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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Movimentos sociais distribuem flores a médicos

As vaias e insultos proferidos na última segunda, 26, aos médicos estrangeiros participantes do programa Mais Médicos durante o protesto organizado pelo Simec foram substituídos, na noite de ontem, por flores e canções de apoio. Ao término do segundo dia do curso preparatório promovido pelo Ministério da Saúde, um grupo de cerca de 50 pessoas, incluindo militantes de movimentos sociais e de partidos políticos, deu as boas vindas em solidariedade aos profissionais estrangeiros. 

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Cubanos chegam e já diagnosticam a doença do Brasil

Eles desembarcaram há apenas quatro dias.

Ainda nem começaram a trabalhar. Mas alguma coisa de essencial já foi diagnosticada entre nós, apenas com a sua presença.

Uma foto estampada na Folha de S. Paulo desta 3ª feira sintetiza a radiografia que essa visita adicionou ao diagnóstico da doença brasileira.

Um médico negro avança altivo pelo corredor polonês que espreme a sua passagem na chegada a Fortaleza, 2ª feira.

O funil do constrangimento é formado por jovens de jaleco da mesma cor alva da pele.

Uivam, vaiam, ofendem o recém-chegado.

Recitam um texto inoculado diuturnamente em sua mente pelas cantanhêdes, os gasparis e assemelhados.

Centuriões de um conservadorismo rasteiro, mas incessante.

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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

EXCLUSIVO: CHEGAM OS MÉDICOS CUBANOS


Nesta quarta-feira, como antecipou Carta Maior, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou o acordo com Cuba para a vinda imediata de 400  médicos ao Brasil. Outros 1.500 profissionais  cubanos desembarcam um pouco mais adiante, até completar quatro mil. A decisão reflete um novo momento do programa ‘Mais Médicos' que, progressivamente, furou o duplo bloqueio  da má vontade conservadora e do elitismo corporativista. Lançada em oito de julho, a iniciativa ataca fatores emergenciais e estruturais que multiplicam áreas desassistidas no país. O Brasil tem apenas 1,8 médico por mil habitante; a Argentina tem três. O governo quer elevar o índice brasileiro para 2,5 por mil. Precisará de mais  168.424 médicos. As escolas brasileiras formam cerca de 18 mil médicos por ano. Mais de 3.500 municípios aderiram ao programa. O ministro Padilha pretende acudir a emergência com a vinda imediata de profissionais estrangeiros; e corrigir o déficit estrutural incorporando as escolas de medicina à política da saúde pública brasileira. A clínica-geral será incentivada e a residência médica estará vinculada à prestação de serviço remunerado no SUS. O acordo com Cuba, bombardeado originalmente, foi revalidado pelo próprio boicote corporativista, que tornou explícita a indiferença das elites em relação aos segmentos mais vulneráveis da população. Foi obra da paciente argúcia política do governo. Hoje, mais de 54% dos brasileiros declaram-se favoráveis à vinda de estrangeiros para socorrer as regiões distantes e periferias conflagradas. Mais que uma vitória isolada, o Mais Médicos descortina uma nova família de políticas públicas, que convoca a universidade a se incorporar ao passo seguinte do  desenvolvimento brasileiro.(Leia mais: 1  , 2, 3, 4 e 5   
 
 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Cuba rebate com números dúvidas sobre a capacitação de médicos formados no país





Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A polêmica gerada pela disposição do governo de contratar cerca de 6 mil médicos de Cuba para trabalhar na atenção primária à saúde nas regiões mais carentes do país é estimulada, entre outras razões, pela dúvida sobre a formação profissional deles. Mas o governo cubano rebate as dúvidas com números. Em Cuba, há 25 faculdades de medicina, todas públicas, e uma Escola Latino-Americana de Medicina, na qual estudam estrangeiros de 113 países, inclusive do Brasil.  

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sábado, 17 de setembro de 2011

TRAGAM DE VOLTA OS MÉDICOS CUBANOS

por Georges Bourdoukan
Inúmeras cidades brasileiras estão doentes por falta de médicos.
Melhor explicando,  não somente por falta de médicos.
Mas, ou  porque essas cidades  se encontram distantes dos grandes centros ou porque os salários “não seriam condizentes com a profissão”.
O Conselho Federal de Medicina informa que no Brasil ha 334 mil médicos (números de 2010).
Números  mais do que suficientes segundo a Organização Mundial de Saúde.
Só que esses médicos estão quase todos concentrados nos grande centros.
Tudo isso nós sabemos e tudo isso acontece desde as Capitanias Hereditárias.
Se vários estados do norte e nordeste ressentem a falta de médicos de quem é a culpa?
Do sistema e das escolas de medicina.
E a razão é uma só. 

Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

40 mil médicos cubanos prestam serviços pelo mundo

O trabalho dos médicos cubanos no mundo pode ser qualificado de grandioso. Hoje, mais de 40 mil especialistas do setor prestam serviço gratuito em 68 países, principalmente em localidades afastadas ou comunidades carentes.


Um exemplo disso é a brigada médica cubana “Ernesto Che Guevara”, que chegou à Nicarágua em 2007. Lá, atende a população em zonas pobres, entre elas Puerto Cabeza, Bluefields e Siuna.

O grupo já deu mais de quatro milhões de consultas. Também colabora nas campanhas de prevenção, indicando às famílias como melhorar a higiene doméstica e evitar a propagação de doenças como a dengue, freqüente nessa área geográfica.   



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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ex-presidente Clinton agradece ajuda de Cuba ao Haiti

O ex-presidente ianque William Clinton ressaltou hoje a importância da colaboração de Cuba com o Haiti, país devastado por um terremoto em janeiro de 2010.

O reconhecimento foi transmitido ao chanceler cubano, Bruno Rodríguez, pelo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, durante uma sessão do Conselho de Segurança das Nações Unidas dedicada à reconstrução do Haiti.

Clinton me encarregou de expressar seu agradecimento a Cuba pelo seu trabalho no Haiti, expressou o chefe de Estado colombiano quando o ministro cubano concluiu sua intervenção perante a sessão do Conselho de Segurança.

O ex-governante ianque, que participou na primeira parte da reunião, ostenta também a responsabilidade de enviado especial da ONU para o Haiti.

Atualmente, o programa de cooperação impulsionado pela ilha caribenha no Haiti conta com 1.117 colaboradores da saúde, 923 dos quais são cubanos e 201 de vários paises graduados em Cuba, incluindo jovens haitianos.

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sábado, 5 de março de 2011

Brigada médica cubana no Haití alcança recordes mínimos de taxa de mortalidade por cólera

A Brigada Médica cubana tem reduzido a mortalidade da epidemia de cólera a uma taxa de 0,38% nas 67 unidades que tem sob sua responsabilidade no Haiti, ao não constatar mortes pelo mal, pelo quadragésimo quarto dia consecutivo, informou hoje o diário Granma.

Nesta sexta-feira os cooperantes cubanos deram assistência técnica a quase uma centena de pacientes infectados pelo vibrião do cólera, localizando-se a maior ocorrência com 12 casos no hospital comunitário de referência (HCR) de Thomazaeu, convertido em unidade de tratamento do cólera, no departamento Oeste.


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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A CIA conhecia os planos terroristas para atacar as brigadas humanitárias de Cuba e Venezuela

Jean-Guy Allard
O agente da CIA Istvan Belovai, que assessorava a conspiração do paramilitar Eduardo Rosza para assassinar a Evo Morales, em abril de 2009, estava informado a respeito dos planos assassinos dos mercenários para provocar atentados contra as brigadas humanitárias de médicos cubanos e engenheiros venezuelanos que desenvolviam obras comunitárias nos municipios mais pobres da Bolivia oriental.

Isso é comprovado pela correspondência eletrônica entre Rosza e Belovai, que é estudada meticulosamente desde seu descobrimento, pelo centro de investigação boliviano Datos & Análisis, de Cochabamba, dirigido pelo conhecido antropólogo e comunicador Wilson García Mérida.

"Rosza propõe a Belovai atacar alvos precisos mediante os respectivos atentados que são planejados entre ambos através desses e-mails", explica o investigador.

"fala-se de explodir a ponte Pailón - a maior da Bolivia, de mais de um quilometro, que havia sido inaugurada por Evo Morales em uma zona açucareira de Santa Cruz - assim como os pontos minuciosamente identificados - mediante mapas do Google - de onde operam as brigadas de engenheiros militares venezuelanos dos comandos binacionais que apoiam as obras comunitárias nos municipíos rurais mais pobres da amazônia oriental, junto às brigadas de médicos cubanos que se deslocam nas mesmas zona".


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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Pastores pela Paz põem material médico em mãos cubanas

Porto Príncipe, 9 jun (Prensa Latina) A organização religiosa estadunidense Pastores pela Paz pôs nas mãos dos médicos cubanos um importante donativo de ajuda ao Haiti, uma forma de assegurar-se de que chegará gratuitamente ao povo deste sofrido país.

O carregamento, composto por material cirúrgico, médico, camas de campanha e medicamentos ficou sob proteção da Brigada Médica Cubana como garantia de que terá o melhor dos fins, declarou à Prensa Latina Manolo dos Santos, ajudante do reverendo Lucius Walker, líder de Pastores pela Paz.

A doação, no valor de 250 mil dólares, inclui ajuda para a Sociedade de Mulheres Dominico-haitianas, que têm um orfanao na cidade de Leoganne.


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terça-feira, 4 de maio de 2010

Mais de oito mil pacientes paraguaios atendidos na Missão Milagre

Assunção, 4 maio (Prensa Latina) Um total de 8.743 pacientes paraguaios foram operados de diferentes patologias da vista nos últimos dois anos e primeiros três meses de 2010 como parte da Missão Milagre.

O doutor Rafael Armando Rodríguez, diretor do Centro Oftalmológico María Auxiliadora, em Itapúa, 370 quilômetros ao sudeste de Assunção, declarou à Prensa Latina que o maior número de intervenções foi de pterígio (5.156), cataratas (2.082) e outras doenças (1.505).

Este projeto humanitário, surgido em julho de 2004 por iniciativa do Líder da Revolução cubana, Fidel Castro, e do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, chegou a este país sul-americano em novembro de 2007 e desde então somam 12.145 os paraguaios atendidos de forma gratuita.


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domingo, 4 de abril de 2010

Governo e povo ucranianos reconhecem atendimento cubano a crianças de Chernobyl

Machado Ventura presidiu ato central em Tarará

Elson Concepción Pérez

UM reconhecimento a Fidel Castro, máximo inspirador da obra humana que constitui o atendimento em Cuba às crianças ucranianas e seus familiares, prejudicados pela catástrofe nuclear de Chernobyl, foi entregue durante o ato pelo 20º aniversário da chegada a Cuba dos primeiros menores prejudicados.

O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, José Ramón Machado Ventura, recebeu a distinção das mãos do diretor do Programa na cidade de Tarará, doutor Julio Medina.

No próprio ato, o ex-presidente da Ucrânia, Leonid Kuchma, anunciou a entrega a Fidel da Ordem ao Mérito de Primeiro Grau; e ao presidente Raúl Castro a Ordem do Príncipe Yaroslav o Sábio, de Primeiro Grau.

Vejam o texto completo (com a declaração das mães dos ucranianos) em DIGITAL GRAMNA INTERNACIONAL

A demonização de Cuba: uma guerra política e cultural

Em política,a única vitória possível é cultural. O restante pode ser chamado de ocupação, asfixia, imposição...Os ideólogos da direita se lançaram de corpo e alma em uma guerra cultural contra Cuba.

Por Enrique Ubieta Gómes *
O principal obstáculo do imperialismo para derrotar a Revolução Cubana não é militar nem econômico, mas sim moral. De alguma forma “inexplicável”, Cuba conserva o prestígio internacional e o consenso interno, apesar do desgaste de meio século sob os efeitos de um implacável bloqueio e de uma contínua campanha midiática, apesar da derrubada – há 20 anos – e do descrédito de um “campo socialista” do qual hoje se enumeram as manchas e se ignora a luz.


Os ideólogos da direita sabem que esse prestígio moral invalidaria qualquer vitória militar ou econômica sobre a ilha. Em política, a única vitória possível é cultural. O restante pode ser chamado de ocupação, asfixia, imposição; todas variações que postergam a vitória do suposto derrotado. Por isso, eles se lançaram de corpo e alma em uma guerra cultural que envolve tudo. Uma guerra que não busca nem pede verdades ou princípios: uma guerra para reverter convicções e sentimentos, que se apoia na força dos meios de comunicação. Ou por acaso a demonização da cultura árabe – povo que vive sobre grandes reservas de petróleo – não antecede e acompanha a guerra de extermínio que sofrem seus estados “desobedientes”? Lançar-se de corpo e alma significa que esses ideólogos devem repetir sem ruborizar e sem piscar, que Che Guevara, o guerrilheiro heróico, foi um assassino: que Batista, o assassino, foi na realidade um bom governante; que Cuba, a nação que mais vidas salvou no mundo – incluindo a de seus inimigos -, desfruta da morte.

Vejam o texto completo em PRAVDA.RU

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Médicos formados em Cuba vacinam população haitiana

UM grupo de médicos formados na Escola Latino-Americana de Medicina em Cuba (ELAM), incorporou-se à campanha de vacinação que realizam os colaboradores cubanos no devastado Haiti.

Os jovens médicos, procedentes de vários países da América Latina, começaram seu trabalho num dos maiores acampamentos improvisados pelos danificados do terremoto, assistidos por cooperadores cubanos.

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sábado, 13 de fevereiro de 2010

Haití - Médicos de Cuba: a solidariedade silenciada

Aproximadamente 400 cooperantes da Brigada médica cubana no Haiti foram a mais importante assistência sanitária ao povo haitiano durante as primeiras 72 horas após o recente terremoto. Essa informação foi censurada pelos grandes meios de comunicação internacionais.
A ajuda de Cuba ao povo haitiano não começou por ocasião do terremoto. Cuba atua no Haiti desde 1998 desenvolvendo um Plano Integral de Saúde(1), através do qual já passaram mais de 6.000 cooperantes cubanos da saúde. Horas depois da catástrofe, no dia 13 de janeiro, somavam-se à brigada cubana 60 especialistas em catástrofes, componentes do Contingente "Henry Reeve", que voaram de Cuba com medicamentos, soro, plasma e alimentos(2). Os médicos cubanos transformaram o local onde viviam em hospital de campanha, atendendo a milhares de pessoas por dia e realizando centenas de operações cirúrgicas em 5 pontos assistenciais de Porto Príncipe. Além disso, ao redor de 400 jovens do Haiti formados como médicos em Cuba se uniam como reforço à brigada cubana(3).
Os grandes meios silenciaram tudo isso. O diário El País, em 15 de janeiro, publicava uma infografia sobre a "Ajuda financeira e equipamentos de assistência", na qual Cuba nem sequer aparecia dentre os 23 Estados que havia colaborado(4). A cadeia estadunidense Fox News chegava a afirmar que Cuba é dos poucos países vizinhos do Caribe que não prestaram ajuda.

Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Enfermos de EEUU violan el bloqueo para tratarse en Cuba

Por: Cubadebate

Enfermos estadounidenses violan repetidas veces el bloqueo a Cuba para viajar a la isla y someterse a tratamientos a los que no tienen acceso en su país, según afirmaron hoy especialistas médicos en La Habana.

“Se bloquea también a los pacientes norteamericanos de todas las especialidades. Muchas veces nos escriben. Muchos quieren venir a tratarse a Cuba y de hecho a algunos los tratamos, pero bueno, con muchas dificultades”, dijo a la prensa el director del Instituto de Hematología e Inmunología de Cuba, José Manuel Ballester.

Según el subdirector de Investigación del Instituto de Oncología y Radiobiología, Lázaro Anasagasti, esos pacientes suelen llegar a Cuba a través de terceros países con el objetivo de obtener una segunda opinión médica o de someterse a tratamiento con medicamentos cubanos que no se venden en Estados Unidos debido al bloqueo económico, financiero y comercial vigente desde los años 60.

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terça-feira, 2 de outubro de 2007

Médicos cubanos devolvem visão a oficial que matou Che

O suboficial boliviano Mario Terán, que em outubro de 1967 assassinou o comandante Ernesto Che Guevara em uma escola do povoado de La Higuera, recuperou a visão após ter sido operado por médicos cubanos em um hospital da Bolívia doado por Cuba.

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