segunda-feira, 26 de julho de 2010
Cartas perdidas após queda de avião há 60 anos são achadas nos Alpes
Por causa do movimento dos glaciais, a correspondência viajou mais de três quilômetros de distância e desceu mais de 2,5 mil metros de altitude ao longo dos anos.
A sacola foi encontrada por acaso por estudantes de Geografia da Universidade de Dundee que recolhiam dados para uma pesquisa sobre os efeitos da mudança climática na região.
A notícia, da BBC Brasil, continua no UOL.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Tartaruga rejeitada faz amizade com brinquedo

Uma tartaruga do santuário de Tortoise Gardens, na região da Cornualha (sul da Inglaterra), fez amizade com uma tartaruga de plástico.Timid Timmy ("Tímida Timmy" em tradução livre) foi mantida em um viveiro separado depois que outras tartarugas a rejeitaram e a excluíram do grupo.
Para ela não se sentir só Joy Bloors, a dona do santuário, colocou uma tartaruga de plástico em seu viveiro e desde então os dois são inseparáveis. Timmy aparenta demonstrar afeto e traz até comida para Tanya, a tartaruga de brinquedo.
Texto completo, da BBC Brasil, no UOL. Foto sem créditos lá. Com vídeo.
domingo, 28 de março de 2010
O gentleman camelô
O palco favorito de Joe Ades era a praça Union Square, onde, na feira aos sábados, compro queijos, frutas e legumes dos fazendeiros da região, artes e bagulhos dos camelôs.
O talento do camelô Joe era vender um descascador suíço de aço inoxidável para frutas e legumes. Custava US$ 5. Ou 5 por US$ 20. Eu comprei um a primeira vez que o vi em ação, há uns 15 anos. Nunca falhou e não quebra. A performance de Joe Ades valia os US$ 5.
Com sotaque inglês, camisa, gravatas e ternos finos, era o vendedor de rua mais elegante de Nova York. Um artigo sobre o guarda-roupa dele identificou os ternos de Chester Barrie e as camisas da Turnbull Asser. Era tão bem vestido e polido que às vezes despertava suspeita.
Continue lendo na BBC Brasil.
terça-feira, 16 de junho de 2009
El imperio del consumo y sus consecuencias en la vida cotidiana
| escrito por Eduardo Galeano | |
| Una civilización, que confunde la cantidad con la calidad, confunde la gordura con la buena alimentación. (...) Los dueños del mundo usan al mundo como si fuera descartable: una mercancía de vida efímera, que se agota como se agotan, a poco de nacer, las imágenes que dispara la ametralladora de la televisión y las modas y los ídolos que la publicidad lanza, sin tregua, al mercado. Pero, ¿a qué otro mundo vamos a mudarnos? ¿Estamos todos obligados a creernos el cuento de que Dios ha vendido el planeta a unas cuantas empresas, porque estando de mal humor decidió privatizar el universo? La sociedad de consumo es una trampa cazabobos. Los que tienen la manija simulan ignorarlo, pero cualquiera que tenga ojos en la cara puede ver que la gran mayoría de la gente consume poco, poquito y nada necesariamente, para garantizar la existencia de la poca naturaleza que nos queda. La injusticia social no es un error a corregir, ni un defecto a superar: Es una necesidad esencial. No hay naturaleza capaz de alimentar a un shopping center del tamaño del planeta. Vejam o texto completo em Resumen Latinoamericano |