quarta-feira, 7 de outubro de 2015
A revolta impotente da ombudsman contra seu próprio jornal
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Pouco barulho para uma pauta-bomba
domingo, 4 de outubro de 2015
A morte das revistas semanais brasileiras
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Folha de São Paulo adere ao golpismo
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Catastrofismo da mídia ignora resultados da luta contra a desigualdade
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
"Há interesses políticos em desvalorizar a Petrobrás", diz consultor
A análise, na contramão de tudo o que vem sendo falado com relação à estatal brasileira do petróleo, é do engenheiro Ivo Pugnaloni, investidor na empresa e consultor da Enercons para o setor de energia.
Vejam mais no JORNAL DO BRASIL
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Prisão no mensalão: jogada eticamente duvidosa
Marco Aurelio era vice-presidente do STF e estava na quinzena do recesso em que respondia por qualquer pedido urgente que ali impetrassem.
Vejam mais no JORNAL DO BRASIL
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Por que é certo indiciar Policarpo
Mas, por ter se tornado tão próximo de Cachoeira, ele acabou se deixando usar por um grupo no qual o interesse público era provavelmente a última coisa que importava. Logo, havia um envenenamento, já na origem, nas informações que ele recebia e publicava. Que Policarpo não se tenha dado conta do pântano em que pescava denúncias não depõe a favor de sua capacidade de observar, mas miopia não é crime.
Minha convicção é que ele não terá dificuldades, perante a justiça tão louvada pela mídia por sua atuação no Mensalão, em provar que fez apenas jornalismo com Cachoeira – ainda que mau jornalismo.
Mas é necessário que Policarpo enfrente o mesmo percurso de outros envolvidos neste caso. Ele deve à sociedade, e ao jornalismo, explicações.
Teria sido infame não arrolá-lo. Isso teria reforçado a ideia de que jornalista é uma categoria à parte, acima do bem e do mal, acima da lei.
Confira o texto completo no Observatório da Imprensa.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Por que a Veja quer Barbosa na presidência do STF?
Historicamente, o pleito não apresenta surpresas. Pela tradição da casa, é eleito sempre o ministro mais antigo que ainda não ocupou o cargo. A bola da vez é Barbosa, que tomou posse em 2003, na sequência de Cezar Peluzo, que se aposentou por idade em 3/9, e de Ayres Britto, que se aposentará pelo mesmo critério em 18/11. Mas o nome de Barbosa está longe de ser consenso entre os colegas. Às vésperas da votação, o juiz recebeu um entusiasmado apoio da revista Veja. O artigo é de Najla Passos.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
O jornalismo hipócrita da Rede Globo e da mídia nacional
No primeiro dia útil de 2012 a Rede Globo e a mídia brasileira
noticiaram – de forma hipócrita – que o Irã, mais uma vez, desafiava o
mundo ao fazer testes com mísseis de médio e longo alcance no Estreito
de Ormuz, por onde passa a maior parte do petróleo consumido no
Ocidente, fornecido por monarquias árabes corruptas e subservientes ao
imperialismo e ao sionismo.
O “jornalismo” da Globo tenta induzir a opinião pública a apoiar qualquer tipo de ação criminosa por parte dos EUA ou da Otan contra o Irã, para favorecer a política belicista e imperialista dos EUA e racista de Israel.
Vejam mais em PORTAL VERMELHO
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Projeto da grande imprensa é varrer a ‘era Lula’
O ponto de partida é a destruição da política, depois da desmoralização dos políticos e dos partidos. Como sabemos que é impossível sustentar uma democracia sem políticos e sem partidos políticos…
Esta operação está em curso.
Nem mesmo os néscios de carteirinha supõem que a atual campanha da grande imprensa tem por objeto a defesa dos interesses de nosso povo ou de nosso país. Senão a desmoralização da política
No Brasil, a liberdade de imprensa, que precisa ser a mais ampla possível, limita-se à liberdade, sem responsabilidade, das grandes empresas de comunicação, que expressam o pensamento único, não apenas em seus editoriais (que ninguém lê), mas agora quase principalmente no noticiário, seja nacional seja internacional (repertório das grandes agências), nas reportagens e no pensamento de seus colunistas e colaboradores. Estes são escolhidos ou por partilharem do pensamento patrão, ou por a ele se haverem adaptado para serem colunistas. E nesta hipótese, serviçais, procuram ser mais realistas do que o próprio rei.
Confira o texto de Roberto Amaral, no sítio da CartaCapital.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Merval Pereira e a “negociata” da ABL
A deprimente escolha confirma o servilismo da chamada “elite da literatura” brasileira à ditadura midiática.
Entre o escritor Antônio Torres, autor reconhecido no mundo inteiro por sua vasta obra literária – em 1999, o governo francês concedeu a ele o título de “Cavaleiro das Artes e das Letras” – e o jornalista global, os “imortais” da ABL preferiram premiar o segundo. Merval publicou dois livros: um em 1979, feito a quatro mãos, e outro do ano passado, que reúne artigos publicados no jornal O Globo – a maioria de oposição raivosa e golpista ao governo Lula.
Leia MAIS.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Dilma não é Cardoso
Por exemplo, no mesmo dia em que se encontrou com Cardoso, Dilma entregou 1.900 casas a famílias pobres de São Paulo, sob a promessa de construir mais dois milhões de casas como forma de enfrentar a crise, mediante uma fórmula distinta da “insensatez” dos Estados Unidos que, conforme disse, insiste em subsidiar os bancos. E declarou que a prioridade de seu governo é o social, muito mais do que “limpeza ética” que causou a renúncia de quatro ministros, a remoção de um quinto que agora comanda uma secretaria sem peso, e tem outros dois sob observação, os de Turismo e Cidades, segundo se informou neste final de semana.
O certo é que esses assuntos significativos, como o Programa Brasil Sem Miséria ou a recente cúpula da Unasul em Lima, passam quase em branco nas manchetes, pois o Pensamento Jornalístico Único (o chamaremos de PJU), antes de responder a critérios noticiosos, responde a um programa de ação política, dado que a imprensa desempenha o papel de principal força opositora, enquanto se reconstrói o Partido da Socialdemocracia, reduzido a escombros após ser derrotados nas eleições do ano passado pelo PT de Rousseff e Lula.
Confira o texto completo na Agência Carta Maior.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
A vitória de Dilma que o PIG não mostrou
O Estadão atribuiu a vitória ao Lula.
O Globo diz que Lula elege Dilma e aliados já articulam sua volta em 2014.
A Rede Globo ficou o dia inteiro mostrando o Faustão e escondendo a vitória de Dilma e para piorar não mostrou a festa da população nas ruas comemorando a vitória da primeira mulher Presidente do Brasil.
Assim é o PIG – Partido da Imprensa Golpista… sempre escondendo dos brasileiros suas vitórias e conquistas.
Lula não precisou do PIG (não almoçou com eles).
Dilma também não precisará.
Continue lendo no blog Dilma Presidente. Na foto, a comemoração da vitória na Av. Paulista, São Paulo, Capital. Mais fotos de comemoração pelo Brasil, lá.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Folha, em campanha, quer autos do processo q levou Dilma a prisao na ditadura
Leia mais no BLUE BUS.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Folha enxerta Lula na crítica de Marina a Serra
A alegação da Folha de S.Paulo em seu hipócrita editorial de ontem de que “procura manter uma orientação de independência, pluralismo e apartidarismo editoriais” é escandalosamente desmentida hoje pelo próprio jornal com o título que criou para as críticas que Marina fez ao relacionamento- se é que se pode chamar assim - de Serra com a imprensa.
Enquanto O Globo escreveu “Em Guarulhos, Marina diz que Serra intimida jornalistas”, e o IG usou “Marina critica Serra por ‘intimidar a imprensa’”, a Folha encontrou um jeito de incluir Lula na história e titulou assim a sua matéria: “Marina acusa Lula e Serra de tentarem intimidar imprensa”.Para justificar seu título forçado, a Folha disse que a crítica a Lula foi velada e que a crítica a Serra foi direta. Mas o “imparcial” jornal paulista ignorou um dado fundamental que constava de sua própria matéria e deveria ter sido determinante na orientação do título. Depois de criticar intimidações à imprensa de uma forma geral, Marina foi perguntada a quem se referia, e respondeu que era a Serra.
Confira no blog do Luís Nassif.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Mídia e militares: saudades de 1964?
Confira na CartaCapital.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Para entender o caso Erenice
Erenice não foi apontada como cúmplice de nenhum crime. Não há um dado objetivo sequer de que tenha compactuado com a quadrilha. O próprio fato de ter demitido Marco Antonio dos Correios é prova mais que robusta.
Mas cometeu desvios éticos, ao não analisar devidamente as sugestões do filho.
Não há nenhum dado que comprove o atendimento de qualquer demanda por parte da Casa Civil. A tentativa de ligar o caso a Dilma Rousseff é bisonha e não convence sequer o cidadão comum, mesmo bombardeado pela mídia de maneira exaustiva.
Confira o texto completo no blog do Luís Nassif.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Cadê o escândalo que estava aqui?
Como funciona o esquema de subjornalismo de criação de escândalos?
Solta-se a primeira matéria, com um suposto escândalo graúdo. No caso atual, a tal reportagem da Veja informando que Erenice Guerra recebeu propinas no valor de R$ 5,8 milhões; que tinha reuniões em sua casa com o lobista, nas quais eram proibidos equipamentos que pudessem conter gravadores; que disse que o dinheiro era para financiar atividades políticas do Planalto. Só isso. Fosse verdade, não apenas Erenice mas a República teria caído.
Uma marotagem visando eximir o lobista de apresentar provas - a história de que não podia ir a reuniões com Erenice nem com canetas - é apresentada por insigines jornalistas como prova de que os fatos ocorreram. A denúncia se resume a provas declaratórias - se é que houve - de um lobista que mentia até sobre seu cargo na empresa que assessorava.
Em cima desse fato, começam repercussões de qualquer tipo, mesmo que nada tenham a ver com a denúncia principal. Cada denúncia, por mais besta que seja, é acompanhada de um pró-memória de que fulano foi acusado de cobrar propinas. Não se tem um dado objetivo sequer corroborando a acusação-mãe, mas ela é repetida como se fosse verdade sacramentada.
Continue lendo no blog do Luís Nassif.