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domingo, 30 de janeiro de 2011

Patricio Lumumba

Una víctima de la política nuclear del régimen de EEUU, de Bélgica y de la traición

Los testimonios de ex funcionarios estadounidenses recogidos en el documental “La Odisea Africana”, de la realizadora franco-egipcia Jihan el-Tahri, revelan los planes para derrocar y asesinar al entonces primer Ministro del Congo (K), Patricio Lumumba, quien lideró el movimiento político independentista en esa colonia de Bélgica. Lumumba fue derrocado y semanas después asesinado, el 15 de enero de 1961, mediante un complot en que participó EEUU, Bélgica, los Cascos Azules de la ONU y los separatistas de Katanga.


Vejam mais detalhes em LA HAINE.ORG

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

ONU documenta banho de sangue no Congo

Mulheres e meninas foram estupradas. Homens foram massacrados. Refugiados foram assassinados com facões e paus. Um novo relatório da ONU descreve uma orgia de violência no Congo entre 1993 e 2003, documentando meticulosamente como a lei e a humanidade foram abandonadas. Ele também acusa Ruanda de atrocidades no Congo – algo que não foi bem recebido em Kigali.


O relatório tem mais de 500 páginas. É uma das investigações mais completas de crimes de guerra na história da ONU. Apesar de ainda não ter sido publicado, causou tensões diplomáticas sérias em Nova York, Congo e Ruanda.


A notícia, da Der Spiegel, está disponível no Ainda a Mosca Azul.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

No Congo, casas para denunciar as violências sexuais

Todos os dias, em Goma, mulheres chegam para relatar uma paz como ela não se pretende. Relatos em voz baixa, com mímicas dos golpes, o sutiã ou a saia levantados para mostrar os ventres e os seios feridos. Muitas vezes elas chegam sozinhas, das cidades vizinhas, e os relatos se encadeiam, nos quartos escuros. Aqui, são chamadas de "casas de escuta". As mais cuidadas têm uma cama e uma cortina. Outras são barracos de madeira com teto de lona, possuem somente um banco, uma mesa baixa com uma toalha branca.

Continue lendo o texto do Le Monde, disponível no UOL.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Rebeldes 'mataram mais de 400 no Congo', diz ONG

A organização humanitária católica Caritas acusou rebeldes de Uganda de matar mais de 400 pessoas no norte da República Democrática do Congo desde o dia de Natal.

Segundo o diretor da organização no Congo, Bruno Mitewo, cerca de 20 mil pessoas foram forçadas a fugir para as montanhas por temer ações dos rebeldes do grupo Exército de Resistência do Senhor (ERS), que negam ter realizado ataques na região.

Mais na BBC Brasil.


quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Intervenção de Angola no Congo é inevitável, dizem analistas


Luanda, 5 nov (Lusa) - Uma interferência de Angola no conflito que está acontecendo na República Democrática do Congo (RD Congo, Ex-Zaire), entre o governo de Joseph Kabila e os rebeldes do general tutsi Laurent Nkunda, é vista como incontornável por analistas angolanos ouvidos pela Agência Lusa.

Graça Campos, diretor da revista Semanário Angolense, não tem dúvidas de que Luanda só aguarda pelo “apoio formal” da comunidade internacional para mandar unidades militares em apoio ao presidente congolês, Joseph Kabila.

Vejam mais na Lusa-Agencia de Notícias de Portugal S.A.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Quem exporta ditadura colhe tempestade



Este é o símbolo do partido que defende a divisão da Bélgica, com o norte - onde se fala holandês - dando origem a um novo país, que incluiria Bruxelas. O meu maior prazer ao escrever neste site é de interagir com tantos leitores de qualidade. Primeiro o Hans Bintje me ensinou a recuperar o gramado do fundo de casa. Agora, a partir do vídeo do estudante que foi preso por fazer uma pergunta 'fora do script', na Universidade da Flórida, ele escreveu:

"O vídeo do estudante preso ao fazer perguntas "inconvenientes" para John Kerry me rendeu uma caixa de garrafas de champagne.
Foi uma aposta macabra, feita ainda na década de noventa, depois de uma palestra do professor Renato Janine Ribeiro a respeito do livro "O processo civilizador", escrito por Norbert Elias.

Esse livro tem dois volumes, mas basta ler o primeiro para se ter uma boa noção da teoria. Os críticos dizem que Elias é otimista em relação ao processo civilizador, mas quem ler o livro com atenção vai perceber que o autor também previu os refluxos.

Afinal, "O processo civilizador" foi escrito na década de 30 e o autor não estava alheio aos eventos que aconteciam, a origem da matança da Segunda Guerra Mundial. A leitura de "O processo civilizador" fica ainda mais interessante se for feita em conjunto com outro livro, "O coração das trevas", de Joseph Conrad. A adaptação feita para o cinema, transposta para a Guerra do Vietnã por Coppola em "Apocalypse Now", é uma coreografia sanguinária, mas Conrad foi ainda mais fundo, indo até a origem das "trevas".

E a origem das trevas não estava nas selvas do Congo - a ação no livro de Conrad se passa na África - mas no coração de Bruxelas, capital da civilizada Bélgica. A História é irônica: décadas mais tarde, essa cidade iria se transformar na sede da União Européia. Será que isso é uma mera coincidência?

De lá partiam as ordens para um sistema de exploração colonial tão cruel que chegou a chocar os próprios ingleses, eles mesmos donos de um império "onde o Sol nunca se punha". Contudo, afora a opulência material da Bruxelas contemporânea, quase nada no povo belga faz lembrar esse passado tão sombrio. O Congo serviu como uma "válvula de escape" para os malucos do país - tanto para quem dava as ordens em Bruxelas, quanto para quem procurava executá-las na África.

Fechada essa válvula e outras tantas que ainda permitiam um mínimo de coesão social na Bélgica, o país está prestes a se desintegrar. Os problemas não foram resolvidos, agravaram-se e chegou-se no ponto de ruptura.


Tomara que seja pacífica.

A aposta macabra foi que, a medida em que os países que constituem o chamado "quintal" dos EUA fossem se democratizando, a política interna daquela nação iria se tornar cada vez mais autoritária. Na época, ninguém acreditou nisso, m...

Leia aqui o restante da matéria!
http://viomundo.globo.com

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Lixo na TV: Luciano Hulk e King-Congo

O programa Caldeirão do Huck, sob a liderança do apresentador Luciano Huck, tem se convertido em uma dessas pérolas da nossa santa idiotice que diariamente preenche a programação da TV aberta brasileira sob a bandeira da "liberdade de expressão". Essa fronteira confusa teve um dos seus mais significativos momentos na edição do programa supracitado que foi ao ar sábado, dia 21 de julho de 2007.
[...]
Na tela, Luciano lembrava um episódio de um norte-americano que, por ocasião do início dos jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, havia comparado o Brasil com o Congo e, diante de tamanha ofensa (imagine!), o tal norte-americano foi mandado de volta ao seu país.
Então, anuncia o Luciano Huck, para mostrar que o Brasil (especialmente em época de Pan-Americano) é democrático e hospitaleiro e sabe conviver com todos (exceto com quem faz tal tipo de comparação), resolve fazer uma homenagem ao Congo – ele ainda se pergunta sobre o gentílico de Congo e sugere que é King-Kong. Essa homenagem consiste em uma pessoa vestida de gorila andando pelas ruas do Rio e, segundo o próprio apresentador, esse gorila é um legitimo habitante do Congo. O vídeo do programa, para quem não o viu e quiser conferi-lo, ainda está disponível na internet.

LEIA MAIS NO OI