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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O caso do sigilo fiscal, reedição da fraude do “bebê-diabo”

Em 1975, o diário paulista “Notícias Populares”, do grupo Folha, sustentou por quase 30 dias uma notícia forjada em torno de um tal “bebê-diabo”, que multiplicou a tiragem do jornal. Quando o público começou a se cansar, o jornal anunciou a fuga do “bebê-diabo” – e encerrou o assunto. O episódio atual em torno do sigilo fiscal repete o embuste, um clássico do jornalismo marrom, desta vez com a participação generalizada da mídia dominante. Quando ficou claro que a sucessão de manchetes não estava arranhando o favoritismo da coligação petista, os jornalões mudaram de assunto, trocando-o por outro. O artigo é de Hideyo Saito.


Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

sábado, 11 de setembro de 2010

Romper o círculo vicioso da imprensa empresarial

Dona Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais, que reúne os principais diários do país, e diretora-superintendente da empresa que edita a Folha de S.Paulo, já afirmou publicamente que os partidos de oposição estão muito debilitados e que cabe aos jornais exercer esse papel. A posição oficial da entidade que congrega os maiores jornais vem sendo seguida à risca por todos eles, que, apesar do conhecimento publico da posição que defendem, tentam se passar por imparciais.

Nesse pequeno clube fechado, que não aceita vozes dissidentes, todos rezam pela mesma cartilha. Se há governo popular, sou contra. Os principais meios de comunicação do país são controlados por meia dúzia de famílias ricas, que defendem seus interesses de classe. Seu compromisso não é com a informação e sim com a manipulação das notícias para atingir seus propósitos.

Meu avô foi vítima desse clubinho, Lula é perseguido por ele desde que se tornou uma liderança nacional, e Dilma será considerada uma inimiga permanente até o último dia de seu mandato. Contra os representantes das aspirações populares não há trégua. O objetivo é desestabilizá-los, se possível derrubá-los, recorrendo a meias verdades, informações falsas e atuação conjunta.


Vejam o texto completo no TIJOLAÇO.COM

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Folha-Globo-Estadão: entenda a gangue dos coronéis

Mauro Carrara

Anote aí: os gordurosos oligarcas que dominaram boa parte da República Velha (1889 – 1930) nunca estiveram fora da cena política brasileira.

Na verdade, esses sesmeiros (ganhadores de terras) já conduziam pequenos reinados locais desde o Século 16, quando iniciaram no Brasil a instalação dos núcleos de produção açucareira.

Essa turma de monarcas tão poderosos quanto incultos obteve suas “patentes” de conveniência por meio da Guarda Nacional, criada em 1831.

A maioria colou no peito o título de "coronel" sem jamais ter movido um dedo em defesa da Constituição ou da integridade do território.

O embuste da Guarda Nacional, aliás, serviu para que esses micro-déspotas iletrados adquirissem autoridade para humilhar, prender, açoitar e matar, desde negros escravizados até filhos de inimigos políticos que ousassem flertar com suas filhas.


Vejam o texto completo no blog GRUPO BEATRICE