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sexta-feira, 12 de março de 2010

Metrô de SP tenta evitar documentário sobre cratera

O desabamento nas obras da estaçao do Metrô Pinheiros (zona oeste de Sao Paulo) em 2007 pode virar documentário no Discovery Channel.

A ressurreiçao do assunto, no entanto, esbarrou na direçao do Metrô. No mês passado, produtores do canal tentaram entrevistar dois geólogos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), responsáveis pelos laudos do acidente. O instituto, que se pronunciou à imprensa na época da conclusao dos laudos, proibiu seus técnicos de falarem ao canal. Na ocasião, o Discovery argumentou ao IPT que queria enquadrar a tragédia da cratera do Metrô em um documentário sobre desastres naturais, mas, mesmo assim, nao obteve as entrevistas.

O IPT, via assessoria de imprensa, diz que, para se pronunciar, depende da autorização do Metrô. Alega que há uma cláusula de sigilo em seu contrato sobre o trabalho executado no acidente da Linha 4.

Visto no Vi o Mundo. Alegadamente originário do BlueBus.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

No Jornal Nacional, cratera do metrô pariu um bebê

Ontem publiquei uma postagem aqui mostrando como o JN critica o governo, mesmo quando ele baixa medidas que vão ao encontro das necessidades da população.

Hoje, para mostrar que isso não é uma coisa fortuita, mas fruto de uma estratégia política, vou comentar uma outra matéria, da mesma edição. Só que essa mostra como o JN trata o outro lado – o governo tucano de José Serra.

Naquele sábado a cratera do metrô de São Paulo completou um ano. Uma cratera que vitimou sete pessoas. Até hoje nem o laudo com as causas do acidente foi apresentado à população. E como o JN tratou o assunto?

Continue lendo no Blog do Mello.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Descaso: Seis meses após acidente no Metrô em SP, 20% das vítimas aguardam indenizações.

38 pessoas aguardam em hotel decisão da Prefeitura de São Paulo, comandada por Gilberto Kassab, do DEM

Próximo de completar seis meses do maior acidente da história do Metrô de São Paulo, quando um desabamento abriu uma cratera nas obras da futura Estação Pinheiros da Linha 4 do Metrô e matou sete pessoas, ainda é latente o sentimento de perda e desolação entre parentes de vítimas e famílias que perderam suas casas. Até sexta-feira (6), 38 pessoas, entre adultos e crianças, continuavam sem um lar definitivo. O número corresponde a 18% dos 212 moradores que tiveram de abandonar o local às pressas por questão de segurança. Nas proximidades das obras da futura estação, 14 imóveis permanecem interditados. A matéria completa está aqui no G1.