domingo, 3 de abril de 2011
A opinião pública, entre o velho e o novo
de novas modalidades de formação democrática da opinião pública
Atribuem à internet – sua velocidade, seu caráter interativo, sua “irresponsabilidade” (“Qualquer um pode escrever...”, tipo Cansei) – a decadência da imprensa escrita. Claro que isso tem parte da verdade. Quem lê no dia seguinte o que já tinha ido na internet no dia anterior – às vezes lê nos jornais 2 dias depois de ter lido na internet -, tem uma sensação de tempo perdido, de notícia requentada, de um mundo superado pela rapidez virtual.
Além de que a internet, nas suas distintas modalidades, supera um dos problemas que permitiu o monopólio privado de algumas famílias, que pretendiam ser donas da formação da opinião pública, porque o investimento necessário para publicar um jornal ou uma revista é muito grande, enquanto que na internet é bastante pequeno ou quase nenhum.
Vejam o texto completo no BLOG DO EMIR-CARTA MAIOR
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Estadão e Folha tentam usar Dilma para apedrejar Lula
Dilma não caiu na armadilha, e deixou claro que existe uma diferença. Ela apoia a política brasileira de buscar a construção da paz no Oriente Médio (ou seja, o caminho do diálogo e não da guerra), e não apoia apedrejamento.
É exatamente a mesma posição adotada pelo governo Lula e pelo Itamaraty. Tanto é que o Presidente ofereceu asilo no Brasil para Sakineh Ashtiani (mulher iraniana condenada à morte por apedrejamento).
Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Folha de S. Paulo vive de rabo preso com o passado

Qual pode ser o interesse da empresa Folha de São Paulo em colocar suas mãos no prontuário de Dilma Roussef, guardado no Supremo Tribunal Militar? Boa coisa não é. A Folha, que deu carros para o DOI-CODI (Operação Bandeirante) armar ciladas e para transportar presos políticos para longas sessões de torturas não tem boas intenções. Essa empresa já publicou uma “ficha da Dilma” forjada pelos torturadores abrigados e escondidos em sites e blogs de difamação e insulto à democracia. Será que tem mais dessas “fichas da Dilma” para apresentar em seu currículo político? O artigo é de Ivan Seixas.
Ivan Seixas
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
CENSURA EU, FOLHA!!!
— É chocante a hipocrisia da Folha. Se isso não é censura e um atentado inaceitável à liberdade de expressão, juro que não sabemos o que é. Chega a ser cômico: o mesmo jornal que faz dezenas de editoriais acusando o governo de censura e bradando indignado por ‘liberdade de expressão’ comete esse ato violento de censura — afirmava o site, no seu último comunicado. Que também teve de sair do ar, neste final de semana, porque ate o domínio falhadesaopaulo.com.br acabou congelado no Registro.br por conta da decisão judicial.
A Folha não teve a menor vergonha de apelar para a censura. A advogada do jornal, Taís Gasparian, alegou que a intenção não era censurar o site, mas impedir o uso indevido da marca Folha de S. Paulo. Para o Portal Imprensa, a advogada deu a entender que ainda foi boazinha, pois podia ter pedido multa diária de R$ 100 mil.
Taís Gasparian é a mesma advogada que defendeu o direito da Folha de S. Paulo de publicar fotos do Raí pelado no vestiário do São Paulo ou o direito do colunista José Simao de afirmar que Juliana Paes tinha a bunda grande e não era casta. Na época em que o Macaco Simão foi vítima de censura judicial por conta destas "afirmações polêmicas", Dona Taís disse na própria Folha que a decisão do juiz tratava
"o humor como ilícito e, no fim das
contas, é a mesma coisa que censura".
Vejam mais em FALHADESÃOPAULO-Um Jornal a serviço do BraZil
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Folha torna-se novamente aparelho do crime no Brasil

Vejam o texto completo em GRUPO BEATRICE
domingo, 5 de setembro de 2010
Manchete da Folha contra Dilma vira motivo de piada no Twitter
Em sua busca desesperada para tentar derrubar a candidatura de Dilma Rousseff, a Folha acabou dando um tiro no pé. Faz tempo que a Folha de S. Paulo menospreza a inteligência de seus leitores, mas ao estampar na sua edição deste domingo (5) uma manchete atacando Dilma a partir de uma acusação sem pé nem cabeça, provocou a "ira", ou melhor, o humor de milhares de internautas que ocuparam o twitter para ironizar o jornal e lançar "apostas" bem humoradas sobre qual será a próxima manchete da Folha.
As hachtag #DilmaFactsbyFolha foi usada pelos twitteiros para "sugerir" à Folha algumas manchetes. A brincadeira alcançou rapidamente os Trending Topics (TTs) do Twitter entre os assuntos mais comentados do mundo. Como é próprio dos jovens internautas, o humor dominou a brincadeira. Mas por trás do tom bem humorado, está uma crítica ao jornalismo irresponsável e partidarizado praticado por jornais como a Folha de S. Paulo.Vejam mais (e alguns exemplos) no PORTAL VERMELHO
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Enquanto a Folha/UOL se justifica, mais dois 'internautas' tucanos foram escolhidos a dedo no debate
Devido à grande repercussão da denúncia do nosso blog, que detectou partidarismo pró-Serra nas perguntas de internautas no debate Folha/UOL, eles publicaram outra notícia se justificando ...
Porém, enquanto a Folha/UOL se justifica, detectamos mais duas perguntas escolhidas a dedo pela Folha/UOL, também feitas por tucanos.
Além do assessor da liderança do PSDB na Câmara dos Deputados, agraciado com a escolha de sua pergunta do jeito que Serra gosta, também teve o caso do internauta Romeu di Sessa, escolhido com uma pergunta tentando constranger Dilma (perguntou se ela não era uma candidata "improvisada"). Ele é servidor da Secretaria de Cultura do governo tucano de São Paulo (segundo o Diário Oficial, na figura abaixo), e documentarista de projetos junto à TV Cultura.
Vejam mais detalhes a respeito da armação da "Ditabranda" no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
domingo, 20 de junho de 2010
A PAUTA DO DESESPERO
"Vendas de caminhões crescem 90% até maio; projeções do BNDES para investimentos já ultrapassam previsões pré-crise; vendas de cimento crescem 18% no ano; 9 fábricas cimento estão sendo construídas pela Votorantim para atender as obras do PAC e do setor habitacional; 39 shoppings centers estão em construção no país; 93% das categorias pesquisadas pelo Dieese tiveram aumento real de salário no ano passado... É sob esse arcabouço que deve ser analisada a desesperada tentativa da Folha de SP de dar vida a um natimorto enredo de arapongas & dossiês para atingir a candidatura Dilma Rousseff. A Folha, como se sabe, é aquele veículo que falsificou uma ficha policial contra a então ministra Dilma Rousseff em manipulação rudimentar de cola & xerox atestada por peritos da Unicamp. A pauta de dossiês & arapongas inclui-se nessa receita de remendos grosseiros adotada por uma redação que já não pode cobrir fatos políticos relevantes sem cometer um harakiri editorial. Silenciam os jornalistas da família Frias diante da acelerada voçoroca que corrói o chão da candidatura Serra, minada por disputas terminais para escolha do vice, que DEMOS reivindicam como condição para se manter na aliança, bem como diante da sangria desatada em Minas, o 2º colégio eleitoral do país, onde florescem diferentes modalidades de voto anti-serra (Dilmasia; Pimentésio...) , sem esquecer o derretimento do demotucano no 3º colégio eleitoral,o Rio, onde o namoro de Serra com o PV virou novela de traições & rupturas. O desespero da Folha é o mesmo que inspirou o script constrangedor da propaganda eleitoral antecipada do PSDB, no horário gratuito na última 5º feira. Aspas para um trecho síntese da narrativa ‘popular adotada pelo programa: ‘...Zé Serra é um sujeito simples, de bem com a vida, de bem com seu povo...' Em seguida, numa cena de rua, o próprio Serra confirma: "Como tudo com pão'. "
Coragem, Folha! Ocultar provas da justiça é crime.
O jornal Folha de São Paulo volta com a ladainha de acusar quebra de sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira.É tentativa de pautar o noticiário com Eduardo Jorge, retirando o foco do livro de Amaury Ribeiro Junior, onde mostra a sociedade, em uma empresa no exterior, da filha de José Serra (PSDB/SP) com a irmã de Daniel Dantas, e outros negócios dela e do marido (genro de Serra) envolvendo paraísos fiscais.
O PT (vilanizado pela estória de ficção da Folha) já representou na Polícia Federal, para abrir inquérito apurando esta suposta quebra do sigilo bancário e fiscal do Eduardo Jorge.
A Folha precisa ter coragem e colaborar com investigações, entregando os documentos que diz ter em mãos, para perícia da Polícia Federal. Isso nada tem a ver com revelar fontes.
Vejam o texto completo no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA antes que seja censurado
sexta-feira, 18 de junho de 2010
PROCURADORA QUE QUER CALAR A BLOGOSFERA DEFENDE A BANDALHEIRA DA “GRANDE MÍDIA”
quinta-feira, 13 de maio de 2010
PONTO PARA OS SEM MÍDIA
sábado, 24 de abril de 2010
O EIXO DO MAL DO JORNALISMO

Durante muitos anos, a Rádio Jornal do Brasil – AM, do Rio, ficou conhecida pelo slogan “música e informação” , que consistia em, para cada sequência musical de três canções, um intervalo com as duas ou três notícias mais importantes do momento. De hora em hora um boletim de notícias de 5 minutos atualizava as últimas informações. E o carro-chefe da emissora, O Jornal do Brasil Informa, um noticiário completo com 15 minutos de duração, entrava em quatro edições diárias, 7:30, 12:30, 18:30 e 00:30.
Uma programação simples, onde entretenimento e informação conviviam harmoniosamente e em doses certas.
Vejam o texto completo em DIRETO DA REDAÇÃO
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Folha se lambuza no “esterco dos EUA”
A Folha de S.Paulo, que mais parece um pasquim estadunidense feito no Brasil, ficou irritadinha na semana passada com as críticas de Marco Aurélio Garcia, assessor especial do presidente Lula para assuntos internacionais, à “hegemonia cultural dos EUA” na programação das TVs a cabo. O decadente jornal da famíglia Frias utilizou várias páginas para bombardear o intelectual petista – só faltou solicitar ao “democrata” Barack Obama o envio imediato de fuzileiros navais para trucidar os “nacionalistas”, inimigos do imperialismo, instalados no Palácio do Planalto.
Num dos textos, intitulado “que esterco é esse?”, a jornalista Ana Paula Sousa tentou satanizar Marco Aurélio Garcia – um dos alvos prediletos da rancorosa mídia golpista. Ela ouviu algumas figuras para reforçar a tese de que “as declarações do assessor provocam reações inflamadas no meio cultural”. Daniel Filho não escondeu o seu ranço senil. “Estamos diante de um homem que apóia Fidel e Chávez. As declarações são parecidas com as ouvidas nesses países”, esbravejou o ex-diretor da TV Globo, que fez fama e fortuna exatamente o período da ditadura no Brasil.
Vejam o texto completo em CONSCIÊNCIA.NET
sábado, 12 de dezembro de 2009
O ovo da serpente
Emiliano José
Começou a campanha. Ao menos para uma parte da mídia. Ao menos para a Folha de S. Paulo. A Folha volta à militância. Ao rés do chão. Melhor, ao jornalismo de esgoto. Ao mais baixo nível. E eu não sou o primeiro a falar em jornalismo de esgoto. A um jornalismo podre, fétido.
Não compensa discutir o que ela divulgou sobre o presidente da República. Por que essa raiva? Por que esse ódio contra Lula? Será que poderíamos denominar simplesmente de ódio de classe? Será que o grupo Folhas nunca admitirá o presidente operário? O presidente operário que deu certo, contra todos os prognósticos dos senhores da Casa Grande?
O grupo Folhas torceu desesperadamente pela vitória do adversário. Em todas as disputas em que Lula se envolveu. Perdeu nas duas últimas. Perdeu feio. E houve choro. Ranger de dentes. A Casa Grande nunca se conforma. Todo mundo lembra a reunião do conselho editorial da Folha em que houve murros na mesa ali por volta de agosto de 2006, Lula lá em cima nas pesquisas. No que nós erramos? Era a pergunta do partido político – é, do partido político Folha de S. Paulo, que se perguntava por que, depois de tanta campanha, Lula continuava crescendo.
Vejam o texto completo no PORTAL DO PT
terça-feira, 20 de outubro de 2009
O ponto de saturação

Ataques ao governo Lula fazem parte da paisagem jornalística brasileira. Tornaram-se previsíveis como os acidentes geográficos; irremediáveis como o dia e a noite. Naturalizaram-se, a tal ponto que já se lê os jornais pulando essas ocorrências, como os olhos ignoram trechos vulgares de caminhos rotineiros. O que mais espanta, porém – e a cobertura da viagem do São Francisco reforça esse desconcerto - não é a crítica , mas o tom desrespeitoso desse jornalismo. Com a aproximação das eleições de 2010, ansiedade pelo fracasso recrudesceu. A tal ponto ela se tornou caricatural que já aparecem os primeiros sintomas de saturação. O artigo é de Saul Leblon.
(...)
Vejam o artigo completo em CARTA MAIOR
sábado, 1 de agosto de 2009
A FOLHA QUER O FIM DA TV BRASIL
Em editorial publicado hoje, a Folha argumenta que a audiência é baixa, que sua criação não foi um ato democrático (porque nasceu de um decreto) e que gasta, por ano, 350 milhões de reais do dinheiro do contribuinte. Por isso, encerra o texto da seguinte forma: “Os vícios de origem e o retumbante fracasso de audiência recomendam que a TV seja fechada – antes que se desperdice mais dinheiro do contribuinte” (veja a íntegra abaixo).
Eu tenho críticas à TV Brasil, mas nenhuma delas tem a ver com a opinião da Folha. Aliás, seria bom a gente perguntar: a quem serve a Folha. No cabeçalho se diz que é um jornal a serviço do Brasil, o que soa como piada pra quem conhece minimamente a história da imprensa do país. Pra não ir muito longe, basta dizer que o jornalão emprestou veículos para a ditadura. Mas talvez isso seja uma questão de ponto de vista: estavam, diria o jornal da “ditabranda”, a serviço do Brasil contra a Comunidade Comunista, que pretendia se instalar no governo federal.
Vejam o texto completo em Direto da Redação
domingo, 21 de junho de 2009
Curió revela que Exército executou 41 no Araguaia
Sebastião Curió Rodrigues de Moura, o major Curió, o oficial vivo mais conhecido do regime militar (1964-1985), abriu ao jornal O Estado de S. Paulo o seu lendário arquivo sobre a Guerrilha do Araguaia (1972-1975). Os documentos, guardados numa mala de couro vermelho há 34 anos, detalham e confirmam a execução de adversários da ditadura nas bases das Forças Armadas na Amazônia. Dos 67 integrantes do movimento de resistência mortos durante o conflito com militares, 41 foram presos, amarrados e executados, quando não ofereciam risco às tropas. Até a abertura do arquivo de Curió, eram conhecidos 25 casos de execução.
mais AQUI
terça-feira, 5 de maio de 2009
A ditabranda e a asfixia da imprensa alternativa
Veja mais no Luís Nassif.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Repórter da Folha tinha acesso a ações do Dops
As colaborações do Grupo Folha com a ditadura militar (1964-1985) foram além do já revelado apoio logístico. Durante o período de maior repressão do regime, José Ramos, da Folha da Tarde, era o repórter da confiança do Dops (Departamento de Ordem Pública e Social), um dos mais temidos órgãos da repressão, e sugeria a presos políticos que delatassem seus companheiros.Por André Cintra
Ramos fazia plantão no Dops, à espera de notícias sobre captura de militantes da luta armada. Tinha acesso ao transporte de presos políticos — invariavelmente em peruas do Grupo Folha, que serviam como fachada para diligências da Oban (Operação Bandeirantes). Mesmo se apresentando aos presos como jornalista, estimulava-os “a abrir a boca para os torturadores”.
“Ele era o setorista da Folha dentro do Dops — aliás, o único setorista aceito — e me disse que sabia o que podia acontecer comigo. Então ele chegou até mim e disse: ‘Acho melhor você falar’”, lembra o jornalista e escritor Rui Veiga, ex-militante da ALN (Ação Libertadora Nacional). “Ele praticamente iniciou o meu processo de tortura”, agrega o ex-preso político, em depoimento exclusivo ao Vermelho.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Comissão de DH faz queixas do Brasil
PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 9 DE ABRIL DE 2009
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) prestou queixa contra o Brasil pelo caso do desaparecimento de 70 pessoas durante a campanha militar contra a guerrilha de Araguaia na década de 70. A CIDH ressaltou que a demanda foi apresentada em 26 de março e se refere ao desaparecimento de membros do Partido Comunista do Brasil e de camponeses entre 1972 e 1975, durante a ditadura militar.
Em outubro de 2008, a CIDH pediu ao governo brasileiro que tomasse providências para identificar os responsáveis por esses desaparecimentos e impedir que a Lei de Anistia prejudique o andamento de ações na Justiça. A comissão, parte da Organização dos Estados Americanos, recomendou que o país 'conceda indenizações às famílias, admita o papel do Estado nos desaparecimentos e dê aulas de direitos humanos aos militares'.



