceu nos noticiários. O artigo é de Robert Fisk.

domingo, 11 de março de 2012

Militar americano assassina 16 civis no Afeganistão

Ele invadiu casas e atirou nas pessoas a esmo

Um soldado americano matou pelo menos 16 civis ao sair de sua base e abrir fogo contra afegãos na província de Kandahar, reduto talibã no sul do Afeganistão, segundo as autoridades locais.
"Um militar americano foi detido devido ao incidente que deixou vítimas civis", indicou a Isaf, força armada da Otan, em um comunicado, indicando que "lamenta profundamente o incidente".
Ele deixou sua base militar em Panjwai por volta das 3h deste domingo (19h30 de sábado no horário de Brasília), invadiu casas na região e abriu fogo contra moradores. 

Vejam mais no JORNAL DO BRASIL

 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Com a mesma bandeira: marines e nazistas

É coerente com seu comportamento: um grupo de marines ianques posa ante uma bandeira das SS hitleristas no Afeganistão. 
Segundo a cadeia Fox, os marines não serão sancionados porque utilizaram o simbolo das SS associado às palavras "sniper scouts" (franco-atiradores exploradores), isto é, assassinos à distância.  


Vejam o texto original em LA PUPILA INSOMNE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Fechem Guantanamo




Vejam em TRIBUNALIRAQUE.INFO(26.01.2012)

E vejam também CLOSE GUANTANAMO

A CUBA QUE DILMA VISITA

Emir Sader
Assim que Fidel e seus companheiros tomaram o poder e o governo dos EUA acentuou suas articulações para tratar de derrubar o novo poder, a grande burguesia cubana e uma parte da classe média alta foram se refugiar em Miami. Bastava esperar que mais um governo rebelde capitulasse diante das pressões norte-americanas ou fosse irremediavelmente derrubado. Afinal, nenhum governo latinoamericano rebelde tinha conseguido sobreviver. Poucos anos antes Getulio Vargas tinha se suicidado e Peron tinha abandonado o governo. Os dois governos da Guatemala que tinham ousado colocar em prática uma reforma agrária contra a United Fruis – hoje reciclada no nome para Chiquita -, sofreram um violento golpe militar. 


Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Hackers planejam lançar satélites contra a censura na rede

30/12/2011, David Meyer (editor de Tecnologia), BBC-Londres
http://www.bbc.co.uk/news/technology-16367042

Ver também
14/11/2011, “30 anos de hacking político”
http://redecastorphoto.blogspot.com/2011/11/30-anos-de-hacking-politico.html
A comunidade hacker planeja pôr a Internet fora do alcance dos censores. Para isso, trabalham para pôr em órbita seus próprios satélites de comunicação. O esquema foi delineado no Congresso Caos de Comunicação, em Berlim, em agosto de 2011[1].

Os organizadores do projeto dizem que sua Rede Hacker-espacial Global [ing. Hackerspace Global Grid] também implica desenvolver uma rede de estações em terra, que fará a intercomunicação entre os satélites e as estações em terra.


Vejam o texto completo em NOVAE

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Mais um cientista do programa nuclear iraniano assassinado

* Mais um cientista do programa nuclear iraniano é assassinado num atentado a bomba, em Teerã, nesta 4ª feira**Mostafa Ahmadi Roshan é o 4º cientista do programa iraniano assassinado desde 2010** governo local atribui ações a serviços secretos de Israel e EUA** em recente anúncio de cortes de gastos militares, Obama adiantou que a nova doutrina de segurança dos EUA vai privilegiar ações 'pontuais' de eficiência imediata, espionagem e guerra cibernética**Guantánamo completa 10 anos** Obama engole promessas e  sanciona lei que permite aos EUA manterem 'suspeitos' em cárcere indefinidamente** 60% dos detidos no campo de concentração norte-americano foram presos sem provas** 


Vejam em CARTA MAIOR - Quarta-feira 10/01/2012

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O jornalismo hipócrita da Rede Globo e da mídia nacional

No primeiro dia útil de 2012 a Rede Globo e a mídia brasileira noticiaram – de forma hipócrita – que o Irã, mais uma vez, desafiava o mundo ao fazer testes com mísseis de médio e longo alcance no Estreito de Ormuz, por onde passa a maior parte do petróleo consumido no Ocidente, fornecido por monarquias árabes corruptas e subservientes ao imperialismo e ao sionismo.  

O “jornalismo” da Globo tenta induzir a opinião pública a apoiar qualquer tipo de ação criminosa por parte dos EUA ou da Otan contra o Irã, para favorecer a política belicista e imperialista dos EUA e racista de Israel.

Vejam mais em PORTAL VERMELHO



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

EEUU instala base de drones no sul da Líbia

Ao sul da cidade oásis de Katroun situada a mil quilometros de Trípoli no deserto do Saara, os ianques secundados pelos franceses já instalaram uma base de aviões espiões sem piloto -drones-, com os quais vigiam de perto os movimentos revolucionários ativos na região do Magreb árabe e o Sahel africano.
libia-mapa1A Líbia ocupada pela OTAN e Qatar converteu-se numa base militar de ameaça, desestabilização, espionagem e provocação contra os povos da Argélia, Tunísia, Egito, Nigéria, Chade, Mali, Sudão e Mauritânia. As forças líbias leais à Yamahiriya, as tribos tuaregues e toubou, o Exército nacional popular argelino são os principais objetivos da espionagem. De nenhuma maneira é certo que estes drones estejam destinados a controlar as quadrilhas terroristas da Al Qaeda que são uma força aliada deles na região. O Pentágono quer consolidar no poder os regimes pró-imperialistas da Líbia, Egito, Sudão, Tunísia e desestabilizar os de Mali, Argélia e Nigéria.

(Tomado de Resistencia Libia. Mais informação, em inglês em  http://www.ronpaulforums.com/entry.php?486-URGENT!-US-HAS-ATTACKED-IRAN-!-DAY-OF-INFAMY-!-and-also-attacked-SYRIA! )

 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011