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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Tem Cabo Anselmo aos montes, nas ruas

Na foto, na porta da Prefeitura, o cabo Anselmo de sempre




1.    Relato de como descobri os infiltrados nos movimentos do MPL pelas ruas do Brasil.


Artigo. 19.06.2013 às 21:25

Acredito que descobri quem são os infiltrados no movimento MPL. Quem esteve agitando na rua, quebrando tudo, é a direita! A infiltração no movimento de rua do MPL que vem causando transtornos em meio a passeata pacifica, tem vários nomes, movimentos, mas uma forma de agir, cooptar e incitar a violência. E só descobri isso porque lancei uma isca e deu certo!
Coloquei na minha página uma mascara do Anonymous, postei palavras de ordem, distribui a informação em grupos conservadores e não tardou para entrarem em contato. Para a turma que ainda acredita que tem uma divisão no MPL em São Paulo, que existe bagunceiros quebrando tudo, e que isso ocorre ao acaso, tenho uma bomba pra vocês. Não é divisão… é infiltração golpista. 

Vejam mais em CONVERSAAFIADA

domingo, 25 de outubro de 2009

A DITADURA DO OMBUDSMAN


Recife (PE) - Qualquer pesquisa na internet informará que ombudsman é uma palavra sueca que significa representante do cidadão. E que a Folha de São Paulo foi o primeiro jornal brasileiro a ter algo semelhante, o seu próprio ombudsman, que deveria ser um profissional dedicado a receber, investigar e encaminhar as queixas dos leitores; realizar a crítica interna do jornal e, uma vez por semana, aos domingos, etc. etc. Vamos ao ponto e ao fato, agora.

Em 29 de julho de 2009, lancei o livro “Soledad no Recife” em São Paulo. O livro narra os últimos dias de Soledad Barrett, a militante socialista que teve a infinita infelicidade de ser mulher do Cabo Anselmo, pois grávida foi entregue por ele ao assassino Fleury. Que a executou sob torturas, a ela e a mais cinco militantes, em 1973. Isso é histórico. O livro, uma recriação literária em cima de pessoas, depoimentos e papéis, expõe o caráter da traição dc Anselmo, em um momento que não poderia ser mais inconveniente para ele.

Vejam o texto completo em Direto da Redação

sábado, 5 de setembro de 2009

Jango quis prender o cabo Anselmo

Estava em marcha, claro, a operação destinada a desestabilizar o governo, da qual fazia parte o esforço para superdimensionar os movimentos dos sargentos e dos marinheiros (ainda que muitos tenham deles participado por ingenuidade, obviamente). Conforme o relato do coronel Juarez, o presidente não sabia que Anselmo planejava falar no Automóvel Clube, mas tinha consciência de que ele era agente infiltrado na esquerda.

“Quem o viu chegar foi o coronel Carlos Vilela, da Casa Militar”, conta o militar aposentado. “Como eu estava mais à frente, acompanhando o presidente, ele me chamou: ‘Está chegando o cabo Anselmo, o que faço¿’ O próprio Jango antecipou-se e deu a ordem: ‘Prende!’ Quando Anselmo começava a entrar, voltei com Vilela, que o segurou pelo ombro, enquanto eu punha a mão no pescoço. Os dois desviamos o cabo à força para outra sala, onde havia um sofá de dois lugares. Vilela mandou que ele se sentasse e comunicou: ‘Por ordem do presidente, o senhor está preso’. Em seguida Vilela foi chamar o coronel (Domingos) Ventura, comandante da Polícia do Exército. Ventura veio e trouxe a escolta para levar Anselmo preso para o quartel da PE.”

O texto completo no blog do Luís Nassif.

sábado, 1 de agosto de 2009

Cabo Anselmo, o traidor, reaparece em SP e quer anistia

Um dos personagens mais mais vis e infames da história recente do Brasil, cabo Anselmo, deu ontem o último passo para voltar a ser José Anselmo dos Santos, nome de batismo do ex-marujo que precipitou a queda do governo João Goulart e marcou o início da ditadura militar (1964-85). Vivendo clandestino e sem documentos oficiais há 45 anos, quando foi preso e expulso da Marinha, Anselmo fez na 8ª Vara da Justiça Federal de SP exame para comparar suas impressões digitais com as que constam em documentos disponibilizados pela Força.

Este é o último passo do processo em que a União foi forçada, em dezembro, a apresentar dados que durante anos foram considerados desconhecidos. A Marinha disponibilizou ficha "individual datiloscópica" e um "prontuário de identificação".
A cópia de sua certidão de nascimento não foi encontrada nos arquivos da corporação nem no cartório de Itaporanga d'Ajuda, no interior de Sergipe, onde ele nasceu e foi registrado -por isso a perícia.

Vejam mais no Vermelho

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A VOLTA DE SOLEDAD


Amigos, aquilo que há muitos e muitos anos eu sentia por todos os poros e sentidos, aquilo que meu faro pressentia, que a hora de Soledad Barret Viedma se acercava, agora chegou. Em julho, a Boitempo Editorial publica o meu, o nosso livro, “Soledad no Recife”.

Para quem não sabe, Soledad Barret Viedma foi torturada e morta no Recife em 1973, grávida e traída, depois de entregue a Fleury pela marido, o Cabo Anselmo.

Um dos leitores de Soledad no Recife assim se expressou:

“O livro alcança e fere vários tipos de leitores, desde os que já conhecem a história do ‘massacre da chácara São Bento’ até os que a desconheçam totalmente.

Vejam o texto integral em Direto da Redação

sábado, 23 de junho de 2007

Síndrome de Cabo Anselmo (*)

Greve durante o Pan é discutida por controladores. Com mais firmeza, os controladores de tráfego aéreo começaram ontem a discutir a possibilidade de fazer greve branca no início de julho, quando o fluxo nos aeroportos irá aumentar devido aos Jogos Pan--Americanos e às férias escolares. Mais aqui, no Terra.

(*) Cabo Anselmo foi o marinheiro que, fazendo-se passar por esquerdista, açulou a revolta dos marinheiros em 1964, favorecendo os golpistas. Depois do golpe, entregou vários companheiros às forças da repressão.