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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Mais de 50 pessoas morrem em inundações no Paquistão

Pelo menos 53 pessoas morreram nos últimos dias em inundações no Paquistão, em várias regiões do país, disse nesta segunda-feira o porta-voz da Autoridade de Gestão de Desastres paquistanesa (NDMA, sigla em inglês), Kamran Zia.

As autoridades paquistanesas preveem uma melhora do tempo e o NDMA acrescentou que, de modo geral, a situação está sob controle. “Em geral, a situação está estabilizada, sendo as áreas de Karachi [sul] e Jhal Magsi [no centro da província do Baluchistão, sudoeste do país] as mais preocupantes”, afirmou Zia, afastando qualquer risco de inundação nos grandes rios do país.


Leia mais no Correio do Povo

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Voltemos

Pouco antes das seis, meu irmão acorda e vai se arrumar para ir ao trabalho. “ A que horas passa o ônibus mesmo?”. “ Vinte pra hora, creio”. Às sete ele voltou: “Enchente, a estrada está interditada, ninguém entra ninguém sai. Vou esperar dar umas oito horas e ligar para o trabalho para comunicar a situação.

Todos acordados. Vimos algumas reportagens, mas a energia acabou logo. Nossa primeira notícia foi dada pela moça que trabalha conosco, ligando para o telefone fixo (funcionava). Pensamos se tratar de mais uma enchente, infelizmente comum, na qual os mortos seriam “só” uns desditosos 16, 17; algumas casas invadidas pela água.

O pessoal que limpa a piscina conseguiu chegar aqui em casa, soubemos do trânsito e da situação. A coisa era muito mais séria. 


Meus pais e meus irmãos saíram para os respectivos trabalhos. Voltaram no fim da tarde, “Thiago, você não imagina!”. A energia voltou, pudemos ver as imagens, imaginar. No dia seguinte, justamente para consertar a maçaneta da porta, eu vi as imagens. Assustadoras. Lá estive e agi, conforme o que poderia fazer.





Confira o texto completo em Olha o Semblante.  

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Comentários pelas ruas de São Paulo

- Depois de tanta chuva, Alckmim anunciou a construção da hidroelétrica do Anhangabaú.

- Em SP não se fala mais direita e esquerda... agora é bombordo e estibordo!

- Se a São Silvestre fosse em janeiro, o Cesar Cielo ia humilhar!

- Depois do Airbag, os coletes salva vidas são os opcionais mais importantes nos carros de Sao Paulo.

- O melhor serviço de entrega em SP é do Submarino.

- Ninguém passa fome em São Paulo, Bolinho de Chuva é o que não falta.

- Vamos assistir a chuva lá em casa hoje??

- Quem acha que a água do mundo está acabando não mora em SP.

- Meu passeio ciclístico de hoje fiz de pedalinho.

- Agora, todo paulistano tem casa com vista para o mar.

- Tem carioca morrendo de inveja, agora São Paulo tem dois mares: Mar ginal Tiete e Mar ginal Pinheiros.

Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Para ONU, prioridade no Paquistão é evitar propagação de doenças

A Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou nesta terça-feira que a prioridade dos organismos humanitários é frear a propagação de doenças entre as pessoas afetadas pelas inundações no Paquistão.

"Pessoas estão morrendo. Foi confirmado que há focos de epidemias", disse à agência Efe o coordenador de emergências do Unicef no país asiático, Óscar Butragueño.


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Inundações no Paquistão: mais de 1.200 mortos e medo de epidemias

A preocupação com o risco de surtos epidêmicos crescia esta segunda-feira no Paquistão, depois das piores inundações em 80 anos no país, que deixaram um balanço de mais de 1.200 mortos e 1,5 milhão de afetados.

As chuvas causaram fortes inundações e deslizamentos de terra, destruindo milhares de casas e devastando terras agrícolas em uma das regiões mais pobres do Paquistão, já castigada pela violência atribuída aos insurgentes talibãs e a grupos vinculados à al-Qaeda.

As autoridades paquistanesas advertiram para a propagação de cólera e gastrointerites, por causa da falta de água potável, informando que ainda continuam retirando afetados no distrito de Swat.

Notícia da AFP, disponível no UOL.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Chuva leva Alagoas a parar obras, aulas e Judiciário

As enchentes dos rios que atingiram 26 municípios e deixaram 15 deles estado de calamidade pública mudaram a rotina dos alagoanos nesta semana. Por conta da destruição e dos esforços para atender às vítimas, medidas pontuais foram tomadas pelas autoridades, entre elas a suspensão de obras públicas e aulas em todo Estado, além da Justiça ser paralisada em 13 municípios do Estado. Documentos oficiais foram perdidos.

Continua no UOL Notícias.

Também: Governo Federal libera R$ 100 milhões para vítimas da chuva no Nordeste.

E confira aqui, um álbum de fotos da catástrofe.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Santa Catarina tem 32 cidades em emergência

Subiu nesta terça-feira para 32 o número de municípios em situação de emergência no Estado de Santa Catarina por causa das fortes chuvas e vendavais que atingiram o Estado nos últimos dias. Além disso, em Jaraguá do Sul, as aulas das redes estadual e municipal e particular da cidade foram suspensas ontem e hoje. As aulas retornam amanhã, segundo a Secretaria Estadual de Educação.

Até o momento, 51 municípios foram atingidos pelas enxurradas e 32 decretaram situação de emergência: Anchieta, Apiína, Balneário Barra do Sul, Bela Vista do Toldo, Caçador, Calmon, Concórdia, Dona Emma, Ipumirim, Itaiópolis, Iomerê, Jaborá, Lebon Régis, Lindóia do Sul, Matos Costa, Nova Itaberaba, Palma Sola, Penha, Presidente Castelo Branco, Princesa, Rios das Antas, Rio do Campo, Rio Negrinho, Romelândia, Santa Terezinha, São José do Cedro, Seara, Timbó Grande, Videira, Xavantina e Xaxim...


A notícia continua no IG - Último Segundo.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Autoridades resgatam 1.400 turistas de Machu Picchu

Autoridades peruanas retiraram cerca de 1.400 turistas da região de Machu Picchu, depois que a forte chuva e deslizamentos de terra deixaram a região isolada.

Aproveitando uma brecha no mau tempo, o governo enviou helicópteros para resgatar as pessoas, mas cerca de 800 turistas permanecem no local, entre eles, cerca de 270 brasileiros, segundo o Itamaraty.

Mais de 80 mil pessoas foram afetadas pela chuva no Estado de Cusco, e 14 mil hectares de terra cultivável foram perdidos, segundo o presidente regional, Hugo Gonzalez.

Mais na BBC Brasil.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O resultado da chuva e da falta de dragagem

A velha mídia foge o quanto pode do encontro com a verdade. Mas não haverá como fugir para sempre. Desde 2005 não são feitas dragagens ou desassoreamento no rio Tietê. O investimento de décadas, mais de um bilhão de dólares no rebaixamento da calha do Tietê, foi jogado fora nesses quatro anos sem desassorear o rio.

Um dado crucial para o bem estar, a segurança e a vitalidade econômica da cidade – manter o rio desassoreado – foi ignorado pelos governantes.

Pergunta-se: como é que fica? Não se trata de um erro banal de planejamento, mas de descuido em relação a um ponto estratégico na vida da cidade: o rio Tietê.

Mais no blog do Luís Nassif.

Outra notícia sobre cheias no estado de São Paulo neste outro linque.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Governo libera R$ 1,374 bilhão para municípios atingidos por enchentes e para o Haiti

Brasília - O governo definiu hoje (20), durante reunião ministerial, o valor e a distribuição para cada pasta dos recursos da medida provisória que será editada manhã (22) para atender os municípios atingidos por enchentes e ajudar o Haiti, devastado por um terremoto no último dia 12. De acordo com o Ministério do Planejamento, a MP abrirá crédito extraordinário de R$ 1,374 bilhão.

Desse total, R$ 70 milhões serão destinados ao Ministério da Agricultura para apoiar os municípios na reconstrução de estradas vicinais destruídas pela chuva, o que tem impedido o escoamento da produção agropecuária.


Vejam mais na Agência Brasil

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A lei Luciano Huck, de Cabral

Também é muito provável que, em outros casos, essas mesmas autoridades tenham sido simplesmente subornadas. Até a segunda-feira (4/1), os jornais ainda escondiam, por exemplo, que em junho de 2009 o governador do Rio liberou as regras para construções em áreas de preservação ambiental em Angra e outras regiões do Estado. O decreto, de número 41.921, é conhecido como “lei Luciano Huck”, porque teria sido feito para beneficiar o apresentador da televisão. Quando busca as causas das tragédias que se repetem regularmente, nesta época do ano, a imprensa costuma escorregar pelos chavões das chuvas recordes e da inadequação das construções. Mas nunca se aprofunda na investigação dos processos de ocupação de áreas de risco ou de áreas de proteção ambiental por propriedades privadas. Praias fechadas por condomínios ou casas particulares são parte dessas irregularidades. Quando os morros deslizam, revela-se não apenas a precariedade das construções. Revelam-se também o descaso das autoridades e a omissão da imprensa.

Veja o texto completo no blog do Luís Nassif.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Uma semana após enchente, prefeito estuda o que vai fazer

Vocês devem se lembrar das cenas toda vez que chovia forte na cidade: gravadores e microfones enfiados em suas bocas, elas eram seguidas pelas câmaras por onde andavam para ver os estragos provocados pelas enchentes.

Os repórteres queriam saber: “E agora, prefeita? O que a Prefeitura vai fazer? Como a situação chegou a este ponto? Que providências foram tomadas para evitar estes problemas?”

No tempo das prefeitas Luiza Erundina e Marta Suplicy, os repórteres eram implacáveis, marcavam corpo a corpo, cobravam o poder público, como é sua função.

Lembrei-me destas cenas antigas quando li hoje no jornal que “Prefeitura estuda usar bombas para drenar a água”, uma semana depois da enchente que deixou alagados vários bairros da zona leste, às margens do rio Tietê.


Vejam mais no BALAIO DO KOTSCHO

domingo, 3 de maio de 2009

A cheia em Altamira foi um alerta

Escrito por Rodolfo Salm
30-Abr-2009

Altamira voltou a ser destaque na grande imprensa, desta vez por causa da maior enchente de sua história, na manhã do domingo de Páscoa. Os números foram realmente chocantes: no auge da inundação (causada pelo rompimento de uma seqüência de barragens no igarapé Altamira), os milhares de desabrigados chegaram a representar 20% da população. Entretanto, apesar de a tragédia ter sido amplamente divulgada, foi praticamente impossível ao observador externo entender o que realmente aconteceu por aqui, devido aos vários erros e distorções na cobertura da imprensa.

Uma das chamadas de abertura do Jornal Nacional do dia seguinte foi "Chuvas castigam as regiões Norte e Nordeste". A manchete não poderia ter sido mais equivocada, pelo menos no que se refere a Altamira, que forneceu as imagens mais chocantes da reportagem, com geladeiras, televisões e computadores novos boiando, sendo levados pela enxurrada, e pessoas desesperadas tentando salvar-se ou salvar alguma coisa. Ao contrário do que disse Fátima Bernardes, as chuvas não castigam a região. Na verdade elas a abençoam. O que realmente castiga este povo são os desmatamentos e o descaso com a questão ambiental. Especificamente a irresponsabilidade na construção de barragens, instaladas ilegalmente e que serviam para diversos fins, como criação de peixes, atividades de lazer ou irrigação.

Continue a leitura AQUI.