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domingo, 20 de setembro de 2015
O descaso com os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas
“Em 2015, somos todos indígenas”. Este é o mote dos Primeiros Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, que estão previstos para acontecer em Palmas (TO) em outubro deste ano. Por que tão poucas pessoas estão sabendo deste megaevento que acontecerá no nosso país e que contará com a presença de mais de dois mil atletas de 30 países? Por que os envolvidos estão considerando o evento “uma grande conquista dos povos indígenas?”.
Continue lendo do Jornal GGN.
Continue lendo do Jornal GGN.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Anistia Internacional repudia assassinato de líder indígena no Mato Grosso do Sul e pede urgência na investigação
A Anistia Internacional manifesta sua preocupação com o agravamento da violência contra o povo Guarani-Kaiowá no Mato Grosso do Sul. No dia 29 de agosto de 2015, um ataque às terras Ñanderú Marangatú no município de Antonio João, deixou mulheres e crianças feridas e o indígena Simião Vilhalva morto.
Confira no sítio da Anistia Internacional, via Jornal GGN.
Confira no sítio da Anistia Internacional, via Jornal GGN.
sábado, 23 de novembro de 2013
Agricultores protestam contra ação de índios em Vicente Dutra
Agricultores protestaram na manhã desta sexta-feira contra depredações que teriam sido causadas por índios nos últimos dias em Vicente Dutra, no Norte do Estado. A manifestação – organizada pela Administração Municipal, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e outras entidades – visa pressionar as autoridades federais, especialmente a Fundação Nacional do Índio (Funai), a buscar uma solução para o problema das demarcações de terras. As aulas foram suspensas e a prefeitura e e estabelecimentos comerciais foram fechados.
O prefeito de Vicente Dutra, João Paulo Pastório, disse que o o clima é tenso na cidade. “Nós temos no turismo, especialmente através da água mineral, uma das principais fontes de renda do município. Essa pressão e depredação feitas pelos índios prejudica muito nossa cidade”, argumentou.
Leia mais no Correio do Povo.
O prefeito de Vicente Dutra, João Paulo Pastório, disse que o o clima é tenso na cidade. “Nós temos no turismo, especialmente através da água mineral, uma das principais fontes de renda do município. Essa pressão e depredação feitas pelos índios prejudica muito nossa cidade”, argumentou.
Leia mais no Correio do Povo.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Indígenas protestam contra mudança na demarcação de terras
Na semana em que a Constituição de 1988 completa 25 anos, índios de várias regiões do Brasil promovem nesta terça-feira em Brasília uma manifestação para defender os direitos que lhes foram assegurados pela Carta e protestar contra propostas no Congresso que os afetam.
A passeata, que segundo organizadores deverá agregar mais de mil líderes indígenas, além de quilombolas e apoiadores, integra uma série de atos em vários pontos do país promovidos pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).
O principal alvo do grupo é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215. Defendida por parlamentares ruralistas, a PEC alteraria o processo de demarcação de terras indígenas.
Confira a notícia da BBC Brasil, disponível no UOL.
A passeata, que segundo organizadores deverá agregar mais de mil líderes indígenas, além de quilombolas e apoiadores, integra uma série de atos em vários pontos do país promovidos pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).
O principal alvo do grupo é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215. Defendida por parlamentares ruralistas, a PEC alteraria o processo de demarcação de terras indígenas.
Confira a notícia da BBC Brasil, disponível no UOL.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Raposa Serra do Sol vive abandono após quatro anos
BOA VISTA e PACARAIMA (RR) – Quatro anos depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmar a demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, e determinar a retirada dos arrozeiros que ocupavam a área, as antigas culturas estão abandonadas. O gado, que em muitos lugares substituiu as plantações de arroz, morre de sede, as estradas, todas de terra, estão em mau estado de conservação, com muitas pontes sem condições de uso ou mesmo queimadas. Para fazer o transporte escolar dos índios, só com caminhonetes de cabine dupla, que transportam no máximo quatro alunos.
As condições adversas após a autorização do STF para a demarcação continuar foram constatadas pela reportagem do Congresso em Foco no início desta semana, em viagem por comunidades da segunda maior reserva do país, no norte de Roraima. Os índios têm vivido apenas de pequenas roças, mas não estão satisfeitos com a situação. Querem assistência técnica para melhorar e aumentar a produção, distribuindo riqueza entre as comunidades formadas por 20 mil pessoas, segundo o Conselho Indigenista de Roraima (CIR), ligado à Igreja Católica.
Lados opostos na demarcação da Raposa, índios, fazendeiros e deputados ruralistas ainda trocam adjetivos duros entre si, mas o abandono na reserva os fez chegar a pontos de consenso. (...)
Leia mais no Congresso em Foco.
sábado, 9 de março de 2013
Indígenas retomam área na fronteira com o Paraguai e são ameaçados por pistoleiros
Cerca
de 130 indígenas Guarani Kaiowá retomaram área invadida por fazenda no
tekoha - aldeia - Kurusu Ambá, na noite de quinta-feira, 7, no município
de Coronel Sapucaia (MS), fronteira com o Paraguai, onde estão armando
acampamento. Na manhã de hoje, um grupo de homens armados em duas
caminhonetes - identificadas pelos indígenas como de propriedade da
fazenda retomada - se aproximou da área, ameaçando a comunidade.
Confira no sítio do CIMI.
Confira no sítio do CIMI.
sábado, 22 de outubro de 2011
Terror às vésperas da demarcação
Manter o clima de terror, como o que se descreve a partir dos depoimentos dos indígenas, faz parte da estratégia de quem quer tornar insuportáveis as vidas das dezenas de grupos guarani-kaiowá que, desde os anos 80, organizam ações para recuperar parte de suas terras tradicionalmente ocupadas, no sul do Mato Grosso do Sul.
O estado tem a segunda maior população indígena do país; só da etnia Guarani-Kaiowá são 45 mil pessoas, divididas em dezenas de pequenas áreas, totalizando aproximadamente 42 mil hectares. As que têm demarcação oficial desde o início do século XX estão superlotadas e assoladas pela violência e a miséria. Em áreas indígenas como a de Dourados, os índices de assassinatos são semelhantes às de bairros violentos da periferia de São Paulo ou Rio. A situação de carência alimentar é mascarada pela distribuição massiva de cestas básicas, desde que a desnutrição das crianças do grupo se tornou um escândalo nacional, em 2005.
Confira na CartaCapital.
sábado, 21 de agosto de 2010
ARCEBISPO CHILENO REÚNE-SE COM INDÍGENAS EM GREVE DE FOME
SANTIAGO DO CHILE, 21 AGO (ANSA) - O arcebispo de Concepción, Dom Ricardo Ezzati Andrello, se reuniu com cinco dos 32 indígenas da etnia mapuche que completam hoje 40 dias em greve de fome, como forma de protesto contra as autoridades do país.Durante o encontro, que durou cerca de 40 minutos e ocorreu no presídio El Manzano de Concepción, onde estão detidos os indígenas, Ezzati se comprometeu a dialogar com as autoridades e a apresentar os pedidos dos grevistas.
O arcebispo pediu ainda o fim da medida de protesto, em decorrência da evidente deterioração do estado de saúde dos manifestantes.~
Vejam mais em ANSALATINA
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Professores guaranis são encontrados mortos no Mato Grosso do Sul
A informação é do Conselho Indigenista Missionário (Cimi): indígenas da comunidade Po´i Kuê informaram que, no início da tarde desta quarta (4), foram encontrados os corpos dos professores guarani kaiowá Olindo e Genivaldo Verá. Eles estavam desaparecidos desde 30 de outubro, quando foram atacados por um grupo de pistoleiros perto da cidade de Paranhos no Mato Grosso do Sul.
Os dois professores faziam parte de um grupo de 25 indígenas que vivem na aldeia Pirajuí e tinham voltado ao seu território tradicional no dia 20 de outubro. No dia seguinte, um grupo de pistoleiros atacou os indígenas e os expulsou da área, ferindo diversos guaranis. A Polícia Federal está investigando o ocorrido.
Mais no blog do Sakamoto.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
14 anos sem Florestan Fernandes
Nascido em São Paulo, em 22 de julho de 1920, desde muito cedo Florestan Fernandes deparou-se com o universo social. Da infância pobre, que o levou a trabalhar ainda pequeno, Florestan cresceu para tornar-se um dos mais notáveis intelectuais brasileiros.Da sua entrada na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, em 1941, passando pelo exílio imposto do AI-5 até a intensa participação na vida política nacional, Florestan deixou legado que une de modo ímpar a excelência acadêmica à atuação política.
Vejam mais no Portal da Fundação Perseu Abramo
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