terça-feira, 16 de abril de 2013
Agricultores acampam no pátio da Receita Federal, em Porto Alegre
A mobilização dos agricultores integra as ações do "Abril Vermelho" – que lembra o massacre de Eldorado do Carajás, no Pará, ocorrido em 17 de abril de 1996, que culminou com a morte de 19 camponeses em confronto com policiais.
Os agricultores reivindicam a criação de uma Política Nacional Camponesa que apresente alternativas aos limites enfrentados no campo para acesso aos conhecimentos, à saúde, à moradia, ao saneamento básico, ao lazer, à cultura e que garanta as condições técnicas produtivas para a produção de alimentos saudáveis.
Leia mais no Correio do Povo.
sexta-feira, 8 de março de 2013
MPF investiga concessão de lote à esposa de acusado de mandar matar extrativistas
Leia na CartaCapital.
sábado, 11 de agosto de 2012
A 'utopia' que irrita uns e desconcerta outros
Por trás dos saques, que irritaram a direita e desconcertaram parte da esquerda, existe uma liderança de carne e osso e uma estrutura organizativa que desautoriza a visão corrente segundo a qual as organizações políticas convencionais --e os projetos históricos progressistas-- perderam o sentido, tendo sido substituídos pela instantaneidade das mobilizações high-tec, de engajamento espontâneo e estrutura episódica.
Vejam mais em CARTA MAIOR
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
No Pará, assentados sofrem pressões de grileiros e madeireiros
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Pará, terra de ninguém
Leia o texto completo na CartaCapital.
quarta-feira, 23 de março de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Caso Cutrale: trabalhadores sem-terras são inocentados e processo é arquivado
De acordo com o desembargador Luis Pantaleão, em seu relatório, não havia indícios que ligassem os acusados aos crimes alegados. Além disso, o desembargador citou problemas no processo. A prisão preventiva foi decretada antes do recebimento da denúncia e ainda com a investigação em curso, para o desembargador não havia indícios de que os acusados trariam algum empecilho ao processo. O encarceramento foi baseado também na suposta “imoralidade” dos trabalhadores, acusação que não sustenta a prisão preventiva.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
MST vê ocupação com Dilma e tensão no campo com Serra
SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil viverá um aumento das ocupações de terra se a petista Dilma Rousseff vencer as eleições e um crescimento da violência no campo caso o tucano José Serra seja o escolhido.
O diagnóstico é do economista marxista João Pedro Stédile, fundador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), maior organização social do país.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Mídia oculta os crimes dos ruralistas
Leitura completa na Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Após ameaças, centenas de brasileiros abandonam terras no Paraguai
Há cerca de 36 anos, a gaúcha Odete Bender deixou o Rio Grande do Sul em direção ao Paraguai, com a promessa de terras baratas e melhores oportunidades. Neste período, ela conta ter adquirido uma propriedade agrícola, uma padaria e um restaurante na cidade de Mariscal Francisco Solano López, Departamento de Caaguazú, região central do país.
(...)Odete está entre as cerca de 500 famílias de brasiguaios que chegaram nos últimos meses ao acampamento Antônio Irmão, de acordo com os coordenadores do MST no local. Segundo a prefeitura, no entanto, há cerca de 600 brasiguaios no local. Todos esperam recomeçar a vida após conseguirem terras no Brasil.
Notícia completa na BBC Brasil, com vídeo embutido.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
17 de Abril - Lutar pela Reforma Agrária é lei
Vejam em ADITAL-Noticias da América Latina e Caribe
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Sobre o assassinato de Pedro Alcântara , coordenador da FETRAF/Pará
"A Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Brasil (FETRAF-BRASIL/CUT), vem por meio deste expressar seu pesar e indignação pelo assassinato de Pedro Alcântara, coordenador da FETRAF-PARÁ, pela brutalidade com que o companheiro foi morto na última quarta-feira (31).
O crime compõe a série de atentados que aqueles que lutam contra desigualdade social, por um País mais justo e por efetiva Reforma Agrária ,têm sofrido ao longo dos anos.
Continue lendo na comunidade do blog do Luís Nassif.
quarta-feira, 31 de março de 2010
MST - Lutas pela Reforma Agrária -Notícias
Na última sexta-feira (26/3), assentados da região de Porto Alegre (RS) deram início à colheita da safra do arroz ecológico, no Assentamento Lagoa do Junco, na cidade de Tapes, a 103km da capital. Ao todo, foram plantados 2.104 hectares nesta safra. A estimativa de produção é de 177.767 sacas de arroz ecológico (sem o uso de venenos e adubos químicos) e em transição. Este trabalho é realizado há 11 anos e envolve hoje oito assentamentos de seis cidades próximas a Porto Alegre. São 211 famílias assentadas integradas na atividade. Segundo o presidente da Cooperativa de Produção Agropecuária dos Assentados de Tapes (COOPAT), Tarcísio Stein, a adesão das famílias ao sistema cresce 18% ao ano, o que pode fazer com que a produção alcance, em 2012, cerca de 300 mil sacas de arroz ecológico.
Vejam mais em KAOSENLARED.NET
terça-feira, 30 de março de 2010
Carter: Kátia Abreu recebe 25 vezes mais dinheiro do Governo do que o MST
Paulo Henrique Amorim – Qual é a responsabilidade da agricultura familiar na produção de alimentos na economia brasileira ?
Miguel Carter – Na página 69 há muitos dados a esse respeito.
PHA- Aqui: a mandioca, 92% saem da agricultura familiar. Carne de frango e ovos, 88%. Banana, 85%.. Feijão, 78%. Batata, 77%. Leite, 71%. E café, 70%. É o que diz o senhor na página 69 sobre o papel da agricultura familiar. Agora, o senhor falava de financiamentos públicos. Confederação Nacional da Agricultura, presidida pela senadora Kátia Abreu, que talvez seja candidata a vice-presidente de José Serra, a Confederação Nacional da Agricultura recebe do Governo Federal mais dinheiro do que o MST ?
MC – Muito mais. Essas entidades ruralistas em conjunto, a CNA, a SRB, aquela entidade das grandes cooperativas, em conjunto elas recebem 25 vezes do valor que recebem as entidades parceiras do MST. Esses dados, pelo menos no período 1995 e 2005, fizeram parte do relatório da primeira CPI do MST. O relatório foi preparado pelo deputado João Alfredo, do Ceará.
Confira a entrevista completa no Conversa Afiada.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Violência no campo, mais 2 camponeses assassinados
No dia 9 de dezembro às 14 horas dois coordenadores da LCP/RO foram seqüestrados por pistoleiros na estrada que liga o acampamento Rio Alto à cidade de Buritis. Os coordenadores Elcio Machado (Sabiá) e Gilson Gonçalves foram torturados com requintes de crueldade, tendo as unhas e pedaços de pele do corpo arrancados. Em seguida, ambos foram assassinados. No mesmo dia de manhã, outros dois camponeses já haviam sido perseguidos na mesma estrada.
Continua no Vi o Mundo.sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Brasil: MST - "Seguiremos organizando o povo para a luta"

Fizemos grandes jornadas de lutas e mobilizações que recolocaram a Reforma Agrária na pauta do governo e da sociedade. Apontamos que a democratização da terra era e é a saída para a crise e, como conseqüência, enfrentamos diversas ofensivas e tentativas de criminalização por parte do inimigo - cujas tentativas de desmoralização culminaram na instalação de uma CPMI contra a Reforma Agrária.
Joba Alves , da coordenação nacional do MST, faz um balanço político das lutas do Movimento em 2009 e elenca os desafios para 2010
Entrevista
Vejam a entrevista em KAOSENLARED.NET
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
O massacre de Felizburgo
Em 20 de novembro de 2004, o fazendeiro Adriano Chafik Luedy e seus jagunços invadiram o acampamento Terra Prometida, no município mineiro de Felisburgo, assassinaram cinco trabalhadores rurais Sem Terra e deixaram mais de 20 gravemente feridos. O Massacre de Felisburgo, que completa cinco anos, é considerado um retrato da atualidade da violência no campo, da impunidade da Justiça e da paralisação da Reforma Agrária.
Para lembrar esta data e reafirmar nosso compromisso na luta o MST/MG e os Setores de Comunicação, Cultura e Direitos humanos do MST apresentam o vídeo documentário FELISBURGO, com a duração de 10”36”’.
ASSISTA O VÍDEO CLICANDO NO LINK ABAIXO
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
O Pará precisa passar por uma intervenção urgente
Jornais de circulação nacional divulgaram hoje que o Tribunal de Justiça do Pará aprovou uma intervenção federal para que sejam cumpridas ordens de reintegração de posse de áreas ocupadas. O pedido foi encabeçado pela Federação de Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que reclamam que a governadora Ana Júlia Carepa não tem sido célere em devolver as terras – muitas das quais comprovadamente griladas – para as mãos dos latifundiários. A matéria vai ser analisada pelo Supremo Tribunal Federal para ser posta em vigor.
A informação está sendo contestada pelo governo. Segundo Ibraim Rocha, procurador geral do Estado, o Tribunal não decretou nenhuma intervenção: “Não houve decisão de intervenção. O Tribunal preferiu, em vez de arquivar os pedidos, mandar para uma instância juridicamente mais capacitada [Supremo Tribunal Federal] para análise”, declarou à Agência Pará. O procurador afirmou que existem milhares de pedidos de intervenção em todo o país – em São Paulo seriam mais de 2 mil – e que uma intervenção federal é uma decisão remota.
Mais no blog do Sakamoto.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Cutrale devolve terras griladas
Adital -
Para maior surpresa, admitiu que é inconcebível que, "num país de 8,5 milhões de Km2, haja tantas pessoas sem um lugar para trabalhar e até mesmo para morar".
Com esse gesto, continuou, "contribuiremos para fazer uma justiça histórica nesse país, já que desde a chegada dos portugueses, a terra tornou-se um pesadelo para nossos índios, negros e pequenos camponeses. Queremos, de uma vez por todas, superar essa injustiça histórica, criar a paz no campo e que essa paz se estenda também por nossas cidades".
Vejam mais em ADITAL
terça-feira, 15 de setembro de 2009
No Brasil, a acumulação do capital está diretamente ligada à terra
Para o Professor, no Brasil, a luta pela Reforma Agrária assume características essencialmente anti-capitalistas, diferente de muitos países que já realizaram a Reforma Agrária e destaca que a estrutura concentrada do poder e de terra no país tem suas origens na própria formação do Estado Brasileiro. “O Brasil conforma uma sociedade onde a estrutura de poder das oligarquias está extremamente ligada à estrutura de poder do estado. E, desde o início, a estrutura montada para a acumulação do capital está diretamente ligada a terra.”
Sobre o debate da Reforma Agrária na atualidade, o Professor Carlos Walter destaca a questão da territorialidade como um importante elemento para os movimentos sociais de luta pela terra. “Quando falamos que queremos ser reconhecidos pela nossa territorialidade, não queremos só a terra, queremos um sentido determinado de estar na terra, queremos o respeito ao nosso modo específico de estar na terra”.
Em entrevista à Comissão Pastoral da Terra (CPT NE2), o Professor fala sobre a formação do Estado brasileiro, a importância do debate da territorialidade na luta pela terra, dos desafios e de novas perspectivas para o avanço da luta pela Reforma Agrária no país.
Vejam a entrevista completa na Revista Fórum