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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Peru: matar os cidadãos com serenidade e firmeza
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Número de mortos em confrontos no Peru sobe para 42
YURIMAGUAS, Peru (Reuters) - O número de mortos subiu neste sábado após forças de segurança peruanas terem enfrentado índios nativos em confrontos que evidenciam a oposição à exploração na Amazônia e pode afetar a política favorável à investimentos do governo peruano.
Ao menos 42 pessoas morreram em protestos crescentes contra a exploração de petróleo e minas na região, que interromperam o fornecimento de alimentos e combustível e representam a pior onda de violência no atual governo do presidente, Alan Garcia.
Milhares de índios com arpões de madeira continuaram a bloquear as estradas da Amazônia peruana, prometendo continuar protestando se a polícia não suspender esforços de interromper as manifestações.
Mais na Reuters.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Alan García suaviza el tono tras el revés a su 'ley de la selva' peruana
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terça-feira, 8 de julho de 2008
Governo peruano pede apoio de Forças Armadas para conter protesto
Lima, 7 jul (EFE) - Os organizadores da greve nacional desta quarta-feira criticaram hoje a decisão governamental de pedir apoio às Forças Armadas para garantir a segurança no país, ao qualificá-la como um "excesso" e uma provocação.
O vice-presidente da Confederação Geral de Trabalhadores do Peru (CGTP), Olmedo Auris, disse ao site do jornal "El Comercio" que o Governo de Alan García quer provocar o povo e os trabalhadores com a decisão, levando em conta que "há decretos legislativos que amparam o Exército e a Polícia para poder atirar".
"O Governo pretende fazer ver que nós vamos transformar essa data (9 de julho) em uma atividade incontrolável, o que não é verdade", criticou Auris.
Sindicatos e organizações sociais convocaram uma greve nacional para quarta-feira em protesto contra a política econômica do Governo de García, frente à alta do custo da vida, em defesa do campo e para denunciar a crescente criminalização dos atos sociais por parte do Executivo.
O dirigente sindical assegurou que da parte dos manifestantes "não haverá qualquer ato de violência".
Notícia completa no G1.