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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Simonal e a ditabranca

Nisso, teve como outra parceira simbiótica e co-protagonista crucial uma personagem quase sempre protegida pela penumbra de auto-imposta invisibilidade, que nem era tão conhecida por este nome no tempo de Simonal, mas hoje chamamos de Mídia, com M grande nem sempre merecido. Foi o conjunto dos meios de comunicação – música, televisão, rádio, jornalismo, publicidade, futebol – que constituiu os tentáculos do polvo Simonal, e enforcou-o (ou amputou um de seus próprios tentáculos) quando, na corcova entre os generais Médici e Geisel, a barra pesou de vez. Vejamos.

Pedro Alexandre Sanches publica um longo, e muito interessante, texto sobre Wilson Simonal. Via Luis Nassif.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Simonal dedo-duro

Parece ter desaparecido no espaço o texto de Mário Magalhães, quando era ombudsman na Folha de São Paulo, em 30 de março de 2008:

"A verdade: em 1974, Simonal foi condenado por surra dada em um contador. No processo, levou como testemunha sua um detetive do Departamento de Ordem Política e Social do Estado da Guanabara. Ele assegurou que o cantor era informante do Dops. Outra testemunha de defesa, um oficial do 1o Exército, jurou que o réu colaborava com a unidade. O juiz sentenciou: Simonal era ‘colaborador das Forças Armadas e informante do Dops’. Em 1976, acórdão do Tribunal de Justiça do RJ reafirmou a condição de ‘colaborador do Dops’. Não foram inimigos que inventaram a parceria com o regime, exposta sem reservas pelos amigos de Simonal, que se dizia ameaçado por gente ligada ‘a ações subversivas’ ".

O texto completo no Vi o Mundo.