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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Correa denunciou uma "conspiração permanente"

O presidente do Equador afirmou que sua Adminstração vive "desde o primeiro dia" sob "uma conspiração permantente, como todos os governos de mudança da América Latina". No entanto, o chanceler Ricardo Patiño assegurou que existem grupos estrangeiros infiltrados no governo, na Assembléia Nacional e na Polícia que estão relacionados com a sublevação de 30 de setembro passado.

Vejam mais detalhes em PAGINA/12

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Tentativa de golpe no Equador enfrenta forte reação popular

As ações protagonizadas hoje pelos policiais não ficaram sem respostas. Logo após a tomada à força do regimento número 1 em Quito, organizações sociais equatorianas, assim como organismos internacionais e autoridades latino-americanas, declararam apoio ao mandatário e demonstraram preocupação com a democracia do país. Sob o lema "defendemos a democracia e apoiamos a gestão do Presidente da República Rafael Correa", milhares de equatorianos e equatorianas foram na manhã de hoje à Praça da Independência apoiar o chefe de Estado.

Karol Assunção - Adital

O texto completo pode ser lido também em PATRIA LATINA

quarta-feira, 31 de março de 2010

A bofetada do sargento Moncayo a Uribe no "Olho do Furacão"

TEGUCIGALPA (30-03-2010) - A humilhação ao "Senhor da Segurança Democrática" não poderia ser maior. Seu oficial, o sargento do exército nacinal da Colômbia, Pablo Emilio Mocayo, o prisioneiro de guerra mais antigo do conflito social e armado colombiano, elogiou aos presidentes Correa, Chávez e Lula pelo apoio à liberação do militar colombiano. E mais, em nenhum momento mencionou o nome e apelido do Sr. Álvro Uribe ou seu governo.

A liberação por parte da guerrilha das FARC demorou quase um ano devido a intransigência de Uribe. Desta vez o espaço de empulhação, manobras falsas ou falsos positivos reduzira mas como em outras ocasiões, Uribe e os generais violaram o protocolo e o acôrdo pela entrega unilateral do oficial Pablo Moncayo sobrevoando a zona antes da entrega de Moncayo à Missão Humanitária liderada pela incansável senadora Piedad Córdoba.

Vejam mais em KAOSENLARED.NET

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Correa questiona capacidade da Colômbia de controlar uso de bases

Na véspera da reunião regional que vai discutir o acordo militar entre Estados Unidos e Colômbia, o presidente equatoriano, Rafael Correa, questionou nesta quinta-feira, em Lima, a capacidade do governo colombiano de controlar o uso das bases militares em seu território por parte de tropas americanas e ratificou que o acordo entre Bogotá e Washington é um assunto de toda a região.

"Quando os norte-americanos se deixaram controlar?", disse Correa a jornalistas durante uma escala técnica em Lima a caminho da cúpula da União de Nações Sul-americanas (Unasul), que será realizada nesta sexta-feira na cidade argentina de Bariloche para discutir o acordo entre Bogotá e Washington, que permite o uso de pelo menos sete bases colombianas por militares americanos.

A notícia continua na Folha Online.

terça-feira, 30 de junho de 2009

OEA organiza retorno de Zelaya a Honduras

O Presidente de Honduras, Manuel Zelaya, anunciou ontem que voltará a seu país nesta quinta-feira (02/07), acompanhado de uma comissão da OEA, incluindo o secretário-geral José Miguel Insulza.

A Presidente da Argentina, Cristina Kirchner, convidada pela OEA, aceitou participar da comissão. [[Também confirmou presença o Presidente da Bolívia, Evo Morales.]] ATUALIZAÇÃO (01/07): Morales não vai; o outro presidente a ir será Rafael Correa, do Equador (fonte).

Movimentos sociais se organizam em Honduras para receber Zelaya em uma grande manifestação popular.

Por outro lado, o golpista no poder, Roberto Micheletti, ameaçou prender Zelaya caso ele retorne a Honduras. Disse já ter uma ordem de prisão o aguardando.

* René Vargas: Gobierno de facto en Honduras no pasará de esta semana
* Zelaya anuncia que volverá a Honduras acompañado de Insulza
* Presidenta Cristina acompañará a Zelaya en su regreso a Honduras
* Entrevista Exclusiva con Dirigente Agrario hondureño Rafael Alegría "Nos preparamos para recibir a Zelaya de manera masiva"
* Goriletti: "A Zelaya lo espera una orden de captura"
* Micheletti desafía decisiones de OEA y dice que apresará a Zelaya

VIOLÊNCIA AUMENTA EM HONDURAS:
(VIDEO) (GALERIA ACTUALIZADA) Heridos y numerosos detenidos tras última arremetida de militares contra manifestantes

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Reeleição deixa caminho livre para a revolução de Correa no Equador

Correa é visto pelos equatorianos como uma pessoa capaz de se impor ao velho establishment do país, politicamente destruído, mas poderoso no lado econômico, e de governar com políticas de esquerda. Seus críticos, inclusive alguns dos quais o acompanharam em um primeiro momento, censuram seu autoritarismo excessivo e uma incapacidade de dialogar e negociar grandes acordos nacionais.

Notícia completa sobre a reeleição do presidente Rafael Correa, no El País, republicado no UOL.


segunda-feira, 27 de abril de 2009

Resultados apontam para vitória de Correa no Equador

Resultados preliminares no Equador indicam que o presidente Rafael Correa está a caminho de se tornar o primeiro mandatário eleito no primeiro turno nos últimos 30 anos no país.

Com 70,36% das urnas apuradas, Correa obteve 51,72%, seguido do ex-presidente Lucio Gutierrez, com 27,98%, e do empresário Alvaro Noboa, com 11,61%, segundo dados do Conselho Nacional Eleitoral.

A notícia continua na BBC Brasil.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Equador pode parar de pagar 'dívida ilegítima', diz Correa

QUITO - O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou nesta segunda-feira, 29, que serão analisados quais débitos internacionais são "ilegítimos", durante entrevista a jornalistas estrangeiros, um dia após um referendo sobre a nova Constituição do país, no domingo. Durante a entrevista, Correa também disse que será priorizado o gasto social no país.

A notícia continua no Estadão Online.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Ganó con su Carta Magna

Rafael Correa logró su promesa. La Constitución promovida por el presidente ecuatoriano desde su campaña electoral se impuso en el referéndum de ayer con un margen ampliamente superior al que predecían las encuestas previas, según sondeos de boca de urna. “Hoy Ecuador ha decidido un nuevo país, las viejas estructuras fueron derrotadas. Esta es la confirmación de esa Revolución Ciudadana que ofrecimos al pueblo en el año 2006”, sostuvo el mandatario. En tanto, el líder de la campaña por el No y alcalde de Guayaquil, Jaime Nebot, reconoció el triunfo del oficialismo y dijo estar abierto al diálogo.

PÁGINA/12

domingo, 15 de junho de 2008

Correa desmente que tenha sido alvo de complô

O presidente equatoriano, Rafael Correa, disse na quinta-feira que quatro homens presos sob suspeita de tramarem um magnicídio provavelmente eram apenas estelionatários tentando extorquir as autoridades.

O procurador-geral Washington Pezantes havia informado previamente que a polícia estava interrogando três colombianos e um equatoriano detidos perto do palácio Carandolet, em Quito, sob suspeita de prepararem um atentado contra o presidente, plano do qual as autoridades não divulgaram detalhes.

Mais na Reuters.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Após impasse, OEA 'rechaça' incursão da Colômbia no Equador

Após impasse, OEA 'rechaça' incursão da Colômbia no Equador

Os países que integram a Organização dos Estados Americanos (OEA) alcançaram na madrugada desta segunda para terça-feira, em Washington, na sede da entidade, uma resolução sobre a crise entre Equador e a Colômbia.

Após cerca de 15 horas de reuniões e de quatro diferentes esboços terem sido apresentados, a OEA chegou a um documento final que ''rechaça'' a incursão militar colombiana.

A crise entre os dois países foi deflagrada após forças militares colombianas terem bombardeado, no dia 1º de março, um acampamento do grupo guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), dentro do território equatoriano.

De acordo com a entidade, a operação colombiana foi feita ''sem o conhecimento ou consentimento prévio do governo do Equador'', o que viola artigos da carta da OEA.

Os Estados Unidos apoiaram o texto final, mas fizeram restrições ao artigo 4 do texto, que condena a ação colombiana. Na visão da representação americana, a Colômbia exerceu o seu direito de ''legítima defesa'', durante o ataque voltado contra as Farc.



Texto completo na BBC Brasil. Há também comentários na Vieja Bruja.


terça-feira, 18 de março de 2008

Brasil vai liderar batalha diplomática contra EUA, diz 'Página 12'

Brasil vai liderar batalha diplomática contra EUA, diz 'Página 12'

“O Brasil vai liderar uma discreta batalha diplomática hoje com os Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos(OEA), diz reportagem publicada nesta segunda-feira pelo diário argentino Página 12.

“Os governos do Brasil e dos Estados Unidos defenderam posições contrárias durante o conflito regional: enquanto o presidente (Luiz Inácio) Lula da Silva ‘condenou’ a ‘violação da integridade regional’, seu colega George W. Bush ratificou o respaldo ao presidente colombiano Álvaro Uribe em sua luta contra o ‘terrorismo’.”

Segundo o jornal, o governo brasileiro deverá, em acordo com representantes dos governos argentino, chileno e venezuelano, montar um “dique de contenção contra as manobras americanas para desculpar o presidente (colombiano) Álvaro Uribe pela invasão do território equatoriano”.

Nesta segunda-feira, o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, deverá apresentar um relatório sobre sua visita ao acampamento das Farc, atacado por tropas colombianas no dia 1º de março, “dando origem à crise que estremeceu a região”.

Segundo o Página 12, o governo americano deverá argumentar, na reunião em Washington, que o combate ao terrorismo não pode respeitar as fronteiras e a “noção tradicional de soberania deve ser substituída pela de soberania relativa”.

“Para o Brasil, por outro lado, é inegociável a defesa do artigo 21 da Carta da OEA, que consagra a inviolabilidade dos territórios nacionais.”


De acordo com o jornal, Brasília estaria disposta a aprovar na reunião desta segunda-feira, na OEA, a criação de um grupo diplomático-militar formado por colombianos e equatorianos para atuar na fronteira ente os dois países.

Texto completo na BBC Brasil.


quarta-feira, 5 de março de 2008

Crise e o fantasma norte-americano

Crise e o fantasma norte-americano

Antonio Morales Riveira
Bogotá, Colômbia

Se nas duas últimas semanas as notícias relacionadas com o conflito colombiano apareciam diariamente a cada tiro disparado, neste fim de semana elas vieram em rajada, como a própria guerra, para causar a mais grave crise internacional das últimas décadas na América Latina e a mais difícil para a Colômbia desde 1936, durante a guerra amazônica contra o Peru.

Morte do comandante Raúl Reyes das Farc num ataque da Força Aérea Colombiana em território equatoriano, protesto equatoriano, pedido de desculpas do chanceler colombiano, fechamento de embaixadas em Bogotá por parte da Venezuela e Equador, envio de tropas às fronteiras colombianas ordenado por Hugo Chávez e Rafael Correa, recusa da Colômbia em enviar suas tropas às fronteiras, acusações colombianas de conivência do governo equatoriano com as Farc e financiamento da Venezuela à guerrilha, declarações de alguns países da América Latina e Europa condenando a violação da soberania equatoriana por parte da Colômbia, sinais de que a Colômbia quer transformar-se na Israel da América do Sul, declarações de outros Estados pedindo sensatez, intervenção iminente da OEA (Organização dos Estados Americanos) e das Nações Unidas...

No meio do vendaval de notícias cada vez mais graves e desestabilizadoras, e exemplos de uma polarização e, sobretudo, de uma internacionalização do conflito armado colombiano, tratar de observar e analisar objetivamente este imbróglio configura-se uma tarefa árdua. Vamos por partes...

Colombia-Equador:
A morte em território equatoriano de Raúl Reyes foi o detonador de uma crise que já dura meses com diversos protestos equatorianos por intervenções colombianas e exigências colombianas de que o Equador entenda em sua fronteira a necessidade da guerra contra as Farc. Era evidente que várias frentes das Farc tinham acampamentos de refúgio do lado equatoriano, e que operavam na Colômbia a partir daí. O fato de haver detectado a presencia de Reyes num desses acampamentos implicou a decisão colombiana de atacar território estrangeiro.

O governo de Bogotá havia pensado nas prováveis reações do esquerdista Correa, aproveitando a fragilidade do governo equatoriano em relação à Colômbia e, sobretudo, aos Estados Unidos, o sócio bélico de Álvaro Uribe. Bogotá considerou que mais uma vez poderia amenizar a situação com o pedido de desculpas e preconizando o combate ao terrorismo. Mas não contava com a intervenção e a influência de Hugo Chávez.

Quando o exército equatoriano se deu conta das dimensões do ataque, Correa lançou sua nota de protesto. Mas Correa também não contava com o recolhimento do computador de Raúl Reyes junto com o cadáver do líder guerrilheiro, onde a polícia colombiana encontrou informações que comprovam provas de cumplicidade do governo equatoriano com as Farc e dão conta de reuniões entre o Ministro de Segurança, Gustavo Larrea, com o próprio Reyes. Ante o fechamento da embaixada em Bogotá, o governo colombiano respondeu com essa denúncia, a qual a Colômbia promete levar a tribunais internacionais como prova do apoio equatoriano ao grupo terrorista.

Da mesma forma, o Equador anunciou que formalizará queixas internacionais devido à invasão de tropas colombianas e à violação a sua soberania. Sem dúvida, a situação é complexa, mas o problema com o Equador necessariamente deveria ser resolvido mediante a ponderada intervenção e conciliação da comunidade latino-americana. Contudo, Correa optou por pela ruidosa ruptura de relações diplomáticas com a Colômbia. Presumia-se que a Colômbia não atacaria mais no Equador e que Quito se comprometeria pelo menos a não ver com bons olhos as Farc, um acordo em papel que de qualquer forma, e dada a fragilidade da fronteira ocupada em boa parte pelas Farc, poderia ser rasgada após outro incidente. Mas não, as coisas se precipitaram. O governo Correa pode ficar mal visto em seu próprio país, onde a oposição está atenta a seus equívocos.

Colombia-Venezuela:
Este sim é um verdadeiro problema de extrema complexidade binacional geopolítica e internacional, e que não parece ter solução no curto prazo, diferente do incidente com o Equador, apesar do recente agravamento do caso. Do ponto de vista prático, não houve nenhum incidente territorial entre Colômbia e Venezuela, mas ainda assim os confrontos entre Uribe e Chávez, e a investida de domingo do presidente venezuelano contra Uribe e suas decisões belicistas, tornaram o assunto muito mais delicado. Após o ataque ao Equador, Chávez saiu abertamente em defesa de Correa, o convenceu a retirar seu embaixador de Bogotá, fechou sua própria embaixada e mobilizou tropas na fronteira. Ainda mais grave para o governo colombiano, Correa expressou pesar pela morte de Reyes e, dessa forma, seu apoio implícito às Farc. Esse será, sem dúvida, o campo de batalha de Uribe, que defenderá a legitimidade de seus ataques irregulares junto à comunidade internacional: dois estados que apóiam o terrorismo não podem ter razão.

No âmbito puramente militar, após a decisão de Chávez em mover seus tanques até a fronteira colombiana, não parece haver perigo iminente de incidentes ou confrontos. Nem Chávez quer nem o exército colombiano está na fronteira, e nem será deslocado até lá, já que está mais ocupado combatendo as Farc nas montanhas, nas selvas, nos vales e nas cidades. Mas ainda que Chávez mostre os dentes e Uribe também, é o elemento Farc, como em todo o assunto, o que pode tornar as decisões e causar problemas. Não é difícil que em uma fronteira comum de 1.600 km haver confrontos e fugas em direção à Venezuela (onde supõe-se que as Farc também tenham acampamentos). Tampouco é difícil que as não raras vezes em que as tropas colombianas passem para a Venezuela perseguindo a tiros guerrilheiros das Farc, como já ocorreu.

Nesse cenário, um incidente seria possível sim e suas conseqüências imensuráveis para os dois países. Por outro lado, se especula na Colômbia a possibilidade de que o líder máximo dos guerrilheiros, Manuel Marulanda, esteja na Venezuela, próximo ao território colombiano, protegido, assim como acreditam que Reyes estava no Equador. Seria este o pano de fundo da postura de Chávez? Ele estaria mandando um recado a Uribe: "nem pense em vir aqui em busca de Marulanda pois isso equivale a guerra"?

A saber que a Colômbia, apesar de ter um experiente exército de 300 mil soldados frente aos 50 mil da Venezuela, não possui um só tanque de guerra frente a 300 venezuelanos, tem quatro velhas corvetas frente a uma renovada frota venezuelana, lhe restam uma dezena de velhos aviões supersônicos praticamente inoperáveis frente às esquadrilhas de Suhkoi venezuelanos. E apenas conta com uma superioridade em matéria de helicópteros. Além disso, cem por cento das tropas está comprometida com o conflito interno.

Chávez sabe e as Farc quiseram desviar para outros cenários o exército colombiano para se livrarem da pessão que sofrem. Mas a Colômbia contaria com o apoio quase imediato dos Estados Unidos. É evidente que as decisões de Uribe naturalmente passem por Washington. De tal maneira e sabendo que o gringo sempre esteve aí, é melhor para todos que os insultos e provocações de lado a lado cessem e sigamos nossa paz armada entre irmãos que se mostram os dentes.

Além disso, a Colômbia vende anualmente à Venezeual 6 bilhões de dólares em mercadorias e a Venezuela vive com boa parte dos produtos da agricultura colombiana. Se a economia ainda rege a história comum, é bem improvável que de um lado ou de outro se queiram meter em tão cara aventura. Virão depois as reuniões da OEA e até das Nações Unidas, seguramente um acordo com o Equador e a volta do embaixador. O problema com Chávez persistirá, os seqüestrados não voltarão a ser libertados unilateralmente, o Acordo Humanitário ficará para outros tempos e as relações entre os dois países, enquanto Uribe e Chávez estiverem no poder, sempre estarão por um fio.

Com a Venezuela, a internacionalização do conflito - com o papel sempre relevante dos Estados Unidos - passa pelo confronto Chávez-Bush, por causa do petróleo, do Irã...Por sorte hoje os gringos estão se dedicando à escolha de um novo presidente e Bush não quer meter demasiadamente o nariz neste assunto. Mas quando já tiverem escolhido seu novo governo, que medo!

Terra Magazine


sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Equador: Assembléia Constituinte e Socialismo do Século XXI

A forte polêmica no Equador sobre o significado do chamado socialismo do século XXI, promovido pelo presidente venezuelano Hugo Chávez, esquentou a campanha às eleições do próximo domingo para delegados da Assembléia Constituinte.
Desde o presidente do Equador, Rafael Correa, meios de comunicação e candidatos a integrar a Assembléia, até ilustres visitantes, como o sociólogo alemão Heinz Dieterich e os chefes de governo da Espanha Felipe González (1982-1996) e José María Aznar (1996-2004), colocaram lenha na fogueira das últimas semanas contribuindo para a discussão a partir de posições opostas.

LEIA EM ESPANHOL NO SÍTIO DO PCV

segunda-feira, 6 de agosto de 2007