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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Resposta ao "Nepotismo no TSE"

Renunciar depois de denúncias não é ato digno, é obrigação. E, ao contrário de você, não peço desculpas pelo que escrevi, afinal se ninguém falasse nada sobre isso, ela ainda estaria lá, quando tantos tiveram_ com razão_ que deixar o cargo. Na explicação tardia da Sra. Guiomar, ela fala como se tivesse pedido exoneração como um favor prestado à sociedade.

Para entender o contexto do parágrafo acima, visite o blog do Luís Nassif. Como o texto original foi citado aqui, optei por citar também uma resposta.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O nepotismo que a mídia protege

Mas se a intenção é moralizar, compare-se com outro nome. Guimar Feitosa de Albuquerque Lima. Irmã do ex-deputado Chiquinho Feitosa, do PSDB ( CE). Advogada da União ( aposentada em 18 de junho de 2009) e cedida ao STF ( não é concursada do Judiciário), onde foi chefe de gabinete do Ministro Marco Aurélio, que em 2001 a nomeou Secretária-Geral da Presidência da Corte Suprema. Atualmente desempenha o cargo em comissão de Secretária-Geral da Presidência do TSE.

Detalhe: seu nome atual é Guiomar Feitosa de Albuquerque Lima Mendes, já que é casada com o Presidente do STF, Gilmar Ferreira Mendes. Pois bem, pela Súmula número 13, do nepotismo, ela, como esposa do ” Chefe do Judiciário”, como Mendes se autoproclama, está incursa na proibição ali prevista. Justamente por ser casada com o chefe, que admite ser chefe. Se, ainda assim, afirmarem que não se trata de nepotismo por ela laborar em outro Tribunal, mister se faz lembrar que, por previsão do parágrafo único do art. 119 da Constituição Federal, o Presidente do TSE será, obrigatoriamente, um dos Ministros do STF que o compõem. Vislumbra-se, assim, o que se chama nepotismo cruzado ( solicitar a um colega que nomeie um parente). Como também se verifica a profunda vinculação do TSE ao STF.

Veja o texto no blog do Luís Nassif.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Tribunal de Justiça gaúcho suspende por 60 dias funcionária que denuncia nepotismo na Corte

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em uma atitude insólita, suspendeu nesta segunda-feira a funcionária Simone Janson Nejar, por 60 dias, preventivamente, ao mesmo tempo em que determinou a abertura de um processo administrativo com vistas a demití-la, suspendê-la (o que já fez, antes de qualquer julgamento) ou repreendê-la. A abertura do inquérito foi determinada na última sexta-feira, pela Portaria nº 02/2008-2ª VP, assinada pelo desembargador Jorge Luis Dall’Agnol, vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Ele determinou a abertura do processo administrativo com base em denúncia apresentada pela arapongagem do Tribunal. A denúncia é assinada pelo araponga Ivan Carlos Campos Ribeiro, sub-chefe da “Equipe de Segurança” do Tribunal de Justiça. A denúncia é um escândalo. Ocorre que este “araponga” fajuto, porque nem é araponga de carreira, é um dos denunciados anteriormente pela funcionária Simone Janson Nejar como um dos mais notórios casos de nepotismo que ocorrem no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.

A notícia continua no saite Videversus, jornalismo de adjetivos.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Deputado gaúcho tenta driblar regra antinepotismo

CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 2 DE OUTUBRO DE 2008

Depois de exonerar dois cunhados que trabalhavam em seu gabinete parlamentar em Brasília, o deputado federal Vilson Covatti (PP) contratou as esposas deles, suas concunhadas para os cargos. Segundo o deputado, elas não são atingidas pela súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal (STF) que proíbe o nepotismo até o terceiro grau nos três Poderes.
Eliane Franciscatto e Mauren Franciscatto, casadas com Sandro Roberto Franciscatto e Júlio Cezar Franciscatto, respectivamente, deverão receber salários de cerca de R$ 3 mil, de acordo com o deputado. Ele nega que as duas ocupem cargos com os salários mais altos do gabinete, de cerca de R$ 8 mil. 'Não posso abrir mão de pessoas que estão comigo há 13 anos. Não fiz nada ilegal, imoral ou antiético', avaliou.