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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Novos fósseis complicam a árvore genealógica humana

Alguns novos galhos da árvore genealógica humana, de quase dois milhões de anos de idade, acabam de ser descobertos. Uma tradicional família de paleontólogos encontrou novos fósseis que, de acordo com eles, confirmam sua teoria que existiram mais duas espécies de hominídeos além da que é ancestral do ser humano moderno.


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domingo, 29 de julho de 2012

Deriva?

Em 1921, o antropólogo e linguista alemão Edward Sapir propôs a tese de que há mudanças previsíveis na língua. Em sua coluna de julho, Sírio Possenti discute a questão e arrisca algumas previsões de mudanças no português do Brasil. 


Uma das poucas coisas que se sabem com absoluta segurança sobre as línguas é que, aconteça o que acontecer, nenhuma será no futuro como é hoje. Ou seja, é certo que as línguas mudam. As variações que podem ser facilmente observadas são sua origem e seu mais forte sintoma.
Vejamos um exemplo: coexistem formas como [peixe] e [pexe], [outro] e [otro]. A queda da semivogal (i, u) implica a eliminação de ditongos. Mas o fenômeno não é linear; obedece a certas restrições que levam em conta uma relação entre a semivogal e a consoante que a segue. Por exemplo, ocorre [otro] (outro), mas não [oto] (oito). Ou seja, o /u/ cai antes de /t/, mas o /i/ não.

Vejam mais em CIÊNCIA HOJE

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Ishi quer dizer “homem”

Por Juan Sasturain

Em 29 de agosto de 1911 -faz hoje exatamente cem anos-, o surpreendido sheriff Weber, de Oroville, no norte da Califórnia, deteve e reteve, por acaso, um fantasma obscuro e esfarrapado. O homem -o índio, digamos-, saído ou caído da montanha, irrompeu no povoado levado pela fome e a espantosa solidão; talvez buscando mais a morte do que auxílio. Não falava alguma língua conhecida. Era, e seguramente o sabia -porque havia visto morrer, dois anos atrás, os últimos companheiros de sua encurralada comunidade-, "o último dos yahis", uma tribo a que se dava levianamente por extinta pelas enfermidades, o encurralamento e os sucessivos e habituais massacres. 

Vejam o texto original em PÁGINA/12 ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Para Dilma Rousseff: o feminino e a política atual

Leonardo Boff

A reflexão antropológica dos últimos anos tem mostrado que masculino-feminino não são entidades autônomas, mas princípios ou fontes de energia que continuamente constroem o humano como homem e mulher. Estes são resultado da ação destes princípios anteriores e subjacentes que se realizam em densidades diferentes em cada um deles.

O feminino no homem e na mulher é aquele momento de integralidade, de profundidade abissal, de capacidade de pensar com o próprio corpo, de decifrar mensagens escondidas sob sinais e símbolos, de interioridade, de sentimento de pertença a um todo maior, de cooperação, de compaixão, de receptividade, de poder gerador e nutridor e de espiritualidade.

Vejam o texto completo em ADITAL

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Dios habita en el cerebro

El Dios de Abraham era justo, inapelable, incorruptible, trascendente, omnisciente, omnipotente, omnipresente y omnibenevolente. El cristianismo antiguo se centró en la pericoresis o fusión de tres personas en una sola entidad divina. Para la vía negativa

de Maimónides sólo nos es dado discutir sobre lo que Dios no es. El Todo de los herméticos es más complicado que la suma de cuanto existe, y el Buda puso el énfasis en la liberación del sufrimiento en la tierra. Vista así, la religión tiene poco de universal.

Pero los experimentos han hecho aflorar una capa subyacente más simple. Por ejemplo, los psicólogos cuentan a grupos de voluntarios una historia en la que Dios atiende a cinco problemas a la vez. Los creyentes de cualquier confesión monoteísta aceptan la narración con naturalidad, puesto que Dios tiene sobrados poderes cognitivos para ello. Pero si se les pide recordar la historia un rato después, casi todos cuentan que Dios atiende los cinco problemas uno por uno: su subconsciente ha humanizado al omnipotente Dios de la doctrina.

Vejam o texto completo no EL PAÍS.COM