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sábado, 5 de março de 2011

WikiLeaks: Tucano disse que Alckmin é da Opus Dei


Em conversa com diplomatas americanos, o secretário de Cultura de São Paulo, Andrea Matarazzo (PSDB), afirmou que o governador Geraldo Alckmin pertencia à Opus Dei, relata um telegrama obtido pelo WikiLeaks.
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O diálogo ocorreu em 14 de junho de 2006, quando o tucano disputava a Presidência. Matarazzo era secretário municipal de Coordenação das Subprefeituras.


Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

domingo, 13 de abril de 2008

Marta Suplicy e a nova norma do TSE

A Folha de São Paulo destacou hoje que norma do TSE põe em risco a candidatura de Marta Suplicy à prefeitura de São Paulo. A primeira observação a ser é que o título da matéria poderia ser outro: “Norma do TSE põe em risco a candidatura de Alckmin em SP”. Explico. É que a nova norma do TSE fixa a aprovação da prestação contas em eleições anteriores como exigência para registro de candidatura no país. Acontece que tanto a candidatura de Marta Suplicy em 2004 quanto de Geraldo Alckmin em 2006 não foram aprovadas, portanto, os dois pré-candidatos estariam na mesma situação. É claro que a situação de Alckmin é mais confortável, pois não foram ainda rejeitadas, apenas o parecer é para sua rejeição. Mas também não foram aprovadas, como diz o texto da nova norma. Para ver a matéria orignalmente publicada pela Folha de São Paulo clique aqui.

quinta-feira, 12 de outubro de 2006

Os eufemismos da Fiergs e mais

O Diário Gauche apresenta os eufemismos e tergiversações da Fiergs na hora de afirmar com todas as letras que defende privatizações.

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Global Voices Online
diz que Israel está usando na Palestina, além das armas que matam, armas que mutilam permanentemente. Common Dreams relata que está estourando uma guerra civil na Faixa de Gaza.

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CUT diz que Alckmin é mais do velho e ruim FHC. RSUrgente diz que gastos de Alckmin com deslocamentos no governo de SP são maiores do que o valor do avião presidencial, e que sua vontade de vender o avião da previdência é só mais uma face do seu desejo de vender o patrimônio público.

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Tupiniquim
relata que milhares de pessoas se manifestaram hoje a favor dos índios mapuche em Santiago do Chile.

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CMI Brasil
relata que várias famílias sem-teto ocuparam um prédio no Rio de Janeiro.

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

"Bye bye" - Alckmin tirando o corpo fora


Eis o que acontece quando o candidato que se diz ético e transparente tem que falar com uma imprensa de verdade. As perguntas pra valer vêem e ele tira o corpo fora. Diz "bye bye". Reclama que não era o combinado. Mas era o combinado. Só que para a repórter inglesa "combinado" não significa mera e simples propaganda. Significa uma pauta jornalística séria.

O vídeo acima mostra duas coisas. Primeiro, que Alckmin não assume responsabilidades. Segundo, que nossa grande imprensa está podre. Que outra resposta para a carência de tal tipo de questionamento nos nossos jornalões?

Com a palavra Alckmin, Folha, Estadão, Zero Hora etc.

terça-feira, 10 de outubro de 2006

O bad boy de butique no seu habitat

Imagem no Diário Vermelho.

A elite rude

Para o blogueiro boz, Alckmin se arrisca a perder votos ao ser rude com uma pessoa querida pelo povo como o presidente Lula.

A elite brasileira é rude, e está nua. Iagê apresenta bem o quadro:

[...] O preconceito está literalmente colado a alguns indivíduos. Não bastasse a histórica e asquerosa birra direitista com a educação de Lula, recorrentemente desqualificado e menosprezado por sua origem operária, a tática agora é ainda mais leviana: ofensa em razão de uma deficiência física. A mão com quatro dedos, atravessada por uma faixa vermelha em sinal de proibição, denota a verdadeira natureza de uma direita que se intitula tão democrática e ética. É sintoma de puro desespero, levando ao abandono da disputa política.

Assim como Geraldo, o Alckmin, fez no debate da Bandeirantes, esquivando-se da discussão programática e partindo para um fuzilamento de munição dita "ética", os militantes tucanos (ao menos no Rio Grande do Sul, pois não sei se isso se repete no resto do País), estão se valendo de subterfúgios tão virulentos quanto os de seu candidato. O rótulo que desde 1989 tentaram colar a Lula - que sua formação intelectual era deficitária, já que vinha de uma classe popular e de emprego menos glamouroso - aparece agora em versão ainda mais hedionda. Tanto se cobra moralidade da campanha eleitoral e ética da política, mas nada se vê partindo destes paladinos para barrar preconceitos desta ordem, que não ofendem apenas ao Presidente da República, mas a qualquer um que enxergue o mínimo de dignidade em um ser humano.

A "raça a ser extinta", como convocou o senador nazi do PFL, Jorge Bornhausen, na figura de Lula, causa tamanho incômodo às elites que, no desespero e abstinência do poder sobre o Brasil, acabam desnudando seu caráter. Ou melhor, desnudam-se por inteiro, mostrando sua falta de caráter. A falta de capacidade e de autoridade moral e política para enfrentar diversos avanços notórios deste governo, cujo exemplo máximo me parece ser a transferência de renda, que atingiu dimensões jamais imaginadas neste País, faz com que o tucanato e todos outros pássaros que freqüentam esta árvore torta à direita e de raízes contaminadas por uma sede de opressão, apelem a táticas repugnantes, permeadas por preconceitos de classe, físico, racial e ideológico.[...]

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

Alckmin o direitista

Alckmin se diz à esquerda de Lula. Tá certo que Lula é um moderado, mas, para estar à esquerda de Lula, Alckmin precisaria:

- Ter tido alguma sensibilidade para com os menores da Febem paulista
- Ter se pronunciado contra a soldagem de celas de presos em cadeias paulistas
- Ter se pronunciado a favor dos quilombolas do litoral paulista ameaçados pela especulação imobiliária
- Não ser preconceituoso a ponto de tratar esquerdistas como criminosos e trabalhadores no poder como indecência
- Ter sido solidário com os funcionários do seu governo que foram assassinados por criminosos a serviço do PCC

Ser de esquerda é reconhecer politicamente aqueles que estão à margem da política. Menores pobres, encarcerados, quilombolas, gente com idéias como as minhas, funcionários públicos estão, nos casos acima, nas margens de um processo no qual Alckmin e seu grupo esteve ao centro. Em todos os casos acima aqueles à margem ou foram invisíveis para ele ou foram desprezados.

Esquerdista? Certamente não. O mínimo a dizer é que ele é um direitista. Talvez um direitista com caídas idireitistas. Mas espero que não.