Mostrando postagens com marcador Imprensa golpista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Imprensa golpista. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Folha de São Paulo adere ao golpismo

O jornal Folha de S. Paulo, junto com Jornal do Brasil, O Globo e O Estado de S. Paulo, foi um dos pilares da ditadura militar de 1964. A Folha ficou famosa por emprestar suas camionetes para a OBAN transportar gente a ser torturada. Nos últimos tempos, a Folha vinha tentando não mostrar muito apetite por um golpe branco no Brasil. Mas cachorro comedor de ovelha não tem jeito. No último domingo, o jornal de Otávio Frias Filho, num editorial intitulado “Última chance”, voltou às suas origens golpistas: pediu a renúncia da presidente Dilma Rousseff ou o corte de programas sociais: ”O país, contudo, não tem escolha. A presidente Dilma Rousseff tampouco: não lhe restará, caso se dobre sob o peso da crise, senão abandonar suas responsabilidades presidenciais e, eventualmente, o cargo que ocupa”.
Forçar um presidente eleito a renunciar em função da crise é uma forma de fazer o jogo de uma oposição incapaz de ter paciência para esperar a eleição seguinte. É a obsessão pelo atalho. A mídia brasileira não se contém mais. Empurra a própria oposição a ser mais radical. A Folha de S. Paulo elegeu o seu bode expiatório: “A contenção de despesas deve se concentrar em benefícios perdulários da Previdência, cujas regras estão em descompasso não só com a conjuntura mas também com a evolução demográfica nacional. Deve mirar ainda subsídios a setores específicos da economia e desembolsos para parte dos programas sociais”. É uma confissão. A corrupção, que grassa e deve ser combatida, tem sido um pretexto para atacar o que realmente incomoda, os “desembolsos para programas sociais”. Eis.

terça-feira, 14 de abril de 2015

A operação Datafolha

O noticiário de terça-feira (14/4) ainda faz o rescaldo das manifestações realizadas no domingo anterior, e os principais diários de circulação nacional tentam compor um quadro no qual a cena central é o movimento da própria imprensa em favor do impeachment da presidente da República.
O conteúdo das reportagens sobre a crise política, editoriais, artigos e até algumas notas daquelas colunas de inconfidências e fofocas convergem para uma ideia estapafúrdia: justificar um pedido de interrupção do mandato da presidente com base numa pesquisa Datafolha. A lógica dessa manobra depõe não apenas contra a honestidade intelectual dos autores da ideia e dos editores que a abrigam, mas chega a lançar uma sombra de dúvida sobre a sanidade das mentes que conduzem as decisões editoriais da mídia tradicional.
Trata-se do seguinte: se o Datafolha registra que 63% dos consultados são a favor de um processo de impeachment, então há uma maioria de brasileiros que querem reverter o resultado das eleições. Observe-se que não se está falando apenas da lógica falaciosa que se tornou parte central do discurso jornalístico no Brasil. Diferente do paralogismo – que, segundo filósofos e estudiosos da linguística, não é produzido de má-fé, com intenção de enganar, mas nasce da ignorância de quem o produz –, o que estamos observando é a utilização de sofismas maliciosos como suporte para uma proposta moralmente indefensável.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

O golpismo e a última pesquisa Datafolha

O impeachment é um processo que qualquer deputado pode pedir à Mesa da Câmara baseado em parecer jurídico? Sim. Porém, como o próprio Ives Gandra Martins reconheceu no parecer que fez sob encomenda de um dos diretores do Instituto FHC, publicado na Folha de S.Paulo e responsável por levar o tema novamente para o fogo alto, a conclusão é sempre muito mais política do que jurídica.
E é com essa perspectiva que todo um cenário favorável ao pedido da derrubada de Dilma se articula através de um golpe travestido de impeachment. É um golpe dado no tapetão. Se depois absolvido, como foi Collor, daí paciência. O objetivo terá sido alcançado.
Como se cria esse cenário, quem é o principal estimulador e proprietário do tapete? É complexo, mas o maior responsável é aquilo que se chama “grande mídia”.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Projeto da grande imprensa é varrer a ‘era Lula’

É preciso, pois, demolir um sistema político que permite a eleição de um Lula.
O ponto de partida é a destruição da política, depois da desmoralização dos políticos e dos partidos. Como sabemos que é impossível sustentar uma democracia sem políticos e sem partidos políticos…
Esta operação está em curso.
Nem mesmo os néscios de carteirinha supõem que a atual campanha da grande imprensa tem por objeto a defesa dos interesses de nosso povo ou de nosso país. Senão a desmoralização da política
No Brasil, a liberdade de imprensa, que precisa ser a mais ampla possível, limita-se à liberdade, sem responsabilidade, das grandes empresas de comunicação, que expressam o pensamento único, não apenas em seus editoriais (que ninguém lê), mas agora quase principalmente no noticiário, seja nacional seja internacional (repertório das grandes agências), nas reportagens e no pensamento de seus colunistas e colaboradores. Estes são escolhidos ou por partilharem do pensamento patrão, ou por a ele se haverem adaptado para serem colunistas. E nesta hipótese, serviçais, procuram ser mais realistas do que o próprio rei.


Confira o texto de Roberto Amaral, no sítio da CartaCapital

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

A República do Galeão Serrista

O comportamento de José Serra e o dos seus áulicos, titulares de importantes – cada vez menos, felizmente – colunas e blogs na grande imprensa, em tudo recorda o comportamento dos segmentos golpistas incrustados na Aeronáutica nos episódios que, em 1954, levaram à morte do Presidente Getúlio Vargas.

Ali, como agora, exigem apuração em rito sumário, fora do devido processo legal e, como então, não admitem em nenhuma hipótese que qualquer ato criminoso não seja – como não era – responsabilidade pessoal e direta do então Presidente da República. Antes de investigar, julgam. Antes de julgar, condenam.


Continue lendo no Tijolaço, do deputado Brizola Neto.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A imprensa parou no tempo

A imprensa é hoje um dos setores mais conservadores da sociedade brasileira. Como se evitasse enxergar os novos tempos, se atém a modelos antigos e práticas condenáveis de jornalismo, se dissociando totalmente da população, que vive um momento de otimismo e esperança com o país.

Talvez desde os anos JK, o Brasil não compartilhava uma confiança tão grande na sua capacidade e no seu destino de ser um grande país. Os indicadores econômicos são todos favoráveis e as perspectivas animadoras, desde que não se quebre a ordem constitucional. A população aprova seu presidente com índices elevadíssimos e a sucessão de pesquisas de intenção de voto demonstra claramente que o desejo é de continuidade.

Quem se manifesta contra isso: a imprensa, dando voz aos menos de 10% que consideram o atual governo ruim ou péssimo. E em seu intento de desmoralizá-lo recorre ao moralismo e à disseminação de inverdades, que evita desvendar por saber que não resistiriam a uma matéria honesta sequer. A imprensa não esconde sua dor com a iminente vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno das eleições presidenciais. Parece pasma diante da força avassaladora da população que quer eleger a candidata de Lula.

Vejam o texto completo em DIRETO DA REDAÇÃO

terça-feira, 16 de junho de 2009

IRÃ - A FRAUDE DA MÍDIA

Laerte Braga
Quem se der ao trabalho de compulsar (típica palavrinha/palavrão) edições de jornais ou relembrar noticiários de tevês nos últimos dez dias, mais precisamente, desde que o presidente do Irã cancelou sua visita ao Brasil e for um pouco mais atrás, digamos assim, em 2002, nos dias que antecederam a tentativa fracassada de golpe contra o presidente Chávez – Venezuela – vai ver que o esquema dos donos do mundo não mudou nada, é sempre o mesmo, precisão matemática na mentira, na fraude, na tentativa de iludir a opinião pública e dar como consumado um fato que não é real.

No caso da tentativa de golpe contra Chávez é só buscar edições antigas do JORNAL NACIONAL – principal porta-voz da mentira neoliberal/sionista no Brasil –. Duas semanas antes do golpe, dentro do cronograma armado pelo governo do então presidente Bush e empresários, banqueiros e latifundiários venezuelanos, a rede enviou à Venezuela a consagrada mentirosa Míriam Leitão para uma série de reportagens sobre aquele país, o governo Chávez e exibiu o “trabalho” na semana que antecedeu ao golpe. A conclusão da senhora Miriam Leitão na série foi a seguinte –“o povo da Venezuela não agüenta mais Chávez –.
Vejam o texto completo em Patria Latina

domingo, 24 de maio de 2009

Uma viagem, duas notícias

José de Souza Castro

Jornais desta quarta-feira, 20 de maio: “A China concordou em suspender as restrições às importações de frango brasileiro e permitir mais carne bovina, ampliando ainda mais a crescente parceria comercial entre os dois países” (Financial Times).

“O sucesso da visita do presidente Lula à China na área de investimentos não se repetiu na esfera comercial, revela reportagem da enviada especial, Elaine Oliveira. Apesar dos apelos feitos diretamente ao seu colega chinês, Hu Jintao, não foram resolvidas pendências envolvendo carnes bovina e suína e nos aviões da Embraer, segundo representantes do governo brasileiro e empresários do setor, há má vontade na liberação de licenças de importação para aeronaves, e as autoridades chinesas se negam a dar uma resposta a curto prazo para a abertura do mercado para carnes do Brasil” (O Globo).

Observando mais um pouco: “A estatal Petróleo Brasileiro S/A disse que concluiu um acordo para garantir um empréstimo de US$ 10 bilhões da China em troca de um fornecimento a longo prazo de petróleo, outra vitória para a nova estratégia chinesa de usar seus bancos recheados de dinheiro para ajudar a assegurar recursos naturais. O acordo, porém, não deu a empresas chinesas participação em campos petrolíferos brasileiro ou contratos lucrativos de serviços na área, como se esperava” (The Wall Street Journal)

Vejam o texto completo em NovaE

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A estética da mentira

Miguel do Rosário

O que me deixa triste é a falta de escrúpulos com que a imprensa brasileira estupra a verdade, em prol de suas campanhas golpistas. Veja o caso do Cesare Battisti, o escritor italiano beneficiado pelo governo com um asilo político. As opiniões se dividem neste caso, e creio que não há nada de mais em criticar a decisão do ministro da Justiça. O que vem acontecendo, todavia, é a criação de um front de embate político, partidário e ideológico. A mídia corporativa talvez não quisesse esse embate. Talvez quisesse apenas usar o fato para constranger o governo e criar fatos políticos que preparem a vitória de José Serra em 2010.


Vejam o texto completo no Blog Oleo do Diabo

terça-feira, 15 de julho de 2008

ABIN, em nota ofical, desmonta estratégia da Veja, Folha e Dantas

O PIG em peso, a soldo de Daniel Dantas, sob pretexto de noticiar, tem publicado quase todo tipo de informação e gravações que estão sob segredo de justiça.

O objetivo é colocar culpa no vazamento de informações na Polícia Federal (muita gente ingênua está caindo nessa armadilha, e os espertos são os que estão plantando), quando quem vaza são os advogados de Dantas.

A Polícia Federal, tanto não tem vazado informações, que até mesmo a prisão do Humberto Braz não havia sido divulgada.

Com isso, esperam pedir impugnação de provas, ou mesmo do inquérito inteiro.
A alegação seria má fundamentação, obtenção de provas de maneira ilegal, vazamentos e perseguição política.


Texto completo, com a nota à imprensa, no blog dos Amigos do Presidente Lula.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Fazendo Media dá o livro Afundação Roberto Marinho

Fazendo Media oferece cópia grátis do livro “Afundação Roberto Marinho”, de Roméro Machado, que trabalhou durante 10 anos na Fundação ligada às Organizações Globo.
"É fundamental para a compreensão do funcionamento do maior império de comunicação que existe no Brasil."


“O escândalo Globo/Time Life não é meramente um caso de um sócio brasileiro (Roberto Marinho) que aceita como sócio uma empresa estrangeira (Grupo Time-Life), contra todas as leis do país. O escândalo Globo/Time-Life é mais do que isso. É antes de mais nada um suporte de mídia que visava apoiar, dar base, sustentação e consolidar a ditadura no Brasil, apoiada e supervisionada pela CIA, por exigência dos Estados Unidos, comandado por terroristas da CIA, como Vernon Walters e Joe Walach, sendo este último com emprego fixo na Globo, como "representante" do grupo Time-Life”.


Basta clicar aqui para baixar o texto na íntegra, em arquivo PDF com 1,751 KB.

Assine o jornal impresso Fazendo Media. Informe-se aqui.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

PIG TRABALHA PARA DANTAS

AMORIM:

. Daniel Dantas usa o PIG brasileiro para manipular a Justiça de Nova York.
. Como se sabe, Dantas não perde causas na Justiça do Brasil.
. Perde na Justiça da Inglaterra e dos Estados Unidos.
. Nos Estados Unidos, em Nova York, corre o risco de perder uma ação que o Citibank move contra ele por “gestão fraudulenta” e, com isso, ter que devolver ao Citi pelo menos US$ 300 milhões.
. Aqui, a Justiça e a Polícia Federal não pegam Dantas.
. (O Procurador Geral da República, esse, então, é de coerência impecável: no mensalão do PT e no mensalão dos tucanos foi incapaz de identificar as impressões digitais de Dantas... O Procurador procura o que quer ver ...)
. Recentemente, a Polícia Federal indiciou Dantas na Lei de Imprensa (quá, quá, quá !) por ser o co-autor de "reportagem" da Veja em que "apareciam" as contas secretas do Presidente da República e do diretor-geral da Polícia Federal.
. (Falsificação de contas bancárias é problema da Lei de Imprensa ... Quá, quá, quá !)
. A Polícia Federal achou prudente não pedir o indiciamento da Veja pela mesma Lei de Imprensa ... (Quá, quá, quá !)
. Agora, parece claro que Dantas usa a imprensa brasileira para se defender em Nova York – e botar mais dinheiro no bolso.
. O noticiário frenético do PIG sobre as negociações entre a Brasil Telecom e a Oi são um indício disso.

PIG - Partido da Imprensa Golpista

domingo, 13 de janeiro de 2008

Veja light

LUIS NASSIF:

Há algumas semanas antecipei a mudança de inflexão da Veja. Na atual edição é visível a mudança de tom, principalmente na redução do linguajar chulo e dos ataques desqualificadores.

O que ainda não sei é se caiu a ficha de Roberto Civita para a questão dos abusos da linguagem escatológica, ou se já percebeu as implicações comerciais que se escondem no biombo do macartismo alucinado dos últimos anos.

CLIQUE NO TÍTULO.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Bolívia: Mídia que ajuda a atirar gasolina na crise aposta num país "balcanizado" bem na fronteira do Brasil

VI O MUNDO:

Em recente artigo publicado na imprensa brasileira, o historiador Moniz Bandeira falou sobre a "Balcanização da Bolívia", ou seja, o processo pelo qual o país seria dividido. Bandeira fez referência direta ao embaixador americano na Bolívia, Phillip Goldberg:

"Esse diplomata tem experiência em conflitos étnicos e tendências separatistas, que irromperam no Leste europeu após a desintegração da Iugoslávia. Ele trabalhara na questão da Bósnia, no Departamento de Estado, de 1994 a 1996; fora assistente especial do embaixador Richard Holbrooke, o artífice da desintegração da Iugoslávia; e servira como chefe da Missão dos EUA em Prístina, Kosovo (2004-06), onde orientou a separação dos Estados da Sérvia e Montenegro, após haver sido ministro conselheiro na Embaixada dos Estados Unidos em Santiago do Chile (2001-04)."

De acordo com o artigo, publicado na "Folha de S. Paulo", "a suspeita em La Paz é de que ele (o embaixador) foi designado a fim de conduzir o processo de separação de Santa Cruz de la Sierra, caso ela ocorra, após a aprovação da nova Constituição e em meio à exacerbação das tensões étnicas, sociais e políticas, aguçadas pelo choque de interesses econômicos das distintas regiões da Bolívia", concluiu Luiz Alberto Moniz Bandeira.

PARA LER MAIS CLIQUE NO TÍTULO DESTA.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

PORTA ABERTA

Dezenas de jovens se reuniram em frente à sede da Editora Abril na capital paulista, nesta terça-feira (02) para protestar contra a matéria da capa da Revista Veja "Che, a Farsa do Herói". Cantando palavras de ordem como "Esse Panfleto, Ninguém Respeita: Revista Veja é Partido da Direita", os manifestantes queimaram mais de 60 exemplares antigos da revista.
A matéria assinada pelos jornalistas Diogo Schelp e Duda Teixeira, aproveita a lembrança dos 40 anos do assassinato de Ernesto Guevara Lynch de la Serna - no dia 8 de outubro de 1967 na Bolívia - para divulgar um verdadeiro panfleto contra Cuba, Fidel Castro e o socialismo.
Além disso, o texto tenta aliar a figura de Che Guevara com a de um jovem sanguinário. "A matéria tenta emplacar a idéia de que Che era sedento por sangue, que só pensava em matar e menosprezava o ideal socialista em nome da morte. Mas quem conhece a história sabe que Guevara era antes de tudo um humanista, disposto a dar a própria vida em nome de seus ideais e por um mundo mais justo para todos. Ele sempre lutou pela vida e pelo socialismo", contesta Rodrigo Moreira Campos, presidente da União da Juventude Socialista (UJS) na capital.

LEIA MAIS CLICANDO NO TÍTULO.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Associated Press: "O Globo" deu credibilidade "à lorota mais assustadora" da Bolívia

A Falange Socialista Boliviana é um grupo de extrema-direita que teve alguma importância política nos anos 50, na Bolívia.

O grupo está se reorganizando e pregando uma guerra civil, se for necessário, para enfrentar as mudanças políticas representadas pela ascensão de Evo Morales ao poder.

A FSB é baseada em Santa Cruz de La Sierra, cidade-sede da elite boliviana que não se conforma com a perda do monopólio do poder - igualzinho aconteceu na Venezuela, no Equador, no Brasil...

Hoje a Associated Press distribuiu uma notícia reproduzida no mundo inteiro.

Dá conta de que a paranóia em Santa Cruz é alimentada por boatos sem qualquer comprovação - um deles, de que Evo Morales teria trazido armas da Venezuela em vôos noturnos clandestinos.

E o jornal brasileiro "O Globo" não se conforma em apoiar apenas a elite branca e golpista do Brasil.

Pode até ter acontecido por acaso, mas o fato é que ajudou a agitar a extrema-direita boliviana.

Leiam aqui o que escreveu o repórter da AP, clicando no título desta postagem.

sábado, 22 de setembro de 2007

A capa que não foi contada

Andei escrevendo sobre aquela maluquice, mostrando que não tinha pé nem cabeça. Tempos depois recebi um email de Novaes – enviado para vários jornalistas -, com cópia da carta que enviara a "Veja" e que ela não publicara. A carta contava o seguinte:

1. O tal número da conta, pela qual supostamente eram feitos os pagamentos a Lopes, na verdade era o número de registro do Banco Pactual no mercado de Nova York. Correspondia ao 001 que aparece nos cheques do Banco do Brasil, referentes ao seu número de registro.

2. Os três celulares secretos, através dos quais as informações supostamente circulavam eram números que constavam na declaração de renda de Bragança.

3. Ele, Rubens Novaes, era economista formado na prestigiada Universidade de Chicago, com um amplíssimo currículo.

A capa morreu por si só, sem que saísse a carta do Novaes. Mas serviu de semente para futuros clássicos, como os “dólares de Cuba” e as contas secretas de autoridades no exterior.



Este é o final do texto. Texto completo no novo sítio do Luis Nassif.


quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Do Diário Gauche: A mídia oligárquica tem uma central única de editorialização

A mídia oligárquica tem uma central única de editorialização

Eis as principais manchetes de hoje de alguns dos panfletos partidários da oligarquia brasuca:

O Estado de S. Paulo: Renan escapa da cassação com ameaças e a ajuda do Planalto

Jornal do Brasil: Senado contra o povo

Folha de S. Paulo: Senadores absolvem Renan

O Globo: Renan se livra da cassação com voto de 40 senadores

Correio Braziliense:- Vergonha nacional

Jornal do Commercio: Renan escapa - O Senado se curva

Zero Hora: Absolvição de Calheiros desencadeia onda de indignação no País

Como se pode notar, estamos diante de uma ação orquestrada, todos falam sobre o mesmo tema e com igual conteúdo. É uma pregação, quase uma evangelização laica, mas de profundo significado político-ideológico.

Onde está a “onda de indignação no País”? Esse mesmo alerta, que visa promover o terrorismo no senso comum, foi usado incansáveis vezes durante a crise ética de 2005 e depois, durante o primeiro turno da eleição presidencial de 2006. Tudo inútil. Os supostos “indignados” estão se lixando para esses pastores da noite autoritária, para os pregadores da moralidade das ceroulas.

Texto completo no Diário Gauche.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Lula e o vulcão

No atual estado das coisas, se um vulcão aparecer em atividade no Brasil, parte da imprensa dirá que foi porque o presidente Lula aparelhou o governo e colocou seus companheiros na empresa estatal destinada a combater o vulcanismo no país, ainda que a tal empresa simplesmente não exista. Até o distinto público dar conta do engano, algum mal já foi feito ao governo e ao presidente...
Luiz Antonio Magalhães no blog Entrelinhas