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sábado, 17 de setembro de 2011

Os esqueletos caem do armário

 O governo Álvaro Uribe terminou há pouco mais de um ano, mas seus abusos rivalizam com os piores momentos das ditaduras do Cone Sul nos anos 1970. No início de setembro, foi condenado a 40 anos de prisão Pedro Antonio Agámez, suposto “gato” que em 2007 recrutou dezenas de jovens oferecendo-lhes trabalho no campo e os entregou a militares para que os executassem e assim cumprissem sua cota de “guerrilheiros mortos em combate”. Desde 2008, a procuradoria-geral recebeu denúncias de 2.701 pessoas mortas dessa maneira, os chamados “falsos positivos”.


Contine lendo na Carta Capital.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Uribe denuncia aliança paramilitar e admite casos de 'falsos positivos'

O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, denunciou hoje (25) uma suposta aliança entre narcotraficantes e oficiais do exército que permitiu o assassinato de milhares de inocentes, admitindo assim a existência dos ‘falsos positivos’.


"Em 2006 e 2007, grupos do narcotráfico da região de Ocaña [cidade do nordeste do país, próxima à fronteira com a Venezuela] se infiltraram na brigada e conseguiram alianças para poder avançar no negócio ilícito da coca", disse o presidente.

Continue lendo no Ópera Mundi.


segunda-feira, 8 de março de 2010

Ativistas vivem 'insegurança permanente' na Colômbia, diz ONU

Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) alerta para as ameaças contra ativistas de defesa dos direitos humanos na Colômbia, deixando-os em uma situação de "insegurança permanente".

O documento do Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU chama a atenção sobre a "vigilância ilegal por parte dos serviços de intelgiência do Estado, as detenções arbitrárias, as incursões em sedes de ONGs e o roubo de informações".

"Algumas das violações dos direitos humanos dos ativistas são atribuídas às guerrilhas, a novos grupos armados ilegais e a organizações paramilitares que, segundo os próprios ativistas, não foram desmanteladas", diz o relatório.

"As ameaças geram um clima de terror dentro da comunidade dos defensores dos direitos humanos e impedem o seu papel legítimo."

Continua na BBC Brasil.


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Primo de Álvaro Uribe é preso pela segunda vez na Colômbia


O ex-senador colombiano Mário Uribe Escobar, primo e aliado político do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, foi preso nesta quarta-feira por suposto envolvimento com grupos paramilitares.

O escândalo, que envolve dezenas de políticos colombianos, ficou conhecido como “parapolítica”.

Mário Uribe foi preso em Medellin horas depois que a Suprema Corte ordenasse sua captura. O ex-congressista deve ser levado à capital Bogotá para responder à acusação de conspiração para cometer atos criminosos, conforme informou a imprensa local.

Continua na BBC Brasil.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Chefe do narcotráfico diz ter financiado campanha presidencial de Uribe

Um dos mais poderosos chefes do narcotráfico na Colômbia afirmou ter financiado a campanha eleitoral do presidente colombiano, Álvaro Uribe, alegando que era a única maneira de livrar o país da "ameaça comunista".

Diego Murillo, conhecido como "Don Berna", foi condenado na quarta-feira por uma corte dos Estados Unidos a 31 anos de prisão e ao pagamento de US$ 4 milhões em multas pelo crime de narcotráfico.

Texto completo no UOL Notícias. Notícia original da BBC.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Contabilidade de paramilitares revela pagamentos a quatro jornalistas

Pelo menos quatro jornalistas receberam pagamentos milionários dos chefes paramilitares enquanto negociavam sua desmobilização com o Governo do presidente colombiano, Álvaro Uribe, informou hoje o telejornal "Notícias Uno".

Mais no G1.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Anistia Internacional denuncia aumento de execuções extrajudiciais na Colômbia

MADRI, 28 Out 2008 (AFP) - A organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional (AI) denunciou o aumento de "execuções extrajudiciais pelas forças de ordem na Colômbia e as violações de direitos humanos cometidas por grupos paramilitares", segundo documento publicado nesta terça-feira em Madri.

Em documento obtido pela AFP, a ONG destaca que, segundo o governo colombiano, no país há um "renascimento irreversível de uma paz relativa, um rápido recuo dos índices de violência, a desmobilização com sucesso de milhares de combatentes paramilitares e uma justiça efetiva para as vítimas de abusos".

"Sem dúvida, é certo que nos últimos anos a incidência de alguns abusos caiu", continua a AI em seu relatório de 85 páginas. "Mas outros, no entanto, aumentaram, particularmente as execuções extrajudiciais cometidas diretamente pelas forças de segurança e os deslocamentos forçados das populações", continua.

Há mais no UOL Notícias.