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domingo, 6 de março de 2011

Cuba, online com o mundo?

O cabo de fibra ótica, que permitirá a conexão plena de Cuba ao sistema mundial de telecomunicações, começou seu caminho pelo leito do Mar do Caribe. Do litoral da Venezuela até uma praia a sudeste da ilha, o cabo deverá se estender por 1.600 quilômetros, em um projeto avaliado em mais de US$ 63 milhões.

Os benefícios práticos da operação, porém, estão garantidos: uma vez conectada através do cabo, Cuba deixará de depender da mais cara e lenta comunicação por satélite e terá velocidade de transmissão de 320 gigabytes em cada um dos pares de fibra ótica, o que aumentará em três mil vezes sua capacidade de transmissão de dados, voz e imagem. Além disso, o país poderá receber sinais de telefone e televisão.

Este projeto, sustentado pelos governos de Cuba, Venezuela e Jamaica, faz parte do Sistema Internacional de Telecomunicações Alba I e é um dos diversos programas de colaboração entre os países da região filiados ao bloco Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba). A conclusão deste empenho está prevista para os primeiros meses do segundo semestre e, então, se produzirá a faísca que colocará as telecomunicações do país no nível que hoje existe em quase todo o planeta. Ou “online com o mundo”, segundo o lema da Empresa Cubana de Telecomunicações.

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Congressistas dos EE.UU. organizam evento contra a ALBA

A presença dos democratas tanto como a dos republicanos neste evento contra os paises da ALBA evidencia que a política agressiva de Washington contra a América Latina é uma política bipartidária, e uma política de Estado do Império.

A nova sala de conferencias do Centro de Visitas do Congresso dos Estados Unidos em Washington será sede na próxima quarta-feira 17 de novembro de um encontro sob o título "Perigo nos Andes: Ameaças à democracia, aos direitos humanos e à segurança interamericana".

Estarão presentes personagens da extrema direita latino-americana que já participaram de golpes de Estado, de atos terroristas e de destabilização, junto a altos representantes do poder legislativo ianque. O evento evidencia a escalada em agressões imperiais contra a região.

Vejam mais detalhes em REBELIÓN.ORG


terça-feira, 3 de agosto de 2010

EEUU: Mais de 6,4 milhões de dólares para a oposição em paises da ALBA

Financiamento multimilionário da National Endowment for Democracy (NED) para grupos opositores na Venezuela, Cuba, Bolivia, Equador e Nicarágua, membros da Aliança Bolivariana das Américas
A Venezuela figura como o país onde a agência ianque NED (Fundação Nacional para a Democracia) tem mais investido dinheiro em grupos opositores na América Latina durante o ano de 2009, com 1.818.473 dólares, mais que o dobro do ano anterior. Em segundo lugar está Cuba, com um investimento acima de 1,5 milhões de dólares, destinados a grupos e mídias contrarevolucionarias, e seus contrapartes nos Estados Unidos. Foram outorgados também 1,36 milhões de dólares a organizações e meios de comunicação bolivianos, que estão principalmente contra o governo de Evo Morales. Entre Equador e Nicarágua, mais de 1,7 milhões de dólares foram investidos em grupos políticos, mídias e na chamada "sociedade civil".
Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET

domingo, 26 de julho de 2009

Conspiración Made in USA en el eslabón más débil

La Casa Blanca diseñó el golpe para hacer retroceder los avances de gobiernos electos democráticamente y a movimientos progresistas en varias partes del mundo
México, (PL) El golpe cívico-militar en Honduras responde a una estrategia global de la administración estadounidense, diseñada para hacer retroceder los avances de gobiernos electos democráticamente y a movimientos progresistas en varias partes del mundo.

Tal estrategia, que busca consolidar la hegemonía de Estados Unidos, erosionada tras la gestión de George W. Bush, opera en varios carriles y tiene como eje políticas de abierta intervención militar (Afganistán, Pakistán, Iraq) y operaciones encubiertas (Venezuela, Irán, Bolivia, Honduras), en el marco de guerras de baja intensidad. Asimismo, echa mano de una retórica propia de la añeja diplomacia de guerra de Washington, donde el uso de la propaganda es clave en la preparación de los escenarios de forma previa, durante y después del golpe de Estado.

En ese sentido, el de Honduras es otro golpe mediático, asentado en una guerra de propaganda que busca legitimar un régimen de facto a través de los medios bajo control monopólico privado.


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