terça-feira, 16 de outubro de 2012
Unesco: Brasil reduzirá analfabetismo em adultos para 5% em 2015
sábado, 14 de maio de 2011
Médio Oriente: A violência atinge a educação no Iraq
Décadas de guerra no Iraque, as sanções da ONU, a fraca segurança e a situação económica, afectaram negativamente a educação e aumentaram os níveis de iliteracia. Segundo dados publicados pelo Estado e pela UNESCO em Setembro, pelo menos cinco milhões de Iraquianos dos cerca de trinta milhões no total, são analfabetos. Destes, 14 % são crianças na idade escolar que abandonaram a escola para poderem sustentar as suas famílias, estão deslocados ou não têm acesso a escolaridade adequada.
Ahmed Khalid Jaafar, de 14 anos, disse à IRIN (Rede Integrada de Informações Regionais) de Bagdade, que deixou a escola depois do pai ter morrido numa explosão há três anos, e que andava à procura de trabalho nas ruas para sustentar a mãe e duas irmãs mais novas.
“Eu vendo gomas e a minha mãe faz trabalhos de costura” disse-nos Jaafar. “Nós fazemos 200,000 a 300,000 dinares (160 a 250 dólares) por mês. Gastamos aquele dinheiro no que é mais importante, sobretudo alimentação. A escola agora não é o mais importante”. Jaafar e a sua família estão a ocupar um edifício do Estado que está abandonado.
Os dados de Setembro mostram que a iliteracia dos adultos no Iraque é agora uma das mais altas dos países árabes. Nas zonas rurais, cerca de 30% da população não sabe ler ou escrever. Há significativas disparidades entre sexos, sendo que 40% dos analfabetos são mulheres.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Perfil: Paulo Freire, o libertador
Para o que serve a Educação? Para ler corretamente? Para contar sem errar? Para escrever sem dificuldade? Muita gente pode achar que é apenas para isso, mas Paulo Freire acreditava que a Educação servia para muito mais. Para ele, mais que entender como somar, dividir ou decodificar os sons das letras, na Escola se deveria ganhar o passaporte para a dignidade.
(...)
A revolução que Paulo Freire provocou em algumas comunidades nordestinas acabou tomando proporções nacionais, e ele foi convidado pelo então presidente da República, João Goulart, para expandi-la para o restante do país. A iniciativa que poderia ter causado a erradicação do analfabetismo brasileiro, no entanto, teve uma vida curta. "Com o início do regime militar, todos os programas que ele conduzia foram cancelados. Se hoje temos 64 milhões de brasileiros sem ensino fundamental e 14 milhões de analfabetos é porque os projetos dele foram interrompidos", acredita Maria Madalena Torres.
Vejam mais em JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Número de analfabetos cai, mas ainda representa cerca de 10% da população no Brasil
Mais na Folha.com .
terça-feira, 27 de abril de 2010
Plano Brasil 2022 prevê fim do analfabetismo, da miséria e da desnutrição
Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Se cumprir todas as metas previstas pelo Plano Brasil 2022, no ano de seu bicentenário da Independência, o país terá erradicado o analfabetismo, a miséria e a desnutrição, bem como amenizado as disparidades social, de gênero e racial. Além disso, a qualidade de vida da população estará melhor graças a investimentos em infraestrutura, em especial a de transportes públicos. A expectativa é de que o bem estar do brasileiro fique mais próximo ao dos cidadãos de países desenvolvidos.
O cenário otimista consta da primeira parte do Plano Brasil 2022, divulgada hoje (27) pelo ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Samuel Pinheiro. “Nosso objetivo é o de sermos um país desenvolvido. Certamente isso não será alcançado em 2022 porque a renda per capita estará ainda em apenas US$ 12 mil. Mas teremos dado um passo muito significativo nesse sentido”, afirmou o ministro.
Vejam o texto completo na AGÊNCIA BRASIL
quinta-feira, 19 de junho de 2008
ONG: Brasil é 3º em analfabetismo na América Latina
O Brasil é o terceiro país em índice de analfabetismo da América Latina, atrás apenas do Haiti e da Guatemala, segundo um relatório divulgado pela ONG Alfalit. De acordo com a ONG, os níveis de analfabetismo no País chegam a 11,4%, contra os 41,7% do Haiti e 30,9% da Guatemala.
Entre os países com menor porcentagem de pessoas que não sabem ler estão Chile, Argentina e Uruguai. "No Chile há dois milhões de pessoas que não sabem ler, número que significa 4,3% da população, antecedido por Uruguai (4%) e Argentina (2,8%)", disse David Forsberg, diretor internacional da Alfalit.Notícia completa no Terra.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Haddad e MST acordam programa de erradicação do analfabetismo
O ministro da educação, Fernando Haddad, foi único membro do governo convidado para o congresso dos sem-terra, por comandar área considerada prioridade absoluta pelo MST, diz Stedile. Movimento quer programa conjunto para erradicação do analfabetismo e educação nos assentamentos.
http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=19998
Governo eliminou analfabetismo em 64 cidades
O município de São João do Oeste (SC) é o que tem o menor índice de analfabetismo em todo o país, segundo o Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. De acordo com os dados, apenas 0,9% da população local não é alfabetizada. É o único município do Brasil com índice menor do que 1% do total de moradores.A lista divulgada pelo IBGE inclui 64 cidades. Todas, com índices que chegam até 4% da população, receberão do Governo Federal, nesta quarta-feira (20), o selo de "cidade livre do analfabetismo". A maior parte dos municípios citados fica no Rio Grande do Sul: 40. O restante está em Santa Catarina (16), São Paulo (3), Paraná (3) e Rio de Janeiro (2). Mais aqui no G1.