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terça-feira, 21 de junho de 2011

UE adia liberação de ajuda à Grécia até aprovação de plano de austeridade

Os países da zona do euro adiaram em duas semanas a liberação do quinto lote de ajuda financeira para a Grécia, à espera que as autoridades em Atenas aprovem o programa de consolidação fiscal exigido pelos parceiros da UE (União Europeia).

O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, convocou nesta segunda-feira uma nova reunião de ministros de Finanças da zona do euro para o dia 3 de julho, na qual espera atingir a meta não conseguida no domingo: destravar o quinto lote do programa de resgate, avaliado em 12 bilhões de euros.

Para isso, o governo grego deverá primeiro mostrar sua legitimidade como interlocutor, ao ganhar o voto de confiança do Parlamento previsto para ser votado nesta terça-feira, mas também conseguir o envolvimento de todos os partidos gregos com a estratégia de consolidação fiscal a médio prazo e o programa de privatizações, em um voto parlamentar programado para o fim do mês.


Continue lendo no Opera Mundi. 

Leia também no Opera Mundi: Ajuda à Grécia é condicionada à aprovação de cortes de gastos.

terça-feira, 17 de maio de 2011

A Nestlé também é alvo de críticas na Suíça

Num caso de espionagem que está sendo investigado pela Justiça suíça, a empresa de segurança Securitas teria repassado à Nestlé informações sobre a Attac e o ativista brasileiro Franklin Frederick.

A Nestlé também é alvo de críticas porque seu diretor-geral na Suíça, Roland Decorvet, integra o conselho de uma fundação da Igreja Protestante contrária à privatização da água. A empresa rebate as acusações e nega a existência de um conflito de interesses.

O assunto não é novo, mas voltou a ser destaque na semana passada nos jornais Tagesanzeiger e 20min.ch, ambos do grupo Tamedia, segundo maior grupo de mídia da Suíça, com manchetes como "A espionagem da Nestlé na luta pela água".

Continue lendo no WikileaksBrasil. 

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Após dez suicídios, empresa nega ambiente desumano

A Foxconn, empresa chinesa que produz equipamentos eletrônicos para Dell, Hewlett-Packard e Apple, negou nesta quarta-feira que seus funcionários trabalhem em condições desumanas e disse que vai fazer de tudo para evitar novos suicídios. As declarações foram feitas depois que mais um empregado tirou a própria vida, o décimo caso desde o começo do ano. “Vamos rever todos os processos”, disse Terry Gou, presidente do conselho da empresa, durante coletiva de imprensa. “Não vai sobrar pedra sobre pedra”.

A onda de suicídios na Foxconn levantou suspeitas de que funcionários da empresa chinesa sejam submetidos a condições desumanas de trabalho. Nas últimas semanas, uma série de reportagens publicadas em jornais chineses revelou que eles são obrigados a trabalhar muitas horas seguidas para atender à demanda, recebem um salário de R$ 278 (pouco mais da metade do salário mínimo no Brasil) e dividem um mesmo dormitório com outros dez colegas de trabalho.

A Foxconn tem cerca de 420 mil funcionários em duas fábricas em Shenzhen, um polo de fabricantes de eletroeletrônicos no sul da China.(...)


Continua no IG Economia. Grifos do editor do Blogoleone.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Noruega prospera e oferece lição de economia

Com uma espécie de resistência profundamente entalhada no caráter nacional, da mesma forma que os fiordes esculpem a paisagem acidentada do país, a Noruega prosperou ao trilhar seu próprio caminho. Enquanto outros ostentavam, o país economizava. Enquanto outros limitavam o papel do governo, a Noruega fortalecia seu Estado de bem-estar social com benefícios desde o berço até o túmulo.

Texto sobre a Noruega, do The New York Times, no UOL Notícias.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A primeira vítima das metas inflacionárias

A Islândia foi o primeiro país a ser duramente afetado pela crise, com bancos falindo, demissões e a constatação de que estava em um caos financeiro. O governo caiu no fim do ano passado.

Haarde garante que tirou pelo menos duas lições da turbulência: um sistema de metas de inflação e altas taxas de juros - como o que existe no Brasil - não funciona. Além disso, uma economia não pode simplesmente ficar à mercê dos fluxos internacionais.

Mais no blog do Luis Nassif.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

EUA vão investir US$ 20 bi para salvar Citigroup

O governo dos Estados Unidos anunciou um plano de resgate para o Citigroup, um dos maiores bancos do país, depois que as ações do grupo despencaram mais de 60% na semana passada.

O Tesouro vai investir US$ 20 bilhões em ações preferenciais do grupo, e o governo americano também vai garantir até US$ 306 bilhões de empréstimos e títulos de alto risco do grupo.

Em outubro, o grupo já havia recebido US$ 25 bilhões como parte do plano de resgate às instituições financeiras anunciado pelo governo.

Na semana passada, o Citigroup anunciou cortes adicionais de 52 mil postos de trabalho em todo o mundo, além dos 23 mil já anunciados anteriormente.

Mais na BBC Brasil.


segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Citigroup anuncia corte de mais 52 mil empregos

Uma das maiores instituições financeiras dos Estados Unidos, o Citigroup, anunciou nesta segunda-feira que planeja cortar mais 52 mil empregos em todo o mundo em resposta à crise financeira mundial.

O grupo tem 375 mil funcionários no mundo todo e já havia anunciado o corte de outros 23 mil empregos. Com o anúncio desta segunda-feira, o total de cortes no banco pode chegar a 75 mil vagas.

O Citigroup tem operações em mais de cem países e, por muitos anos, foi o maior banco americano.

A instituição foi criada a partir da fusão do Citicorp com o Travelers Group há pouco mais de dez anos. Ao longo da última década, o grupo se expandiu rapidamente para outros países.

Mas, ultimamente, críticos afirmavam que o Citigroup cresceu mais rápido do que investiu e isso teria tornado o banco incapaz de lidar com a pressão gerada pela atual crise financeira mundial.

Mais na BBC Brasil. Os bancos recebem incentivos e, em troca, demitem funcionários.


terça-feira, 11 de novembro de 2008

Análise: EUA não conseguem resolver crise sozinhos

O pacote de US$ 586 bilhões anunciado pela China no domingo, 9, é uma resposta à falta de liderança dos Estados Unidos no combate à crise financeira mundial. A análise é do economista e professor de relações internacionais Ricardo Caldas, da UnB (Universidade de Brasília).

- Com a falta de liderança dos EUA, a China teve de adotar uma atitude muito proeminente na Ásia, até pela falta de ação do Japão.

O plano anunciado pelo governo chinês representa 7% do PIB anual do país, e prevê investimentos públicos em diversos setores da economia - como eletricidade, transportes, água e infra-estrutura rural - para os próximos dois anos.

O texto continua no Terra Magazine.


quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Atuação dos EUA para conter crise foi 'escandalosa', diz economista sueco

A atuação do governo americano desde o agravamento da crise financeira nos Estados Unidos foi "escandalosa", na opinião do economista sueco Arne Berggren, um dos arquitetos do pacote que salvou a economia da Suécia de uma crise semelhante na década de 90.

Berggren, no entanto, elogia a intenção do governo Bush de injetar dinheiro diretamente nas instituições financeiras ameaçadas, anunciada última sexta-feira. Mas, em sua opinião, o governo americano perdeu muito tempo antes de atacar os reais motivos da crise.

"Em geral, até o momento a atitude adotada pelos Estados Unidos tem sido escandalosa", disse Berggren, que atualmente é consultor do Banco Mundial, à BBC Brasil.

Mais na Folha Online.


quinta-feira, 9 de outubro de 2008

A ISLÂNDIA FALIU. PREPAREM O PRÓXIMO

A Islândia está falida. Levou o pires à Rússia, em busca de uma injeção de 5 bilhões de dólares. Também pediu ajuda à Suécia. Embora seja um mercado pequeno, é simbólico do entrelaçamento dos mercados: um dos bancos da Islândia tinha 300 mil clientes britânicos na internet. O banco quebrou e os internautas britânicos serão salvos pela Rainha. Nas últimas horas a Rainha injetou dinheiro em bancos britânicos. E o governo da Espanha injetou dinheiro nos bancos do país. Trata-se de uma nacionalização disfarçada. Para todos os efeitos cumpre-se a previsão que primeiro ouvi do professor Luis Gonzaga Belluzzo: o sistema bancário será estatizado para evitar uma quebradeira nos moldes de 1929. Bateu o desespero. Leia aqui o restante da matéria!

Veja mais no Vi o Mundo.



segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Agora, até papéis do Brasil poderão ser usados como garantia para bancos dos EUA tomar empréstimo do Fed

Nova York - O derretimento do mercado financeiro dos EUA coloca o Brasil numa posição nunca antes vista. É que uma das medidas tomadas pelo Federal Reserve (o Banco Central norte-americano) permite agora o uso de papéis com o chamado “grau de investimento” como garantia para empréstimos de curto prazo. O governo brasileiro e várias empresas do país emitem títulos com essa classificação.

Ou seja, um bancão dos EUA em apuros poderá tomar dinheiro de curto prazo do Fed e oferecer como garantia sua carteira de papéis emitidos pelo governo Lula.

Quem diria, numa crise dessas, passou a ser um bom negócio ter na gaveta títulos da dívida de um país do Terceiro Mundo como o Brasil.

Nota completa no Blog do Fernando Rodrigues, no UOL. Não chega a ser uma grande notícia para socialistas saber que os papéis emitidos pelo governo Lula possam servir de garantia a empréstimos de grandes bancos nos Estados Unidos, já para quem for suavemente nacionalista há de se sentir muito bem.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

O Estado brasileiro contra o crime

A operação que prendeu Daniel Dantas, Naji Nahas e Celso Pitta é simbólica – até pelo perfil dos três prisioneiros. Chegou-se ao centro do crime organizado, não especificamente pelos nomes envolvidos, mas pelas inter-relações que permeiam esse mundo complexo das finanças internacionais.

A primeira vez que se chegou perto desse mundo foi na CPI dos Precatórios. Inicialmente foi montada para senadores poderem atacar inimigos estaduais. Quando evoluiu, se percebeu que estava enveredando por terras nunca antes percorridas: o grande submundo do crime. Aí, a CPI recuou. O tema voltou a ser tangenciado na CPI do Banestado e volta agora, com essa operação da Polícia Federal.

Este texto é parte da Coluna Econômica do Luís Nassif, de 10 de julho de 2008.


quinta-feira, 12 de junho de 2008

Apple acerta detalhes da estréia do iTunes no Brasil

Cinco anos depois de seu lançamento nos EUA, a Apple acerta detalhes para trazer o iTunes, a sua loja virtual ao Brasil. O site venderá música, vídeos e filmes em reais no país. O preço de cada música deverá ficar em torno de R$ 2.

A loja virtual da Apple tem em seu catálogo cerca de 6 milhões de músicas digitalizadas, incluindo álbuns brasileiros, e já vende mais do que a própria loja física do Wal Mart, o maior varejista do mundo.

Notícia completa na Folha Online. A notícia não especificou uma data, mas em todo caso, não deve passar deste ano. Esta parte da periferia do capitalismo passou a se tornar mais interessante para algumas corporações. Já temos XBox, em breve teremos ITunes. Só falta o Playstation!...



quinta-feira, 5 de junho de 2008

Resistindo ao choque

CULT - Por que a implementação dessas medidas depende tanto de crises, sejam naturais ou forjadas? Por que precisariam até mesmo do uso tirânico de forças?

NK - Porque as pessoas resistem a essas medidas quando têm a oportunidade e a possibilidade de se organizar. No livro, cito o economista John Williamson, que criou a expressão "Consenso de Washington". Ele diz que "devemos começar a pensar em aumentar as crises de hiperinflação a fim de colher os benefícios da reforma", em referência direta ao Brasil como possível candidato a essa estratégia - o que achei muito interessante. A razão pela qual os estados de exceção ou de emergência são tão importantes vem do fato de que as pessoas se organizam para proteger seus interesses. Essa é a ironia. A teoria do mercado livre está baseada na idéia de que as sociedades devem ser organizadas de tal maneira a permitir que as pessoas lutem por seus próprios interesses. O problema é que isso é válido apenas parcialmente, pois quando as pessoas defendem alguns interesses específicos, como melhoria de condições de trabalho, manutenção de serviços públicos, entram em ação as medidas de exceção. Não é uma idéia complicada. As táticas de choque são empregadas porque as políticas neoliberais não têm o apoio da maioria. Algumas peças da plataforma têm apoio, mas, em geral, privatizações, cortes de gastos em serviços sociais, livre comércio, não são medidas populares. De modo que é preciso haver estratégias alternativas para contornar a democracia e é aí que as crises entram.

O restante da entrevista, e uma pequena apresentação, da jornalista Naomi Klein, no saite da Revista Cult.

sábado, 10 de maio de 2008

A Farm Bill e os estoques de alimentos

De repente o mundo se deu conta de que não dispunha mais de estoques reguladores. Esse foi o ponto central, ao qual se somaram o aumento da produção de etanol em detrimento de alimentos (nos EUA e Europa) e o movimento especulativo dos fundos hedge em direção ao mercado de commodities agrícolas.

Seguiu-se uma espécie de pânico, que levou a essa onda protecionista inédita, atingindo inclusive países que nunca haviam colocado entraves à exportação de alimentos. A China chegou a bloquear a venda de fertilizantes.

Texto completo numa coluna de Economia do Luis Nassif.


domingo, 30 de março de 2008

A classe operária é internacional. O caso Nokia

Nunca o Capital esteve tão sob suspeita na Alemanha nos últimos tempos. O caso da empresa Nokia de telefones que anunciou em fevereiro o fechamento de suas portas em Bochum, causando 2.000 demissões e afetando indiretamente 5.000 famílias indigna o pais.

A empresa de telefonia Nokia, que detém 40% do mercado de telefones no mundo, com 65.000 postos de trabalho, está fechando suas portas em Bochum, Renânia do Norte até o meio de julho, embora a empresa tenha dado por aqui grandes lucros.

Os argumentos descarados são: estão fechando as portas aqui na Alemanha para produzir na... Romênia, onde a mão de obra é mais barata. Mais barata? E aquí dando lucro? Mas se aquí estava dando um lucrão, vendendo horrores para os alemães, para que se mudarem para a Romênia? Ainda por cima Nokia recebeu incentivos fiscais para montar a empresa em Bochum e agora está fechando? A indignação foi tão grande que as ações da Nokia despencaram 80% no dia arranhando consideravelmente sua imagem. Parece que somente as bolsas de valores que estavam solidárias com os trabalhadores, pois só assim se viu uma reação tão grande.

Texto completo em O Pensador Selvagem.

terça-feira, 18 de março de 2008

Mais um capítulo da crise americana

Esta segunda-feira, dia 17 de março, será uma data chave na crise que se abateu o mercado financeiro norte-americano. A depender da reação dos atores econômicos ao "pacote" anunciado na noite de domingo pelo Federal Reserve (o banco central dos EUA) e que inclui corte 0,25 ponto percentual na taxa de redesconto, além de mais uma ajuda de US$ 30 bilhões para ajudar a resgatar instituições financeiras em risco de quebrar, será possível saber se a crise vai se agravar ou se o Fed conseguiu acalmar um pouco os ânimos. É evidente que a crise é grave e suas consequências não vão simplesmente cessar de uma hora para outra, mas o fato é que o pessoal do Federal Reserve está trabalhando com afinco para evitar uma nova Crise de 29 ou algo semelhante. Muita gente já reparou, inclusive, que a ação do Fed e do governo americano de um modo geral está fugindo do script dos ideais do liberalismo econômico tradicional, tão arraigado na cultura americana. A rigor, na hora que a coisa apertou, é a mão pesada do Estado que foi usada para tentar socorrer as maluquices feitas na esfera da iniciativa privada. No passado, isto se chamava "socialização dos prejuízos", mas o termo certamente já saiu de moda...

A hipótese mais crível ainda é a de que o Fed consiga evitar o agravamento dos problemas, tamanho o seu poder de intervenção. Porém, em breve alguém vai pagar a conta dos prejuízos, até aqui calculados em alguma coisa entre R$ 200 bilhões e R$ 600 bilhões. Não é pouca coisa. Como escreveu Paul Krugman em seu último artigo no The New York Times, se até pouco tempo atrás a idéia dominante entre os analistas políticos dos EUA era a de que os principais problemas do próximo presidente americano seriam a guerra no Iraque e o sistema de saúde local, hoje esses dois temas poderão ser questões menores para quem vier ocupar a Casa Branca após as eleições de novembro...

Do Blog Entrelinhas.

domingo, 23 de setembro de 2007

Patriotismo Financeiro

O fantasma do patriotismo financeiro ronda a globalização

A retórica liberal, que já fazia água - vítima da teimosia da Política em perturbar a suposta racionalidade do mercado -, ameaça soçobrar de vez oficialmente, quando da reunião de cúpula informal, em outubro, dos chefes de Estado e de Governo da União Européia.


Sob a liderança da primeira-ministra conservadora, Ângela Merkel, da Alemanha, e do presidente francês conservador, Nicolas Sarkozy, as autoridades européias irão debater a necessidade de conter a liberdade de movimento de capitais financeiros, em especial os oriundos de fundos soberanos (sovereign-wealth funds), detidos pelos bancos centrais como parte de suas reservas e utilizados como investimento de risco em países estrangeiros. Os líderes europeus atendem à proposta de Bush de também se envolver no debate o FMI e o Banco Mundial.


O fantasma das desnacionalizações, que ronda as economias nacionais, encarnado nos fundos soberanos e põe em risco a segurança e a soberania nacionais, levou os países ricos a deixar de lado a conversa liberal e retirar do baú de suas “velharias” o “patriotismo financeiro”. Desta vez, por iniciativa não individual mas coletiva, depois de a China ter anunciado recentemente o lançamento de seu fundo soberano de US$ 300 bilhões, destinados a investimentos de risco no exterior.

D'O Globo On-line, via Blog do Luis Favre.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

A China e o valor do dólar

O Tesouro dos EUA percebeu uma desvalorização no mercado de títulos públicos seus nas últimas cinco semanas, o que deixa o dólar vulnerável.

Principal suspeito: China.


Do blog do Pedro Dória.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

A festa acabou

O título é o do artigo do Bresser Pereira, na Folha hoje, que vale a pena ler, para quem se interessa em entender o que se passa agora nesse balouçante mercado financeiro internacional. O Bresser tem ficado à esquerda de muito petista coroado, e é uma voz corajosa contra o que ele mesmo chama de saber convencional, os dogmas de manual dos economistas de plantão.

O "post" vem do blog do Sérgio Léo, com um extrato do artigo do Bresser, e um linque para o artigo completo.